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	<title>Tarja Preta: Cultura pop para não óbvios &#187; books</title>
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	<description>Blog sobre quadrinhos, cinema, música, games...</description>
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		<title>Quadrinhos no Cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editora Évora]]></category>
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Há alguns dias recebi um exemplar do livro Quadrinhos no Cinema, de autoria do staff do excelente Pipoca e Nanquim. O livro é de leitura obrigatória para quem curte quadrinhos e cinema e, também, entende que os dois formatos podem viver em harmonia (Christopher Nolan está aí para nos provar que isso é mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i91.photobucket.com/albums/k320/luizjeronimo/quadrinhos-no-cinema.jpg" alt="" /></p>
<p>Há alguns dias recebi um exemplar do livro <a href="http://quadrinhosnocinema.com.br/" target="_blank">Quadrinhos no Cinema</a>, de autoria do staff do excelente Pipoca e Nanquim. O livro é de leitura obrigatória para quem curte quadrinhos e cinema e, também, entende que os dois formatos podem viver em harmonia (Christopher Nolan está aí para nos provar que isso é mais que possível).</p>
<p>O livro é uma ode aos heróis. Revisitando seu passado e presente e até se antecipando, como no caso de Conan, cujo filme ainda não fora lançado. De cara, dá para se ver que o trabalho realizado pelo trio Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes foi primoroso. Eles trazem detalhes que já nos haviam fugido à mente e que, mais do que nunca, nos fazem compreender melhor a formação de alguns de nossos heróis preferidos.</p>
<p>O livro foca em quatro deles: Thor, Lanterna Verde, Capitão América e Conan. E não seria exagero dizer que está tudo lá. Dá até para saber, necessariamente, de quais jogos e cartoons esses personagens fizeram parte. Filmes antigos e demais participações especiais também ganharam espaço no livro. E quando você pensa que já poderia saber de quase tudo, o livro nos brinda com biografia dos autores, publicações no Brasil, uma lista com as piores histórias e claro, as imperdíveis.</p>
<p>É muita informação. E nem está caro. E se você estiver afim de adquirir um exemplar do livro, pode comprá-lo através do site da <a href="http://www.editoraevora.com.br/livro/quadrinhos-no-cinema.aspx" target="_blank">Editora Évora</a> ou até mesmo em uma livraria de sua preferência. Eu achei incrível essa iniciativa do Pipoca e Nanquim e eles podem contar com todo meu apoio para divulgação. Agora, resta ficar na torcida para que uma segunda edição seja produzida.</p>
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		<title>O Diabo Sempre Vem Pra Mais um Drink</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 21:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[books]]></category>
		<category><![CDATA[A Valsa de Águas Vivas]]></category>
		<category><![CDATA[Dance of Days]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Moreno]]></category>
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O Diabo Sempre Vem Pra Mais Um Drink é uma música de Nenê Altro e o Mal de Caim, projeto paralelo do vocalista do Dance of Days, banda que curto muito, há muito tempo. Mas nesse caso, tal qual Os Funerais do Coelho Branco, canção presente no álbum A Valsa de Àguas Vivas, O Diabo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i91.photobucket.com/albums/k320/luizjeronimo/o-diabo-sempre-vem-pra-mais-um-drink.jpg" alt="" /></p>
<p>O Diabo Sempre Vem Pra Mais Um Drink é uma música de Nenê Altro e o Mal de Caim, projeto paralelo do vocalista do Dance of Days, banda que curto muito, há muito tempo. Mas nesse caso, tal qual Os Funerais do Coelho Branco, canção presente no álbum A Valsa de Àguas Vivas, O Diabo Sempre Vem&#8230; também está virando livro. De uma música, algumas letras, para muitas palavras e indagações.</p>
<p>O livro tem 100 páginas e conta com capa envernizada, com arte mais que excelente de Felipe Moreno, que também assina outras ilustrações presentes no livro. Quem quiser comprar o livro em pré-venda, receberá praticamente duas semanas antes de ele ir para as lojas. O bacana é que, fazendo isso, pode-se pedir uma dedicatória devidamente autografada pelo autor.</p>
<p>Eu já estou encomendando o meu, pois gosto da banda, do vocalista e a arte me chamou a atenção. Já os vi ao vivo duas vezes e o Nenê é um cara alto astral, de boa com a vida e que anda entre os demais sem nenhum tipo de soberba. Sem contar que é um ótimo letrista. E baseado nisso, também conto que seja um bom autor. Se quiser adquirir o livro em pré-venda, você pode se informar direto pelo blog do <a href="http://nenealtro.wordpress.com/2011/08/01/novo-livro-o-diabo-sempre-vem-pra-mais-um-drink/" target="_blank">Nenê</a>.</p>
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		<title>Filhos do Éden</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Batalha do Apocalipse]]></category>
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Uma ótima notícia para os fãs de A Batalha do Apocalipse. Segundo o Filosofia Nerd, em setembro deve chegar às livrarias o novo livro de Eduardo Spohr, Filhos do Éden. Segundo o próprio Spohr, o novo livro (que marca o início de uma nova série, que contará com dois a quatro livros) não é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i1224.photobucket.com/albums/ee372/tarjapreta_org/EduardoSphor.jpg" alt="Filhos do Éden" /></p>
<p>Uma ótima notícia para os fãs de <a href="http://tarjapreta.org/2010/06/03/a-batalha-do-apocalipse/" target="_blank">A Batalha do Apocalipse</a>. Segundo o <a href="http://filosofianerd.blogspot.com/2011/06/filhos-do-eden-herdeiros-de-atlantida.html" target="_blank">Filosofia Nerd</a>, em setembro deve chegar às livrarias o novo livro de Eduardo Spohr, Filhos do Éden. Segundo o próprio Spohr, o novo livro (que marca o início de uma nova série, que contará com dois a quatro livros) não é uma continuação direta de A Batalha do Apocalipse, mas se ambienta no mesmo universo. Também foi divulgada sua sinopse:</p>
<p>&#8220;Dias atuais. A guerra civil entre os arcanjos Miguel e Gabriel devasta os Sete Céus. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante.</p>
<p>Enquanto o paraíso queima num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma celestial da província do fogo, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano arquitetado pelas hostes tirânicas que, se concluído, reverterá o balanço de forças no céu e ameaçará toda a vida humana na terra.</p>
<p>Juntamente com Denyel, um dos querubins exilados, os celestes enfrentarãodemônios e deuses, numa jornada através de pirâmides, florestas e oceanos, uma trilha que os levará às ruínas da maior nação humana antes do dilúvio: a cidade perdida de Atlântida.&#8221;</p>
<p>Compra certa, quando setembro chegar. Embora tenha algumas críticas quanto ABdA, especialmente quanto ao ritmo e um pouco das palavras usadas (que quebram um pouco o ar épico do que se está mostrando), dá para reconhecer que alí há um bom e inventivo escritor e certamente será uma boa experiência acompanhar o seu desenvolvimento artístico.</p>
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		<title>Duna</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 10:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[David Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Duna]]></category>
		<category><![CDATA[Dune]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Aleph]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Herbert]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Atreides]]></category>
		<category><![CDATA[Sting]]></category>

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Lançado originalmente em 1965, Duna é considerado um marco na ficção  científica e para a literatura fantástica, ao inserir conceitos  filosóficos e políticos no gênero e encontrar o primeiro volume da hexalogia de Frank Herbert, não é das tarefas mais fáceis, já que foi publicado pela última vez no Brasil em 1984, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i1224.photobucket.com/albums/ee372/tarjapreta_org/Duna.jpg" alt="Duna" /></p>
<p>Lançado originalmente em 1965, Duna é considerado um marco na ficção  científica e para a literatura fantástica, ao inserir conceitos  filosóficos e políticos no gênero e encontrar o primeiro volume da hexalogia de Frank Herbert, não é das tarefas mais fáceis, já que foi publicado pela última vez no Brasil em 1984, pela editora nova Fronteira. No entanto, os fãs da boa ficção científica podem comemorar: uma nova edição chega às livrarias pela editora Aleph.</p>
<p>A obra aborda um futuro distante, onde a humanidade está espalhada pelo universo, divida em feudos e toda a economia interplanetária gira em torno da Especiaria, um raro produto oriundo do desértico planeta Arrakis. É neste cenário que surge Paul Artreides, vítima de um grande jogo político e religioso e enviado a Arrakis, onde descobre os segredos do povo daquele mundo.</p>
<p>Após Duna, a dinastia de Artreides pode ser acompanhada nas continuações da publicação: O Messias de Duna (1969), Os Filhos de Duna (1976), O Imperador-Deus de Duna (1981), Os Hereges de Duna (1984) e as Herdeiras de Duna (1985).</p>
<p>Em 1984, David Lynch adaptou o livro para os cinemas, com Kyle MacLachlan como Artreides. O longa ainda teve a participação de Patrick Stweart e Sting. O primeiro e o segundo volumes da saga também viraram séries do Sci-Fi Channel. Um novo filme vem sendo cogitado pela Paramount, mas sua produção ainda vem se arrastando, o que levou os herdeiros de Hebert a darem um ultimato ao estúdio.</p>
<p>A editora Aleph tem um ótimo acervo, que inclui Laranja Mecânica, Neromancer, O Homem do Castelo Alto e diversas obras de Isaac Azimov. Duna tem 544 páginas e custa R$ 56,00. Este não é um publieditorial, apenas uma dica de uma boa oportunidade literária, comparável apenas, segundo Arthur C. Clarke (2001: Uma Odisséia no Espaço) a Senhor dos Anéis.</p>
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		<title>José Saramago</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 14:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[José Saramago]]></category>

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		<description><![CDATA[
Clarice, Machado, Fernando, José, Aluísio, João, Jorge&#8230; Ai daquele que falar que nossa literatura é pobre. Ultrapassando-se a barreira do preconceito, adquirindo-se um tanto de maturidade e ignorando aqueles que veneram o mago pseudo-escritor, a língua portuguesa, de Brasil a Portugal, passando por uma infinidade de pontos africanos, tem escritores extraordinários e obras belíssimas. Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img64.imageshack.us/img64/6679/saramago.jpg" alt="José Saramago" /></p>
<p>Clarice, Machado, Fernando, José, Aluísio, João, Jorge&#8230; Ai daquele que falar que nossa literatura é pobre. Ultrapassando-se a barreira do preconceito, adquirindo-se um tanto de maturidade e ignorando aqueles que veneram o mago pseudo-escritor, a língua portuguesa, de Brasil a Portugal, passando por uma infinidade de pontos africanos, tem escritores extraordinários e obras belíssimas. Mas, digo sem pestanejar, minha admiração sempre foi incondicional a um  destes mestres da boa prosa: o português e Nobel da literatura, José  Saramago.</p>
<p>Em sua <a href="http://www.josesaramago.org/" target="_blank">página oficial</a>, jaz o comunicado  que o escritor faleceu nesta sexta-feira, 18 de junho, aos 87 anos,  devido a uma múltipla falha nos órgãos. Estava junto à sua família,  despedindo-se de forma serena e tranquila.</p>
<p><span id="more-909"></span>Saramago não se furtava a criticar a todos, nossos modos, nossos medos, nossos limites ou a falta destes, nosso apego por tecnologia, nosso desapego dela, a injustiça e até mesmo a religião. Não que o escritor fosse desgostoso da vida, daqueles que só reclamam. Ele queria nos convidar a refletir. Assim, olhando, e por isso vendo, e por isso reparando, seríamos pessoas melhores. E não era um convite fácil: sua escrita parecia, a um primeiro contato, pesada, impossível de ser vencida. E a impressão inicial estava certa. Mas era impossível não se maravilhar por personagens tão fascinantes, mesmo que não tivessem sequer um nome, em histórias tão fantasiosas quanto críveis.</p>
<p>Via ele o twitter com certo receio. Não que fosse contrário a tecnologias, mantinha até mesmo um blog. Tinha medo que o bom uso das palavras se esmaecesse quando, enfim, tivéssemos a oportunidade de não nos esforçarmos em utilizá-las. Estava certo ao mesmo tempo que estava errado. Na verdade, sempre foi assim. Tinha também o receio que uma obra cinematográfica não conseguisse adaptar toda a subjetividade de suas obras, e chorou, emocionado, descobrindo que estava errado, ao assistir ao belíssimo (e igualmente pesadíssimo) Ensaio Sobre a Cegueira, do brasileiro Fernando Meirelles.</p>
<p>Ensaio, aliás, é apenas um destes seus livros que não são o que parece, que não tratam bem o leitor, mas, mesmo assim, dos quais não conseguimos nos desgarrar. &#8220;O Evangelho Segundo Jesus Cristo&#8221;, &#8220;Ensaio sobre a lucidez&#8221;, &#8220;A Caverna&#8221; são apenas alguns deles. Dos muitos. Nunca concordarei com tudo o que Saramago disse. Este é um dos maiores presentes que ele deixou a mim e a milhares de fãs, que hoje ficam um pouco órfãos.</p>
<p>&#8220;Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia&#8221; (José Saramago)</p>
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		<title>A Batalha do Apocalipse</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 23:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[books]]></category>
		<category><![CDATA[A Batalha do Apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
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A Batalha do Apocalipse é o livro do carioca Eduardo Spohr que, somente com divulgação pela internet, vendeu mais de 4.000 cópias. Mais do que um livro, trata-se de um case de social media, arquitetado por dois dos caras mais influentes da grande rede, Jovem Nerd e Azaghal. Por conta disso, eles têm dado palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img265.imageshack.us/img265/8526/batalhadoapocalipse.jpg" alt="" /></p>
<p>A Batalha do Apocalipse é o livro do carioca Eduardo Spohr que, somente com divulgação pela internet, vendeu mais de 4.000 cópias. Mais do que um livro, trata-se de um case de social media, arquitetado por dois dos caras mais influentes da grande rede, Jovem Nerd e Azaghal. Por conta disso, eles têm dado palestras em diversos eventos de internet; da Campus Party a conexões em Miami.</p>
<p>O livro é totalmente independente, tendo sido produzido pela editora desses caras, a Nerdbooks. No <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/abatalhadoapocalipse/" target="_blank">site dedicado ao livro</a>, além de acesso ao primeiro capítulo, dá pra encontrar até teasers gravados por renomados dubladores, como Guilherme Briggs (Buzz Lightyear; Toy Story), Sérgio Cantu (Ricochete; Mucha Lucha) e Fernanda Saddy (Kim; Kim Possible). Coisa fina.</p>
<p><span id="more-783"></span><br />
A Batalha do Apocalipse narra a guerra entre anjos e arcanjos, explorando a história da humanidade de forma épica. Há passagens pelas ruínas da Babilônia, assim como por castelos da Inglaterra medieval. Vale citar a propriedade com que Eduardo Spohr trabalha detalhes, tanto de locações, quanto da história geral. Fruto de sua experiência adquirida com suas inúmeras viagens ao redor do globo, já que é filho de um piloto de aviões e uma comissária de bordo.</p>
<p>Eu ainda não terminei minha leitura, mas posso afirmar que gostei do que vi até agora. Recebi o livro como cortesia desses camaradas, Jovem Nerd e Azaghal; imbatíveis com seu Nerdcast, merecedores de todo o reconhecimento que têm recebido. Lançar um autor como eles têm feito, usando seu blog e recursos como mídia, é uma das atitudes mais incríveis que vi nesses últimos tempos. O resultado disso tudo? Bem, recomece a leitura desse artigo se achar necessário.</p>
<p>Visite a <a href="http://www.nerdstore.com.br/produto/a-batalha-do-apocalipse.html" target="_blank">Nerdstore</a>, caso queira adquirir uma cópia d&#8217;A Batalha do Apocalipse.</p>
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		<title>O Guia do Mochileiro das Galáxias</title>
		<link>http://tarjapreta.org/2010/05/24/dia-da-toalha/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 18:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philip Shin</dc:creator>
				<category><![CDATA[books]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Toalha]]></category>
		<category><![CDATA[douglas adams]]></category>
		<category><![CDATA[guia do mochileiro das galáxias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Celebrado desde 2001 por milhares de pessoas, o dia 25 de Maio (amanhã!) é um dia para homenagear um dos maiores escritores da atualidade, Douglas Adams. O britânico é autor d´O Guia do Mochileiro das Galáxias, sendo esse o maior livro de ficção científica nonsense da história!
Nesse dia, os fãs andam com uma toalha, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img517.imageshack.us/img517/8966/guiadomochileirodasgala.jpg" alt="" /></p>
<p>Celebrado desde 2001 por milhares de pessoas, o dia 25 de Maio (amanhã!) é um dia para homenagear um dos maiores escritores da atualidade, Douglas Adams. O britânico é autor d´O Guia do Mochileiro das Galáxias, sendo esse o maior livro de ficção científica nonsense da história!</p>
<p>Nesse dia, os fãs andam com uma toalha, em homenagem ao autor. A toalha é um item de suma importância para os mochileiros, uma passagem do livro ilustra melhor o que eu quero dizer: O Guia do Mochileiro das Galáxias faz algumas afirmações a respeito das toalhas que, segundo ele&#8230;</p>
<p><span id="more-529"></span><br />
A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro. E entre inúmeras outras funções, naturalmente, pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.</p>
<p>Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc.</p>
<p>Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.&#8221;</p>
<p>Então, aproveite o dia, pegue sua toalha, uma cerveja, alguns amendoins e prepare-se para uma carona! Ah sim, &#8221;Não entre em pânico!&#8221; E feliz dia da toalha!</p>
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		<title>Diário: Chuck Palahniuk</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 03:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[books]]></category>
		<category><![CDATA[chuck palahniuk]]></category>
		<category><![CDATA[clube da luta]]></category>
		<category><![CDATA[diário]]></category>
		<category><![CDATA[peter wilmot]]></category>

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Se por um acaso você desconheça esse nome, saiba que se trata de um dos maiores expoentes da literatura subversiva. Se não, o maior nome entre todos, Chuck Palahniuk. Clube da Luta, seu livro de estréia, quebrou paradigmas por conter o que o próprio autor intitula como agressividade auto-destrutiva. Infelizmente é um livro que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img121.imageshack.us/img121/4066/palahniukdiary.jpg" alt="" /></p>
<p>Se por um acaso você desconheça esse nome, saiba que se trata de um dos maiores expoentes da literatura subversiva. Se não, o maior nome entre todos, Chuck Palahniuk. Clube da Luta, seu livro de estréia, quebrou paradigmas por conter o que o próprio autor intitula como agressividade auto-destrutiva. Infelizmente é um livro que se encontra fora de catálogo, mas esse post é dedicado a Diário, esse, você encontra em um clique qualquer.</p>
<p><span id="more-543"></span><br />
De onde você tira inspiração? É com essa pergunta que Chuck Palahniuk começa seu livro que, traz consigo uma outra questão quase que subliminar. Estamos imersos em breves estados de coma? Acostume-se com tal estado de inércia, pois Peter Wilmot, o protagonista deste drama familiar, está morto. Se não fisicamente, é dono de uma vida que sequer valeu sua existência. </p>
<p>Ou não. Posso até estar errado, mas essa condição me parece subjetiva. E quando falo inércia, não significa que a narrativa empregada em Diário seja lenta, pelo contrário, há reviravoltas e ironias, características iminentes no estilo do autor. &#8220;Só para sua informação o dia hoje está amargo com pancadas ocasionais de fúria ciumenta&#8221;. São com frases de efeitos desse nível que Diário se compõe. </p>
<p>E talvez nesse ponto você esteja se perguntando o por quê do nome. Bem, fico um pouco receoso de dizer, acredito que quebraria um pouco da essencial surpresa de se descobrir lendo. Assim como qualquer outra informação adicional, tamanha minhas reações diante do enredo. Descubra por você mesmo, descubra que, no final de tudo, a merda não passa de um clichê estético. </p>
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		<title>Irvine Welsh</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Gaiao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[danny boyle]]></category>
		<category><![CDATA[ecstasy]]></category>
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		<category><![CDATA[the acid house]]></category>

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Irvine Welsh? A forma mais óbvia de trazer à tona quem diabos é esse cara é citando &#8220;Choose life. Choose a job. Choose a carreer. Choose a family&#8221;. Não chegou? Trainspotting é a resposta. Esqueçam um pouco a associação imediata &#8220;Trainspotting = Danny Boyle&#8221; &#8211; acrescento que a adaptação que Boyle fez foi genial &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img504.imageshack.us/img504/7848/welshtarja.jpg" alt="irvine welsh; trainspotting; " /></p>
<p>Irvine Welsh? A forma mais óbvia de trazer à tona quem diabos é esse cara é citando &#8220;Choose life. Choose a job. Choose a carreer. Choose a family&#8221;. Não chegou? Trainspotting é a resposta. Esqueçam um pouco a associação imediata &#8220;Trainspotting = Danny Boyle&#8221; &#8211; acrescento que a adaptação que Boyle fez foi genial &#8211; e abram espaço pro escocês acima que continua produzindo obras tão boas quanto, superando, assim, a síndrome atual dos que permanecem em um único livro.</p>
<p><span id="more-211"></span><br />
<a href="http://www.irvinewelsh.net" target="_blank">Welsh</a> lançou Trainspotting em 1992, seu primeiro livro e, de longe, o mais famoso. Desde então mais 9 foram lançados &#8211; destaque para Glue, <a href="http://www.imdb.com/title/tt0122515/" target="_blank">The Acid House</a> (que também conta com uma adaptação para o cinema), Ecstasy e Porno &#8211; deixando claro que tem a manha de sair do óbvio mesmo abordando sempre a mesma temática: a contestação das &#8220;regras&#8221; sociais, as bizarrices e segredos da vida particular, sexo e drogas. Na minha opinião, a palavra que melhor o define é visceral.</p>
<p>Da forma mais cômica e depressiva (?) possível, ele mostra que de perto ninguém é normal. Pra mim, ele desligou o filtro que faz com que muitos tenham medo de revelar seus segredos mais bizarros, aqueles que só você sabe. A parte mais animal do indivíduo e, dentro da perspectiva dele, muitas vezes a mais espontânea  é a que fica mais evidenciada em suas obras. À partir disso Welsh me fez questionar se o que define nossos comportamentos são os nossos desejos ou o que resta quando excluímos os desejos que são rejeitados pela nossa vergonha, nossos segredos.</p>
<p>Para os que curtiram muito Trainspotting, mas não sabiam da existência dele, a minha dica é o livro Porno (2002). Nele, os mesmos personagens do maior sucesso de Irvine Welsh (Renton, Sick Boy, Begbie e Spud) se reencontram 10 anos depois e resolvem montar uma produtora pornô. Hilário, seco e espontâneo, e é daqueles que te mantém preso por horas.</p>
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