
A utópica Rapture não existe mais. Ao menos, não em BioShock Infinite, game anunciado recentemente pelo excelente estúdio Irrational Games (ou 2K). O ano é 1912 e o cenário é Columbia, uma cidade nos céus (sustentada por balões) dos Estados Unidos da América, que se envolveu em um incidente e desapareceu entre as nuvens.
A produtora promete uma reformulação das mais drásticas na franquia, tanto que um dos pontos de interesse é a personalidade do personagem ou melhor dizendo, a falta dela. Agora, você deverá encarar Booker DeWitt, uma espécie de agente que recebe uma missão que envolve uma série de segredos, e conseqüentemente, a solução deles. Os poderes serão acionados quando o conteúdo de certas garrafas for ingerido e claro, ainda estará centralizado nas mãos do personagem, assim como visto em seus antecessores.
Ken Levine, um dos cabeças da Irrational e idealizador do game, está dizendo que a relação entre esse e os outros BioShocks fica somente no nome; afirmação da qual eu já discordo, tendo visto o trailer e lido mais a respeito. Por exemplo, os poderes já soam similares, tendo inclusive o telekinesis entre eles, funcionando exatamente da mesma forma. Não que isso seja necessariamente um problema, pois BioShock é um dos melhores games já feitos, mas afirmar que a relação inexiste, me parece um tanto quanto complicado.
Obviamente, temos aí mais um grande best-seller. E talvez mais um divisor de águas na história dessa indústria, pois se depender da criatividade e ousadia desse estúdio, o que são duas de suas principais características, BioShock Infinite merece atenção e louvor desde já. Apesar do anúncio surpresa, com divulgação de trailer e tudo o mais, não se anime tanto, pois você só poderá jogá-lo a partir de 2012. Até lá, para o bem ou para o mal dos games, muita coisa vai acontecer.










