É uma banda nascida na cidade de Dallas no Texas, numa modesta garagem. Um sexteto formado atualmente por Ryan Sambol (na guitarra, vocal e gaita), Philip Sambol (no Baixo), Greg Enlow (o segundo guitarrista), Mike La Franchi (Bateria), Jenna E. Thornhill DeWitt (saxofone e back vocal) e Tim Presley (back vocal).
O som deles é magnífico, incorporam elementos do Garage rock, R&B, Punk e Country Music e Folk. Eu sei, uma mistureba bem eclética. Suspeito que o nome da banda tem a ver com esse mix de estilos. E não é que realmente deram certo? Mês passado recebi de uma velha amiga que mora nas terras do Tio Sam dois álbuns deles, um que foi lançado em 2009, intitulado “The Strange Boys and Girls Club” e outro deste ano, chamado “Be Brave”
Me sentei num fim de semana e resolvi ouvir à todas as músicas. Logo nos primeiros acordes notei uma semelhança com algumas bandas que já ouvira no passado e essa sensação me acompanhou através de toda a sessão de música daquela tarde. Eles fazem uma viagem aos anos 50, 60 e 70, e arrisco dizer que foram influenciados por Larry Williams, Chuck, os Fab 4, os Stones, Janis, Jim, Hendrix, Cash e o Elvis. Gostei especialmente da “This girls taught me a dance”, ela ilustra bem o estilo da banda, da “No way for a slave to behave” e claro a música “Be brave”. Vale dizer que os títulos da melodia são no mínimo, originais.
Com certeza uma das bandas de 2010 e que dão gosto de ouvir, fazia tempo que eu não me sentava pra ouvir dois álbuns do começo ao fim em uma tarde calma de sábado.











