Arcade Fire

Já tem um bom tempo que conheço o Arcade Fire, acredito que desde 2004, quando eles apareceram com uma das melhores estréias da última década, Funeral. Mas levaram 6 anos para que eu, mais que gostasse, compreendesse seu som, sua proposta. E seguramente, hoje posso afirmar que essa é a minha banda preferida; de uma lista que compreende Muse, Weezer, Smashing Pumpkins e Foo Fighters. Necessariamente nessa ordem.

Resolvi falar do Arcade Fire por que é o que mais tenho ouvido ultimamente e pecaria se não despejasse por aqui nem um único comentário a seu respeito. E talvez esse post tenha mais valor para quem não os conheça (sinceramente, é o que eu espero), quem sabe assim não angario mais alguns fãs pra essa banda genial? Dizem (fontes seguras) que esses canadenses são donos de uma das melhores performances que se tem notícia.

Eles chegaram a tocar no Brasil, no TIM Festival de 2005, ao lado de nomes como Strokes, Wilco e Kings of Leon. Me lembro de ter ouvido que quem compareceu ao festival, havia ido para ver os Strokes, mas saiu idolatrando o Arcade Fire, o que confirma a tese sobre sua apresentação. Seus sons são marcados por uma grande variedade de instrumentos (já que vão além da fórmula: guitarra + baixo + bateria), fazendo uso de violino, violoncelo, acordeão, viola e acredite, até harpa e xilofone. E isso, da forma mais interessante, intrigante possível.

E digo mais, meu gosto pela banda é tanto, que se eles estivessem em turnê, eu me esforçaria pra vê-los em qualquer lugar. Sem mais, ouça Funeral e Neon Bible, na sequência, sem pular uma única música e volte aqui para comentar o que achou. Duvido que sua opinião possar ser muito diferente da minha.

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