
A Mulher-Maravilha, apesar de ser uma das personagens mais importantes da DC Comics, sempre amargou péssimas histórias, já que praticamente nenhum escritor sabe trabalhar com a heroína, especialmente em seu próprio título mensal. Com exceção da ótima fase de George Perez e algumas edições do “run” de Greg Rucka, o que vemos são histórias modorrentas, em que Diana é reduzida a apenas um de seus aspectos (princesa, embaixadora, super-heroína), mas nunca sendo retratada como uma verdadeira mulher, seja pela completa falta de sensualidade, seja pela falta de outros atributos, como temperamento ou sensibilidade.
Tais defeitos foram potencializados com sua atual escritora, Gail Simone, que, ironicamente, sendo uma das poucas representantes das mulheres no mercado americano de quadrinhos, nunca soube escrever personagens femininos, por mais que sempre insista no tipo, como em Birds of Prey, Sexteto Secreto e agora na Mulher-Maravilha. Sua personagem é masculinizada, assexuada… Enfim, um baita de um tédio. Tentando reverter este panorama, a DC resolveu usar uma de suas mais recentes aquisições, o ótimo Joseph Michael Straczynski.
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