01jun Luiz Jeronimo Stamboni

Split Second: Review

 

Não é de hoje que falo sobre Split/Second. E espero sinceramente que não seja a última vez. Split/Second, título com jogabilidade arcade que saiu para Playstation 3, Xbox 360 e PC, é um show de elementos visuais, sonoros e emocionais (?). Quem garante essa experiência é a Black Rock Studio, subsidiária da Disney que já surpreendeu os gamers com Pure, em meados de 2008.

Trata-se de um jogo de extremos. A velocidade é extrema, as colisões e explosões são extremas. E isso é o que ele tem como seu grande diferencial. É certo que Split/Second bebe da fonte de Burnout, jogo que até então, era o melhor arcade que eu havia visto. Mas vale enfatizar que agora temos um novo competidor, um concorrente de peso e que, tão correto quanto afirmar que Burnout foi um divisor de águas, Split/Second chega para instituir um novo padrão em jogos do gênero.


Se vale de alguma coisa, Split/Second tem um enredo que justifica toda essa balbúrdia. Com quê de reality show, os corredores são motivados a destruir o cenário para chegar ao cobiçado pódio. Não é correr por correr, mas correr por ganhar de uma forma que impressione, e isso, em sua forma mais literal.

Grande parte do que existe no ambiente pode ser usado a seu favor, de um helicóptero carregando um caminhão de areia a uma torre estilo CN Tower (aquela de Toronto). O caminhão pode ser jogado contra um de seus adversários, já a torre? Bem, pode ser destruída e detonar com todos os que estão à sua frente, de uma única vez. É lindo de ver.

A trilha sonora, a princípio, me parecia insossa. Mas agora, já acostumado ao frenesi proporcionado pelo game, me surpreende com suas batidas e ruídos. Foi preciso um tempo para perceber que usar trilhas originais poderiam ser um grande trunfo, já que o hábito era o de ouvir músicas (quase) famosas em games como Need For Speed e o já mencionado Burnout.

Há alguns novos modos de jogo, que possivelmente ditarão tendência. Mas os tradicionais, Race, Eliminator e “Corra contra o tempo”, também estão entre as modalidades, obviamente. O modo online, como esperado, dá sobrevida à Split/Second, garantindo horas e mais horas de jogatina no multiplayer. Tendo dito tudo isso, o que mais eu poderia falar de Split/Second? Bom, invista, pois garanto que você não sairá decepcionado.



 

6 comentários para “Split Second: Review”

  1. André disse:

    Cara, do modo que vc fala, parece a melhor coisa do mundo. Mas não é.

    O jogo é fraco (só salva o online).

  2. André, eu curti, e muito. Mas respeito sua opinião. Sinta-se à vontade pra discordar de todo e qualquer review que eu publicar por aqui. Mas tenho visto que as demais críticas de Split/Second acompanham a minha, ou seja, falam muito bem do game. Eu gostei e tô jogando direto. Se você tiver PS3 e quiser me adicionar para jogarmos uma partida online, segue meu nick na PSN: luizjeronimo

    Abraço.

  3. Mongo disse:

    Eu gostei muito
    Um mix de Split Second com Burnout e o meu atual sonho

  4. André disse:

    Eu joguei no Xbox e não curti, disse que o online salva baseado em depoimentos de amigos. Vou te add no PS3, mas por enquanto só tenho FIFA10 e GOW3. (Killzone, SOCOM, RDR e MGS4 devem chegar essa semana).

    PSN ID: Andre_Saba

    Valeu!

  5. William disse:

    Muito bom, gostei também. A jogabilidade do jogo é muito boa, a trilha sonora também é repleta de musicas legais.

    Muito boa a review, parabéns ;D
    Abraço.

  6. Evaldo disse:

    muito bom os graficos são incriveis e som tambem

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