
Foi bem curiosa a forma como conheci o The Head and The Heart. Foi através de um tweet do Pablo Miyazawa, jornalista que acompanho desde a Herói (sim, aquela revistinha). E desde então, estou ouvindo sem parar. Eles têm uma pegada que flerta com Mumford & Sons e Arcade Fire, acrescentando violino, piano e harmonizando vozes, o que é ótimo. A história da banda também merece certa atenção, pois, de forma independente, eles produziram 10.000 cópias de seu primeiro álbum (homônimo) e passaram a vendê-lo em seus shows, ainda em pequenos lugares. Mas o boca a boca e a repercussão de suas músicas foi tanta que rapidamente a Sub-Pop se tornou a gravadora do The Head and The Heart.
Daí para abrir para bandas como as incríveis Death Cab for Cutie e My Morning Jacket foi um pulo. Shows com The Decemberists, Vampire Weekend e Dave Matthews também entraram na lista. Não será de se surpreender se, tão logo, eles ganhem mais notoriedade participando de Grammys e afins, pois seu som é realmente promissor. Vou aproveitar e destacar uma de suas músicas, Down in The Valley. Curte aí:
Muito bom. De verdade. Não é?




