Arquivo para o mês maio de 2010

06mai Luiz Jeronimo Stamboni

Diário: Chuck Palahniuk

 

Se por um acaso você desconheça esse nome, saiba que se trata de um dos maiores expoentes da literatura subversiva. Se não, o maior nome entre todos, Chuck Palahniuk. Clube da Luta, seu livro de estréia, quebrou paradigmas por conter o que o próprio autor intitula como agressividade auto-destrutiva. Infelizmente é um livro que se encontra fora de catálogo, mas esse post é dedicado a Diário, esse, você encontra em um clique qualquer.

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05mai Felipe Pinheiro

Onde Vivem os Monstros

 

Onde Vivem os Monstros

Este texto foi publicado na época da exibição do filme nos cinemas. Como muitos não puderam assistí-lo, dada sua má distribuição no circuito comercial, pelo Brasil, e aproveitando seu lançamento em DVD e Blu-Ray, acredito que a resenha se faça bem-vinda. Espero que apreciem algumas notas sobre Onde Vivem Os Monstros.

A infância, mais propriamente o seu fim, é o início da descoberta da sexualidade, é onde se fazem os laços com os amigos, se enfrentam os primeiros desconfortos do mundo… Muito já se falou sobre esta época, mas muitos esquecem que também é quando aprendemos a lidar com nossos próprios sentimentos, quando descobrimos algo que já sabíamos intuitivamente.

Descobrimos que nossas ações têm consequências, o quão fácil podemos magoar alguém e nos machucar, como podemos manipular os sentimentos dos outros, como a vida é feita de tons de cinza, e não do simples preto e branco… Enfim, nos tornamos adultos.

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04mai Jaqueline Arashida

Geração SP

 

Carência diária musical, são estas as três palavras que mais mensuram a minha intensidade sonora. Desde que meu pai me apresentou ao botão play, jamais consegui parar de buscar compreensões e compatibilidade com a música. Tenho um afeto natural com artistas antigos, mas independente disso, confesso que os novos projetos contemporâneos da música brasileira me encantam da cabeça aos pés. É uma mistura de sons, poesia e dengos corporais. A partir disso lhe digo com toda a convicção: o novo projeto Geração SP é de arrepiar.

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04mai Felipe Pinheiro

A Torre Negra

 

A torre Negra

Certas vezes, um diretor pode ter todo seu trabalho reduzido a uma interjeição. “Bem…”. Não há como negar, Ron Howard é este diretor. Embora goste bastante de certos trabalhos seus, como o ótimo “Frost/Nixon” e o bom “Uma Mente Brilhante”, sempre que sou inquerido quanto a qualquer uma de suas obras já começo com um sonoro “Bem, vejamos…”. Sempre há algum problema com seus projetos, o qual demorei anos para identificar. Howard possui um bom senso estético, não muito memorável, é verdade. Também tem uma boa direção de atores, embora nada memorável. E um bom timing em seus diálogos, nada memorável…

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03mai Felipe Pinheiro

Flash: Rebirth

 

Flash Rebirth

Nos EUA, a Mulher-Maravilha passa por uma péssima fase com Gail Simone, enquanto na SJA, Geoff Johns finalmente cede lugar a um novo escritor, que não consegue dar ao grupo de veteranos heróis o mesmo brilho de antes, sem falar das horríveis histórias envolvendo o Flash Wally West e Justice League, que amarga histórias sem sentido, e até mesmo sem uma identidade para o grupo, desde a saída de Brad Meltzer. Junte tudo isto, e temos uma verdadeira bomba ao público brasileiro, através da revista mensal da Liga da Justiça.

No Entanto, com a reformulação que a Panini fez em seus títulos mensais (ou revolução, se quisermos usar o  mal empregado termo de marketing usado pela editora), a revista da Liga passa a ter 76 páginas e contar apenas com três edições americanas em seu mix. Aproveitando este momento para atrair novos leitores, resolveu dar uma sacudida mais do que necessária naquela que era uma de suas piores publicações. A partir deste mês de maio, o leitor poderá conferir as últimas aventuras da Sociedade da Justiça por Johns e a estréia de JLA: Cry for Justice e Flash: Rebirth.

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03mai Felipe Pinheiro

Modern Family

 

Modern Family

As melhores comédias são aquelas que satirizam um grande fenômeno cultural ou a sociedade em que vivemos. Desse modo, inúmeras comédias brasileiras falham em querer imitar um modelo de vida claramente destoante do nosso, ao passo de que A Grande Família está na televisão há dez anos, superando-se a cada episódio. Não só por ser um verdadeiro retrato da sociedade tupiniquim, mas por mexer em algo que todos nós temos: família.

Por isso comédias (as boas, claro) envolvendo núcleos familiares são sempre tão populares, vide a clássica “Married witch Children”. Nos reconhecemos nas brigas, loucuras e trocas de afeto daquelas pessoas.

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02mai Luiz Jeronimo Stamboni

Call of Duty: Black Ops

 

A Activision confirmou a data de lançamento de Call of Duty: Black Ops, spin-off da franquia Call of Duty, que deve sair para Playstation 3, Xbox 360 e PC no dia 09 de novembro. O bom é que o jogo se passará no período da Guerra Fria, deixando de lado toda e qualquer especulação de que o episódio se centraria na mais que explorada Segunda Guerra Mundial.

O trailer, que você deve ver logo abaixo, apesar de não entregar muito a respeito do jogo, ao menos mostra o quão frenético e intenso ele poderá ser. Repare na referência a Apocalipse Now, na cena com o helicóptero. E ao que indica, Platoon e Nascido para Matar, também serão influências para o jogo.

O ruim é que Black Ops não será desenvolvido pela Infinity Ward, a produtora responsável pelo arco Modern Warfare que, em seu segundo episódio, foi considerado pelo Guinnes como o maior lançamento da indústria do entretenimento, arrecadando mais de US$ 1 bilhão. A Treyarch, que desenvolveu Call of Duty: World at War, assina a produção de Black Ops. Não que o trabalho da Treyarch com a franquia tenha sido ruim, mas…



 
01mai Philip Shin

Mononoke

 

Criado pelos estúdios da TOEI em 2007 para o Noitamina da TV Fuji e dirigido por Kenji Nakamura, Mononoke é um spin-off de outra série intitulada Ayakashi Bakeneko, de exibição na mesma emissora. Essa animação acompanha as aventuras de um caixeiro viajante vendedor de remédios, que é também praticante da arte do exorcismo, sim meus caros, um eliminador de espíritos malignos, mas esse exorcista não é um qualquer, ele bota Pazuzu pra correr antes que o padre Merrin termine de dizer: “O poder de Cristo te compele!”

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01mai Bruno O. Barros

Celular suíço

 

Talvez o canivete suíço tenha sido o primeiro gadget multi-uso da história. Quem já teve um sabe qual é a principal consequência de se embutir num único objeto tantas funções distintas: nada funciona perfeitamente. Algumas funções funcionam melhor que outras e, normalmente, a melhor função é aquela que sustenta conceitualmente o objeto; no caso do canivete suíço, o canivete em si.

Hoje o que temos são telefones/computadores suíços no bolso de todo cidadão com algum poder aquisitivo. Cada um desses gadgets promete zilhões de funções. Mas quais as principais funções que sustentam um gadget? O que você carrega no bolso é um celular que tenta ser computador ou um computador que tenta ser celular?

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