
Como vocês devem ter notado, não falamos muito da saga Crepúsculo aqui no Tarja. A maioria de nós é um tanto leiga no assunto, por não ter oportunidade ou… minto, é por achar que aquela “saga” é ruim o bastante para desistir dela com trinta páginas ou cinquenta minutos de filme (eu fiz isso, admito). Mas, ela faz parte da cultura pop e deve ter algum mérito para atrair tantos fãs, a despeito de tantas críticas negativas.
É certo que muitas obras são produzidas para um determinado nicho, e, muitas vezes soam estranhas a quem está de fora (não foram poucas as críticas que já ouvi sobre a “breguice” da ótima série “Dr. Who”, que é premeditadamente tosca). Pensando neste olhar de nicho, e para termos uma opinião diferente da que é quase unânime entre nós, aqui do Tarja, convidamos uma fã (e, particularmente, uma grande amiga, e leitora do Tarja há bastante tempo) para redigir um post especial. E olhem, não é uma crítica ufanista de uma crepusculete adolescente, porque até nossas fãs de Edward e companhia não são óbvias. Dêem as boas vindas a Carol Felipe.





