
Se por um acaso você desconheça esse nome, saiba que se trata de um dos maiores expoentes da literatura subversiva. Se não, o maior nome entre todos, Chuck Palahniuk. Clube da Luta, seu livro de estréia, quebrou paradigmas por conter o que o próprio autor intitula como agressividade auto-destrutiva. Infelizmente é um livro que se encontra fora de catálogo, mas esse post é dedicado a Diário, esse, você encontra em um clique qualquer.
De onde você tira inspiração? É com essa pergunta que Chuck Palahniuk começa seu livro que, traz consigo uma outra questão quase que subliminar. Estamos imersos em breves estados de coma? Acostume-se com tal estado de inércia, pois Peter Wilmot, o protagonista deste drama familiar, está morto. Se não fisicamente, é dono de uma vida que sequer valeu sua existência.
Ou não. Posso até estar errado, mas essa condição me parece subjetiva. E quando falo inércia, não significa que a narrativa empregada em Diário seja lenta, pelo contrário, há reviravoltas e ironias, características iminentes no estilo do autor. “Só para sua informação o dia hoje está amargo com pancadas ocasionais de fúria ciumenta”. São com frases de efeitos desse nível que Diário se compõe.
E talvez nesse ponto você esteja se perguntando o por quê do nome. Bem, fico um pouco receoso de dizer, acredito que quebraria um pouco da essencial surpresa de se descobrir lendo. Assim como qualquer outra informação adicional, tamanha minhas reações diante do enredo. Descubra por você mesmo, descubra que, no final de tudo, a merda não passa de um clichê estético.


[...] de Fight Club, o bom e velho Clube da Luta. Qualquer zapeada por aí vai te dizer que Chuck é “o maior expoente da literatura subversiva mundial”. Ponto pra ele, vai o [...]