Arquivo para o mês maio de 2010

30mai Bruno O. Barros

O Flash moribundo

 

O Flash está morrendo… e não, não é do super-herói que estou falando. Nascido no ano de 1996 sob a alcunha de Macromedia Flash, o Flash teve uma longa e próspera trajetória como a principal plataforma multimídia da internet até hoje, quando encontrou seus futuros algozes: o HTML5 e a Apple.

Muita gente nem sabe direito o que é Flash ou que diabos é HTML5. O usuário final está pouco se lixando para como ele vê um vídeo na internet, ele só quer assistir e pronto. É por esse motivo que ao apostar no fim do Flash impedindo o uso deste em seus iPhones, iPods e iPads, a Apple corre o risco de sair como vilã na história.

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28mai Luiz Jeronimo Stamboni

Mika Paper Toy

 

O Mika parece fazer muito sucesso em terras orientais, tanto, que para divulgar sua turnê asiática que acontecerá agora em junho, a japonesa Devilrobots está lançando um boneco baseado no cantor britânico. Apesar do título, somente a cabeça desse Mika de brinquedo é em paper toy (contando com seu famigerado cabelo, obviamente).

Mas se você é fã do Mika, não adianta se entusiasmar muito, afinal, o estoque é limitadíssimo, sendo composto por 300 peças apenas. Por uma série de razões, o Mika anda em alta, até por figurar na disputada trilha sonora de Kick-Ass. Não curto o som do cara, mas gostei da forma como a Devilrobots conseguiu descontruí-lo.



 
27mai Luiz Jeronimo Stamboni

Arcade Fire

 

Eu ia deixar para falar sobre o Arcade Fire quando a banda lançasse seu próximo EP, com previsão de chegada já em 1º de junho. Mas após ouvir, na íntegra, duas das faixas que estarão presentes no disco, The Suburbs (faixa que também dá nome ao título do álbum) e Month of May, foi inevitável não me empolgar e dedicar mais um post à esse excelente grupo. Claro, além de estar falando de minha banda favorita.

The Suburbs é um dos discos mais aguardados do ano. Na verdade, desde seu avassalador álbum de estréia, Funeral, qualquer novo material divulgado pela banda se tornou uma produção com altas expectativas. E como pudemos conferir em Neon Bible, expectativa mais que superada.

Desde 2007 que o Arcade Fire não lançava nada e rumores de que a banda havia acabado foram reverberados pela internet. Mas graças aos bons deuses canadenses, Win Butler e cia deram continuidade a essa obra de arte sonora. Eu por minha vez, espero vê-los em minha ida para o Canadá, lá para meados de julho, sendo um dos grandes motivos desse intercâmbio, o show que eles realizarão em Montreal.

The Suburbs, o disco, chega no dia 3 de agosto. Até lá, aguardo ansiosamente.


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26mai Luiz Jeronimo Stamboni

Christopher Uminga

 

Christopher Uminga diz ver monstros em sua cabeça. E sabe o que ele faz com isso? Coloca-os no papel. E assim, ele diz ilustrar tudo o que o deixa feliz. Bom pra gente, que se inspira em alguns dos traços mais originais da atualidade.

Sem mais, fiquem com seu excelente portfólio que, aproveito para dar destaque às ilustrações do Coringa, Espantalho, Duas Caras, Colossus e Mulher-Maravilha.



 
25mai Philip Shin

Pac Man

 

Pac-man comemorou 30 anos no dia 21 de maio. E durante o fim de semana que passou, em homenagem ao nosso querido personagem amarelo comedor de pílulas, a Google colocou o jogo em sua página principal, o que causou uma massiva baixa de produtividade na maioria dos escritórios do mundo. Sim o velho come-come estava de volta, com som original e a mesma AI ou seja, Blinky, Pinky, Inky e Clyde estão iguais e, claro, com os mesmos bugs da versão dos arcades. Criando nostalgia nos jogadores mais antigos e uma certa estranheza para os novos gamers.

Sim o fim de semana passou e infelizmente a Google voltou com o logo normal. Felizmente para aqueles que ficaram sem jogar ou que querem jogar mais um pouco dessa versão fica o link para o jogo permanente sem a barra de busca da Google.

Em tempo, meu score foi de: 42,594 pts. E o de vocês?


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24mai Felipe Pinheiro

Lost

 

Lost

Damon Lindelof e Carlton Cuse tinham uma boa série em mãos, mas J. J. Abrams apareceu, e disse-lhes que poderia ser melhor. Disse-lhes que podiam flertar com a ficção científica, ajudou-os a transformar a história de um grupo de sobreviventes de um acidente aéreo em uma jornada espiritual, cheia de viagens no tempo, mistérios e personagens dissimulados. E, então, Abrams partiu, deixando nas mãos de Lindelof e Cuse responder se eram homens de ciência ou homens de fé. Jack Shepard abriu os olhos, começando, assim, a melhor série da história da televisão mundial.

Nada foi o mesmo após Star Trek, Star Wars ou o Senhor dos Anéis. Nada será o mesmo após esta série. Amada por uns, odiada por outros tantos, cativante, decepcionante, misteriosa, lenta, alucinante, inconstante, cheia de constantes, sem rumo, completamente planejada, ficção, drama, amor… única. O final de Lost, óbvio demais, e ao mesmo tempo surpreendente, trágico, ao passo que também é feliz, expõe o que é este show, um dos marcos da história da cultura pop: um programa complexo, que não teve medo de superestimar a inteligência de seus espectadores, que não fez concessões, provocou discussões, debates, reflexões.

O programa, então, disse: assim eu terminei. Não como vocês querem, mas como eu preciso terminar. Leia sobre seu trajeto e a derradeira vez que ouvimos “previously on Lost”, mas cuidado com os spoilers.

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24mai Philip Shin

O Guia do Mochileiro das Galáxias

 

Celebrado desde 2001 por milhares de pessoas, o dia 25 de Maio (amanhã!) é um dia para homenagear um dos maiores escritores da atualidade, Douglas Adams. O britânico é autor d´O Guia do Mochileiro das Galáxias, sendo esse o maior livro de ficção científica nonsense da história!

Nesse dia, os fãs andam com uma toalha, em homenagem ao autor. A toalha é um item de suma importância para os mochileiros, uma passagem do livro ilustra melhor o que eu quero dizer: O Guia do Mochileiro das Galáxias faz algumas afirmações a respeito das toalhas que, segundo ele…

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23mai Felipe Pinheiro

Todos amam Lost?

 

Lost

Chega ao fim, hoje, nos Estados Unidos, uma das séries  de maior sucesso na história televisiva. Ou a série de maior sucesso. Ainda é muito cedo para dizer o seu real papel na cultura pop, daqui para a frente, mas é inegável reconhecer que a série pode se tornar um marco no mundo pop, como assim o foi Star Trek e a franquia cinematográfica Star Wars, tendo em vista suas legiões de fãs, discutindo tudo o que acontece (aliás, um dos principais pontos positivos de Lost, obrigando os espectadores a pensarem e conversarem, algo há muito perdido), personagens marcantes, tramas envolventes…

Já deu para perceber que este farmacêutico é um fã incondicional da série, certo? Mas é preciso admitir que, por melhor que seja um produto, ele tem, sim, suas falhas. Seu ritmo inconstante pode acabar distanciando alguns, em especial a arrastada terceira temporada, em que os produtores pareciam perdidos (sem trocadilhos), e cheguei até mesmo a parar de assistir, para só retornar no início da quarta temporada (o que me fez assistir a terceira em espécie de plantão, o que pode ter resolvido o problema do ritmo lento).

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22mai Felipe Pinheiro

Rio

 

Rio

Após atuar como co-diretor no primeiro A Era do Gelo, Carlos Saldanha assumiu o posto titular na franquia, elevando bastante o nível desta que é a série animada mais rentável da Fox. Criativo e detalhista, Saldanha produz desenhos que, embora não estejam no mesmo patamar das produções da Pixar (ah, Pixar, vocês e seus nívels de qualidade inalcançáveis…), divertem bastante.

Agora, o diretor terá uma oportunidade (e tanto) de abrasileirar seu currículo. A Fox lança em 8 de abril de 2011, junto à sua parceira em A Era do Gelo, a Blue Sky, a animação Rio, sobre uma Arara Azul que deixa o interior dos Estados Unidos, onde era criado em cativeiro, para se readaptar à natureza, em pleno Rio de Janeiro. No elenco, Rodrigo Santoro, Neil Patrick Harris e a linda Anne Hathaway. Confira o tease trailer, ao som de “Mas que Nada”.

Falando em A Era do Gelo, o quarto filme da franquia, “Ice Age: Continental Drift”, será lançado em 13 de julho de 2012, e deve contar com o retorno de seu elenco, embora Saldanha ainda seja uma dúvida.


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20mai Felipe Pinheiro

Dreamwar

 

Dreamwar

Os selos de quadrinhos adultos Vertigo e Wildstorm, que passaram por anos de incertezas editoriais no Brasil, pareciam ter encontrado lugar certo na Pixel, que, no entanto, deixou milhares de leitores na mão com um súbito cancelamento dessa linha de publicação. A gigante Panini, por outro lado, que recém adquiriu estes selos, parece bem mais estável e está apresentando um sucesso editorial considerável com o novo nicho, com a publicação de ótimos encadernados e séries, que fugiam ou subvertiam o tema de super-heróis. No entanto, nem tudo são flores, como a péssima Dreamwar, que a editora publica em uma minissérie em três edições.

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