Arquivo para o mês julho de 2010

08jul Carolina Felipe

Eclipse: Por uma fã

 

Eclipse

Como vocês devem ter notado, não falamos muito da saga Crepúsculo aqui no Tarja. A maioria de nós é um tanto leiga no assunto, por não ter oportunidade ou… minto, é por achar que aquela “saga” é ruim o bastante para desistir dela com trinta páginas ou cinquenta minutos de filme (eu fiz isso, admito). Mas, ela faz parte da cultura pop e deve ter algum mérito para atrair tantos fãs, a despeito de tantas críticas negativas.

É certo que muitas obras são produzidas para um determinado nicho, e, muitas vezes soam estranhas a quem está de fora (não foram poucas as críticas que já ouvi sobre a “breguice” da ótima série “Dr. Who”, que é premeditadamente tosca). Pensando neste olhar de nicho, e para termos uma opinião diferente da que é quase unânime entre nós, aqui do Tarja, convidamos uma fã (e, particularmente, uma grande amiga, e leitora do Tarja há bastante tempo) para redigir um post especial. E olhem, não é uma crítica ufanista de uma crepusculete adolescente, porque até nossas fãs de Edward e companhia não são óbvias. Dêem as boas vindas a Carol Felipe.

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07jul Philip Shin

Hajime no Ippo: Fighting Spirit

 

Imagine você, um garoto, filho único, simples, tímido, mas esforçado na escola e que ajuda a família que possui uma loja que vende equipamentos de pesca e organiza pescarias. E como em quase todos os animes japoneses, os que são tímidos esforçados e pacíficos, sofrem nas mãos de algozes impetuosos na escola. Essa era a vida de Makunouchi Ippo, até que um dia, ele é salvo por um boxeador.

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8

 
05jul Bruno O. Barros

Nível de facilidade

 

Lembra quando você ligava aquele jogo que acabou de comprar, apertava start e começava a jogar sem nem precisar ler o manual ou passar por qualquer tipo de tutorial? Lembra quando você ligou Mario Kart do SNES pela primeira vez e simplesmente presumiu que ao apertar o botão A, o kart aceleraria e ao apertar o B, o kart freiaria? Pois é… esse época ficou para trás. Hoje as grandes empresas da indústria do videogame partem do princípio de que o jogador é essencialmente um débil mental.

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05jul Felipe Pinheiro

Existe Humor do Bem?

 

Legendários

Mesmo atualmente, quando com seu time mais fraco, o Saturday Night Live consegue me tirar fortes gargalhadas. Seja no Weekend Update, nas participações especiais de Tina Fey ou nos vídeos de Andy Samberg. E olha que estamos falando de um programa que é apenas laboratório para jovens humoristas americanos, país que costuma oscilar entre ótimos exemplares do humor, seja em stand up (George Carlin, só para citar um gênio), filmes ou sitcoms, e o pior possível, representado por aqueles filmes com humor escatológico que são reprisados à exaustão nas TVs abertas.

Não precisamos, então, citar o ácido e depreciativo humor britânico (meu preferido), como Monty Phyton, Ricky Gervais e Rowan Atkinson (que vai muito além de Mr. Bean) ou dos bons exemplares do humor brasileiro. Sim, para a surpresa dos mais novos, nosso país já foi palco de gênios do humor, em fórmulas inovadoras (mais surpresa). Jô Soares, com seu Viva o Gordo, os Trapalhões (especialmente em idos dos anos 80), Juca Chaves e o mestre Chico Anysio são alguns exemplos de um humor ácido, politicamente incorreto, hilário (aliás, elemento fundamental da comédia) e inteligente. Ainda hoje, aqui e alí despontam ilhas de qualidade, como o fantástico Furo MTV.

O que todos estes bons exemplares de humor têm em comum? Para poder tratar do tema, precisamos falar de alguns exemplos do atual (então, nada dos jurássicos do Zorra Total) humor brasileiro. Mais especificamente: CQC, Pânico na TV, Furo MTV e Legendários.

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01jul Felipe Pinheiro

A nova Mulher Maravilha

 

Mulher-Maravilha

Há um certo tempo, falamos da chegada do escritor J. M. Straczynski aos títulos do Superman e da Mulher-Maravilha, prometendo renovações para ambos, em especial para a última. Depois de anos em uma péssima fase com a escritora Gail Simone, o polêmico escritor (responsável por uma ótima revolução com o Thor, mas momentos ridículos em sua passagem pelo Homem-Aranha) prometia transformar a heroína em um personagem relevante.

A partir da edição 600 do título mensal da princesa amazona, publicada nesta quarta-feira, nos Estados Unidos, Straczynski resolveu fazer um grande “reboot” com o universo da personagem, desconsiderando anos e anos de cronologia (e despertando a ira de alguns escritores, como Mark Waid). Em sua nova história, os Deuses modificaram o passado e tiraram a proteção que haviam colocado sobre a Ilha Paraíso. As amazonas foram atacadas e poucas sobreviveram, fugindo e levando consigo a pequena Diana, que foi criada em nosso mundo. Assim, somos apresentados a uma jovem heroína, que mal passou da maioridade (enquanto, na cronologia regular, já deve ter chegado aos 40) e está aprendendo a controlar seus poderes, bem como descobrindo o que aconteceu com sua mãe e à sua terra natal.

Acompanhando o novo rumo, Jim Lee criou um uniforme menos patriótico e mais urbano, mas que já tem levantado inúmeras críticas dos leitores. Reclama-se que o uniforme original é icônico, uma marca (inclusive comercial) muito forte, e que poderia ser atualizado, mas não tão modificado. O modelo feito por Lee é muito estranho, pop demais para uma personagem quase mitológica, mas fica um pouco melhor na arte do novo desenhista regular da revista, Don Kramer.

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