Arquivo para o mês maio de 2010

13mai Luiz Jeronimo Stamboni

Gorillaz: Plastic Beach

 

Sinceramente? Damon Albarn e Jamie Hewlett podem ser considerados como dois dos maiores gênios dessa era. Não que alimentar uma banda virtual seja novidade, até por que desde os anos 60, bandas fictícias eram formadas por personagens de desenhos, mas acredito que tenha sido com o Gorillaz que o conceito de “brincar” com essa forma de entretenimento, tenha alcançado seu status mais elevado.

Apesar de Plastic Beach, terceiro álbum do Gorillaz (exclua por favor os remixes e b-sides da vida) não beber dessa mesma fonte de genialidade, ele está longe de passar desapercebido e pode, sim, conter algumas das músicas que estarão entre as mais ouvidas em seu iTunes. E olha que o disco só esquenta após sua segunda metade…

Leia o resto desse post »


5

 
13mai Felipe Pinheiro

O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus

 

O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus

“O importante é saber a hora de desistir”. Eis uma frase não conhecida por Terry Gilliam. Alguns dos melhores filmes do ex-Monty Phyton estiveram cercados por intempéries. Da tempestade no único dia em que filmariam cavalos (sendo que a produção não tinha mais um centavo para alugar os animais em outro dia) no “épico” medieval Monty Phyton em Busca do Cálice Sagrado até o sem fim de chuvas torrenciais e problemas com o ator principal em sua versão de Dom Quixote, o diretor, responsável por clássicos como Brazil e Os 12 Macacos, parecia ter enfrentado seu maior desafio, a morte do protagonista em plenas filmagens. Mas, o que parecia um problema sem solução e o sepultamento de mais um projeto de Gilliam, virou uma das melhores obras de sua filmografia: O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus.

Leia o resto desse post »


9

 
12mai Luiz Jeronimo Stamboni

Desafio Rayovac

 

Informe Publicitário

É no mínimo curiosa essa nova campanha da Rayovac, em que ela mostra, por meio de testes feitos em laboratório – leia-se comprova – que suas pilhas duram tanto quanto as de sua maior concorrente, a Duracell. Sendo assim, qual o grande mote por trás dessa relação? O custo x benefício, claro, uma vez que a Rayovac oferta pilhas de mesma duração com até R$ 0,50 de diferença.

Lendo o release da campanha, uma informação adicional me chamou bastante atenção. Enquanto consumidores, somos carentes de informações referentes a produtos e a indústria raramente faz o seu papel, que é o de dar maiores esclarecimentos a respeito do que produz e comercializa.

E como um amante de gadgets e gizmos, sempre necessito de pilhas e a informação de que uma se sobressai em relação a segunda dessa forma, me parece bastante proveitosa, já que tenho de pôr pilhas nos instrumentos que acompanham Guitar Hero; na Turntable de DJ Hero; em controles, remotos ou de videogame (como os de Xbox 360) e em mais uma infinidade de outras coisas.

Diante disso, te convido a visitar o site do Desafio Rayovac que, além de mostrar qual o tipo de pilha indicado para cada produto, apresenta um relatório com o comparativo entre as duas marcas, com o resultado dos testes feitos em lanternas, gravadores, brinquedos, câmeras digitais e até escova de dentes. Por um mundo com pilhas mais baratas e duráveis, vale dar uma olhada e repassar a informação para seus amigos, obviamente.


4

 
12mai Luiz Jeronimo Stamboni

Nomes das séries em Portugal

 

Mal-Me-Quer, Bem-Me-Quer. Homens às Pencas. A Louca Vida de Harry. Você não faz idéia do que esses títulos significam, certo? Bom, são os nomes que as séries Pushing Daisies; Men in Trees e Curb Your Enthusiasm, respectivamente, receberam em Portugal.

Nossos queridos patrícios, por vezes, também têm o hábito de adicionar subtítulos às séries. Se aqui no Brasil nós acrescentamos “Um Estranho no Paraíso” a O.C., lá eles batizaram a série do jovem Ryan Atwood de The O.C: Na Terra dos Ricos. Por mais que o intuito seja o de preservar a língua, há de se concordar que os nomes ficam um tanto quanto estranhos. Ou seriam ricos?

Você encontra muito mais referências no Caldeirão das Séries, blog do qual tirei a inspiração para criar esse artigo tão desajeitadamente Perdido. Mas, Eu, Ela e o Pai temos Sangue Fresco. Então, Apanha-Me se Puderes!


2

 
11mai Luiz Jeronimo Stamboni

LittleBigPlanet 2

 

Um game de plataforma ou uma plataforma de games? Melhor do que dedicar algum tempo pensando nisso é saber que um dos games mais originais e bacanas já surgidos terá sua sequência ainda esse ano. Considerado por mim como o melhor game de plataforma desde Donkey Kong Country, para Snes, LittleBigPlanet, da genial Media Molecule, sairá para Playstation 3 em dezembro próximo.

Com a promessa de extrapolar os limites do gênero, a produtora do game está desenvolvendo melhorias no mecanismo de busca por níveis – por um mundo com resultados mais específicos – o incremento de sackbots, que podem ter várias de suas características alteradas pelo jogador, e, talvez a mudança mais significativa, o Direct Control Seat, que acrescentará atributos a objetos. Quem já jogou LBP sabe bem o que isso pode representar.

Sem mais, fique com o delicioso trailer desse grande jogo:


2

 
11mai Philip Shin

Dragon Ball Z Kai

 

Uma das mais famosas empreitadas de Akira Toriyama está de volta! Em comemoração aos 20 anos de lançamento da série original, sendo exibida no Japão pela TV FUJI desde 5 de Abril de 2009, Dragon Ball Z Kai traz nossos amados Saiyajins e sua turma em alta definição, com som remasterizado e dubladores originais!

E, finalmente um belo fanservice: sem cortes, com muitos golpes poderosos, sangue, muito Ki sendo disparado pelos personagens e sem fillers. (aqueles episódios sem nexo.) Já assisti à todos capítulos lançados até o presente momento e gostei do que vi. Os detalhes e a atenção à história do mangá são de dar orgulho à qualquer um que era fã de Dragon Ball e Dragon Ball Z.

Carreguem seu Ki e ajudem a fazer a GENKI DAMA mais uma vez!


3

 
10mai Felipe Pinheiro

Justice League: Cry for Justice

 

Cry for Justice

Além de Flash: Rebirth, outra estréia na revista mensal da Liga da Justiça em maio é a minissérie em sete edições Justice League: Cry for Justice, de James Robinson (Starman, Superman) e Mauro Cascioli. Após inúmeros eventos trágicos envolvendo a comunidade super-heróica, incluindo a morte do Batman; o Lanterna Verde e o Arqueiro Verde decidem que é hora da Liga tomar uma postura mais pró-ativa no combate aos super-vilões, enquanto amigos e familiares de heróis são atacados por um inimigo misterioso.

Leia o resto desse post »


1

 
09mai Luiz Jeronimo Stamboni

MechaBunnys

 

O designer Nick Knite, especializado em paper toys, está lançando um projeto bem bacana. Batizado de MechaBunny, ele convida uma gama de outros bons nomes do meio para desenharem modelos baseados em coelhos. Claro que os fofinhos fazem parte da série, mas modelos mais monstruosos – por assim dizer – também têm sua vez.

No site do designer você pode baixá-los inteiramente de graça. E mais, se quiser, pode se aventurar e construir o seu próprio, com o MechaBunny Creator. E se você estiver com dificuldades para montar o seu, esse vídeo (de propriedade do excelente TOYSREVIL) tem um tutorial que o ensinará omo fazê-lo. Legal pra caramba.



 
07mai Philip Shin

Ashley Wood

 

Ashley Wood é um ilustrador premiado, além de também ser um artista plástico de mão cheia. Seu estilo mistura pintura à óleo e arte digital com uma pitada de expressionismo. Trabalhou em vários meios de comunicação, criou desenhos de capas e ilustrou várias graphic novels, um exemplo deles é Judge Dredd, da editora britânica ICON.

Leia o resto desse post »



 
06mai Felipe Pinheiro

A Batalha Pelo Capuz

 

A Batalha pelo capuz

Batman está morto, longa vida ao Batman. Com as sagas Batman: RIP e Crise Final, o quadrinhista Grant Morrison assassinou o Batman, ou melhor, Bruce Wayne. Nos últimos meses, as revistas relacionadas ao universo do morcego, incluindo Detective Comics e Asa Noturna, estiveram em uma espécie de luto. Entre algumas histórias ruins ou medianas, destaca-se a ótima “O que Aconteceu com o Cavaleiro das Trevas?” de Neil Gaiman, publicada no Brasil pela Panini Comics em Batman, edições 88 e 89. Mas é necessário um novo rumo para as revistas do herói, e surge um novo Batman.

Leia o resto desse post »


1