28jul Felipe Pinheiro

Jonah Hex

 

Jonah Hex

A adaptação cinematográfica “Jonah Hex – O Caçador de Recompensas” foi um fiasco ao estilo d”As Loucas Aventuras de James West” (tendo, inclusive, seu lançamento adiado no Brasil e boas chances de ser mandado direto para as prateleiras de DVDs e Blu-Rays) e nós seguimos nos perguntando qual a dificuldade de se fazer um filme de Velho-Oeste calcado nos bons clássicos de Sergio Leone.

Pelo menos, nem tudo é prejuízo. Aproveitando o hype que deveria ter se formado em relação ao filme, a Panini Comics está lançando, neste mês de julho, o encadernado “Jonah Hex: Marcado pela Violência”, com as seis primeiras edições da nova encarnação da revista mensal do pistoleiro deformado, com roteiro de Justin Gray e Jimmy Palmiotti e arte do competente brasileiro Luke Ross (que, com desenhos bastante realistas, traz um Hex idêntico a um certo Clint Eastwood) e de Tony DeZüniga, um dos co-criadores do anti-herói.

Com 148 páginas e custando R$ 14,90, embora traga na capa a chamada de que foi a HQ que inspirou o filme, as seis histórias fechadas (ou one-shots, como são chamadas no mercado americano) que compõem o encadernado não tem qualquer relação com a trama do Longa, além de trazer o mesmo herói (embora bem mais interessante e turrão que a versão amena interpretada por Josh Brolin aos cinemas). São boas histórias, que não deixam nada a dever aos bons e velhos Fumettis.



 

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