Arquivo da categoria games

16ago Luiz Jeronimo Stamboni

BioShock Infinite

 

A utópica Rapture não existe mais. Ao menos, não em BioShock Infinite, game anunciado recentemente pelo excelente estúdio Irrational Games (ou 2K). O ano é 1912 e o cenário é Columbia, uma cidade nos céus (sustentada por balões) dos Estados Unidos da América, que se envolveu em um incidente e desapareceu entre as nuvens.

A produtora promete uma reformulação das mais drásticas na franquia, tanto que um dos pontos de interesse é a personalidade do personagem ou melhor dizendo, a falta dela. Agora, você deverá encarar Booker DeWitt, uma espécie de agente que recebe uma missão que envolve uma série de segredos, e conseqüentemente, a solução deles. Os poderes serão acionados quando o conteúdo de certas garrafas for ingerido e claro, ainda estará centralizado nas mãos do personagem, assim como visto em seus antecessores.

Ken Levine, um dos cabeças da Irrational e idealizador do game, está dizendo que a relação entre esse e os outros BioShocks fica somente no nome; afirmação da qual eu já discordo, tendo visto o trailer e lido mais a respeito. Por exemplo, os poderes já soam similares, tendo inclusive o telekinesis entre eles, funcionando exatamente da mesma forma. Não que isso seja necessariamente um problema, pois BioShock é um dos melhores games já feitos, mas afirmar que a relação inexiste, me parece um tanto quanto complicado.

Obviamente, temos aí mais um grande best-seller. E talvez mais um divisor de águas na história dessa indústria, pois se depender da criatividade e ousadia desse estúdio, o que são duas de suas principais características, BioShock Infinite merece atenção e louvor desde já. Apesar do anúncio surpresa, com divulgação de trailer e tudo o mais, não se anime tanto, pois você só poderá jogá-lo a partir de 2012. Até lá, para o bem ou para o mal dos games, muita coisa vai acontecer.



 
06ago Felipe Pinheiro

Batman: Arkham City

 

Arkham City

Não é exagero dizer que Batman: Arkham Asylum, produzido pelo Rocksteady Studios, foi o melhor jogo adaptando o personagem e um dos melhores do gênero. Sucesso de vendas e de crítica, teve sua continuação anunciada há um certo tempo, mas sem grandes detalhes.

Foram divulgadas, então, as primeiras novidades sobre o jogo, que até então estava sendo chamado de Arkham Asylum 2. Com seu novo nome, um pouco da trama foi revelado, e traz certa inspiração em eventos de Batman Begins. Os internos do Asilo Arkham fugiram e tomaram um bairro em Gotham, fazendo com que boa parte desse distrito seja cercada e transformada em um novo Asilo. Isso mesmo, agora Batman irá enfrentar vilões e alucinados por boa parte da cidade, que está tomada pelo caos. Foram confirmados personagens como Coringa, Arlequina, Mulher-Gato e Duas-Caras e devem surgir novos vilões dos quadrinhos.

Com promessa de uma jogabilidade ainda melhor (mantendo ainda o equilíbrio entre o Batman furtivo e o porradeiro) e lançamento programado para o fim de 2011, Arkham City estará disponível para PCs, Playstation 3 e Xbox 360.



 
02ago Dalton Menoncin

Street Fighter x Tekken

 

O que era apenas rumor agora começa a ganhar contornos. E trailer, inclusive.

Uma das surpresas da Comic Con foi o debut do crossover entre duas das maiores franquias de luta da história. Uma responsável por popularizar o famoso 1-contra-1 e outra por levar tal combate para 3 dimensões com boas doses de impressionismo e sem pulos de três metros de altura, Street Fighter e Tekken rivalizam hoje como ícones em suas variações de estilos, levando os fanboys mais afoitos a longos embates sobre jogabilidade, personagens, enredo… e não há lugar melhor para resolver uma colisão entre mundos como essa do que com um joystick na mão, certo?

Além do debut trailer, foi liberado também um vídeo que exemplifica como será o blend da jogabilidade nesse curioso mix. Pelo menos segundo essa prévia dá-se a impressão que, além da possibilidade de trocar de lutadores no meio da luta, a galera do Ryu será mais focada em movimentos especiais espalhafatosos enquanto a banca do Sr. Kazuya terão combinações de golpes assustadoras.



 
19jul Luiz Jeronimo Stamboni

Megaman Universe

 

Quem não conhece Megaman que atire a primeira. Eu, por exemplo, tive o privilégio de controlar esse robô azul ainda no início dos anos 90, época em que vez ou outra, encontrava uma fita para o saudoso Nintendo 8 bits que imprimia os dizeres: Rockman (se você não sabe ou não se lembra, é como esse nosso velho amigo é conhecido no Japão).

Desde então, Megaman teve altos e baixos. E como esperado, alto em suas aventuras em 2D, baixo em conversões para o 3D. E por mais que tenham falhado em impor um mundo em 3 dimensões, o anúncio de que a Capcom está trazendo a série para os felizardos donos de um Playstation 3 e um Xbox 360, em 3D, me causou grata surpresa.

A idéia é de resgatar o início da série e para tanto, Megaman contará com um grupo de auxílio dos mais especiais, afinal, membros como Ruy e Arthur (Ghosts n´Globlins), fazem parte dele. Megaman Universe também promete se embebedar na fonte de referências aos grandes clássicos da Capcom. 1942, Final Fight, Bionic Commando e Darkstalkers, estão entre os games sugeridos.

Por ora, é o que se sabe a respeito. Maiores detalhes deverão ser revelados durante a Comic-Con, que acontece em San Diego no final dessa semana. É esperar pra ver.


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05jul Bruno O. Barros

Nível de facilidade

 

Lembra quando você ligava aquele jogo que acabou de comprar, apertava start e começava a jogar sem nem precisar ler o manual ou passar por qualquer tipo de tutorial? Lembra quando você ligou Mario Kart do SNES pela primeira vez e simplesmente presumiu que ao apertar o botão A, o kart aceleraria e ao apertar o B, o kart freiaria? Pois é… esse época ficou para trás. Hoje as grandes empresas da indústria do videogame partem do princípio de que o jogador é essencialmente um débil mental.

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18jun Luiz Jeronimo Stamboni

Resumo da E3: Sony

 

Esperava-se muito da conferência da Sony. Pena que essa mesma expectativa não tenha sido superada. E olha que a gigante do entretenimento teve algo muito positivo a seu favor, o fato de ter ficado com o último espaço na agenda da feira. Depois de ter visto a Microsoft vislumbrar com seu Kinect, ter acompanhado o triunfo saudosista da Nintendo, restava à Sony apostar todas as suas fichas em sua apresentação. Pena que essas fichas eram um tanto quanto limitadas.

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17jun Luiz Jeronimo Stamboni

Resumo da E3: Nintendo

 

Não seria exagero algum dizer que a Nintendo foi a empresa que mais surpreendeu nessa edição da E3. Pudera, o tom saudosista de sua conferência pegou no ponto fraco dos gamers considerados “hardcore”, que um dia foram evangelizados pela gigante japonesa que iniciou seus trabalhos no ramo dos baralhos.

Shigeru Miyamoto – que é provavelmente o homem mais influente da indústria gamer – começou seu discurso de forma espantosa, apresentando Skyward Sword, o próximo episódio de Zelda, previsto para Nintendo Wii. Em seguida, embalou no já mencionado saudosismo, revisitando os clássicos Donkey Kong e 007: GoldenEye, que agoram também chegam ao console mais vendido do mundo.

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15jun Luiz Jeronimo Stamboni

Resumo da E3: Microsoft

 

A conferência da Microsoft no dia de ontem foi pontuada por altos e baixos. Por mais clichê que seja, não há maneira melhor para avaliar o que a própria empresa havia intitulado como tendência, desde sua apresentação na feira do ano passado. A grande aposta da Microsoft é o Kinect, antigo Project Natal – que teve esse nome por contar com um engenheiro de Natal, Rio Grande do Norte, envolvido no projeto – visando, obviamente, o público já crismado pela Nintendo.

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10jun Luiz Jeronimo Stamboni

Rock Band 3

 

Por conta da E3, a indústria dos games tem limitado de forma considerável a quantidade de notícias sobre o fantástico universo do entretenimento eletrônico. Tudo para surpreender no maior evento destinado à categoria. E nesse ponto, justamente, entram os rumores. Alguns não passam de verdadeiros boatos, na mesma medida em que outros ganham força, como o caso do set list de Rock Band 3 e seu mais novo membro na família de instrumentos de plástico. Com vocês, o teclado.

O que era boato ganhou força quando no finalzinho de maio, em uma apresentação do episódio canônico da franquia, Green Day: Rock Band, um teaser sugeria um teclado entre os controles. O periódico USA Today já experimentou o jogo e confirma a inclusão do novo instrumento, dizendo se tratar de um keytar, um teclado portátil bem famoso nos anos 80.

Um novo modo de jogo também parece ser um dos grandes acréscimos dessa versão. A Harmonix afirma que quem encará-lo, estará apto para tocar instrumentos de verdade. Já o set list teve algumas de suas músicas liberadas. Mais uma vez me decepciono com o ingresso de músicas já vistas em jogos do gênero, como Crazy Train do Ozzy e I Love Rock And Roll, da Joan Jett. Por ora, Oh My God (Ida Maria), Walkin on The Sun (Smash Mouth), Just Like Heaven (The Cure), Bohemian Rhapsody (Queen) e Break on Trough (The Doors), também foram anunciadas.

Rock Band 3 chega no final do ano (data precisa ainda não anunciada) para Playstation 3, XBox 360, Wii e Playstation 2.


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01jun Luiz Jeronimo Stamboni

Split Second: Review

 

Não é de hoje que falo sobre Split/Second. E espero sinceramente que não seja a última vez. Split/Second, título com jogabilidade arcade que saiu para Playstation 3, Xbox 360 e PC, é um show de elementos visuais, sonoros e emocionais (?). Quem garante essa experiência é a Black Rock Studio, subsidiária da Disney que já surpreendeu os gamers com Pure, em meados de 2008.

Trata-se de um jogo de extremos. A velocidade é extrema, as colisões e explosões são extremas. E isso é o que ele tem como seu grande diferencial. É certo que Split/Second bebe da fonte de Burnout, jogo que até então, era o melhor arcade que eu havia visto. Mas vale enfatizar que agora temos um novo competidor, um concorrente de peso e que, tão correto quanto afirmar que Burnout foi um divisor de águas, Split/Second chega para instituir um novo padrão em jogos do gênero.

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