
Clarice, Machado, Fernando, José, Aluísio, João, Jorge… Ai daquele que falar que nossa literatura é pobre. Ultrapassando-se a barreira do preconceito, adquirindo-se um tanto de maturidade e ignorando aqueles que veneram o mago pseudo-escritor, a língua portuguesa, de Brasil a Portugal, passando por uma infinidade de pontos africanos, tem escritores extraordinários e obras belíssimas. Mas, digo sem pestanejar, minha admiração sempre foi incondicional a um destes mestres da boa prosa: o português e Nobel da literatura, José Saramago.
Em sua página oficial, jaz o comunicado que o escritor faleceu nesta sexta-feira, 18 de junho, aos 87 anos, devido a uma múltipla falha nos órgãos. Estava junto à sua família, despedindo-se de forma serena e tranquila.





