
O discurso da Nintendo na E3 foi enfático: duas telas são melhores do que uma. Com isso, o figurão – cara de pastelão – da Nintendo para a América do Norte, Reggie Fils-Aime, apresentou o Wii U. Uma mistura de muitas coisas, mas com cara de tablet. Todos sabemos que inovação é a grande característica da Big N e sempre quando chega essa época, ela traz alguma novidade bombástica e parece sair na frente de suas concorrentes.
E para muitos, saiu mesmo. O Wii U comportará vídeos em alta definição, funcionando ainda como uma tablet normal (mesmo que com menos recursos, obviamente) e traz a possibilidade de se jogar tanto na tela da TV, quanto na do controle, a grande inovação reservada ao portátil. A lista de jogos pareceu focar no público hardcore, o que difere da postura da Nintendo em feiras anteriores. De cara, já anunciaram Batman: Arkham City, Assassins Creed, Dirt, Tekken e Ninja Gaiden, entre outros.
De sua parte, as platinas da casa – como esperado – Mario e Zelda deram as caras em demos, games que melhor demonstraram o uso de interface múltipla. E com isso, os dados foram lançados. A Sony aposta no PS Vita, a Nintendo no Wii U. Bem que a Microsoft poderia apimentar a briga divulgando sua entrada no mercado de portáteis, não? No mais, nessa, eu fico com a Sony.