Arquivo da categoria games

26mai Luiz Jeronimo Stamboni

Troca Jogo

 

Quando o Leorama me apresentou o Troca Jogo, eu duvidei que funcionasse. Fiz meu cadastro quase que por fazer. Minha expectativa para trocar alguma coisa ali era nula, mas, hoje, mudei minha opinião e posso afirmar que se trata de uma das melhores iniciativas dentro da web brasileira. Do tipo que te faz pensar: por que essa idéia não foi minha?

Funciona. E funciona muito bem. Tanto que até me faz lembrar dos tempos em que eu caminhava alguns bons km para trocar um jogo de Mega Drive e Super Nintendo com alguém. Nos tempos em que você sabia por um amigo de um amigo que o amigo dele tinha Donkey Kong Country, mas estava a fim de jogar Super Punch-Out, que você tinha. Então, você, como Maomé, ia até a montanha.

Os tempos mudaram, muito, e graças à internet podemos usufruir de sites como o Troca Jogo que, como o próprio nome já diz, aproxima gamers uns dos outros para que se façam trocas de jogos. O sistema funciona bem, pois te mostra quem tem um jogo que você quer e que, consequentemente, quer um jogo que você tem. Mostra até o quão próximo esse determinado usuário está de sua localização. À partir disso, trocassem-se algumas mensagens e marcam-se alguns encontros (recomendo que as trocas sejam feitas pessoalmente). Já fiz 6 trocas em menos de um mês e todas sem qualquer tipo de problema.

Se você é gamer e não conhecia o site, fica a dica. Se conhecia, é bom que esteja aqui. Me adicione entre seus amigos e quem sabe não podemos trocar algum game?



 
24mai Luiz Jeronimo Stamboni

Call of Duty: Modern Warfare 3

 

O spin-off Modern Warfare se tornou uma das franquias mais aguardadas por gamers de todo o mundo. Desde o anúncio da Activision, em abril de 2007, todos ficam ansiosos pelo lançamento de um novo game. Foi assim com o primeiro, o segundo e obviamente, passou a ser assim com o terceiro. Aos poucos, a Activision vai liberando detalhes do game, mas nada comparado ao excelente trailer de ontem.

Três estúdios estão trabalhando na sequência, que deve chegar às prateleiras em 08 de novembro.


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17mai Luiz Jeronimo Stamboni

Mortal Kombat

 

Me lembro da primeira vez em que joguei Mortal Kombat. Era em algum mês de 1992. Na verdade, não joguei, ouvia, pois eu tinha medo dos fatalities. E quando Mortal Kombat foi lançado para consoles de mesa, ainda me lembro que, entre todos meus amigos, somente eu sabia o código para habilitar sangue (e conseqüentemente os fatalities) para a versão de Mega Drive. A B A C A B B, esse era o código. Obviamente, eu não falava. E jogávamos Mortal Kombat durante todos aqueles finais de semana sem sangue algum.

Muita coisa mudou de lá pra cá. Mortal Kombat voltou e está mais violento do que nunca. A prova disso são os fatalities (que já não me assustam mais), que estão muito mais ousados, exagerados e víscerais. Uma ode a Tarantino. Mas Mortal Kombat não mudou somente o que fez de si uma franquia de relativo sucesso (vocês também acham que MK sempre esteve à sombra de Street Fighter?), Mortal Kombat se reinventou por inteiro.

Creio que a movimentação tenha sido o fator que mais tenha sido levado em consideração. Nessa nova edição do torneio tudo está mais fluído. Dos pulos à corrida. Passandos pelso golpes. E por falar neles, estão incríveis. O Scorpion e o Noob Saibot, por exemplo, tem golpes de fazer brilhar os olhos de quem os executa. Tal qual os agarrões, que nem era uma das características da série mas que aqui, se mostram extremamente eficazes.

Os cenários estão lindos, muitos deles vocês reconhecerão, apesar de suas releituras ter sido tão bem trabalhadas que daria para jurar que se tratam de novos ambientes. E os personagens? Os principais, populares, estão todos lá, com a bela adição de um Kratos para a versão de Playstation 3. Adição muito, mas muito bem vinda, diga-se de passagem.

E um aspecto interessante. Podemos encontrar o game com legendas em português. Mesmo que o trabalho de localização não tenha sido dos melhores efetuados, vale pela iniciativa. Mas o que vale mesmo é comprar esse jogo. Anote aí, pois acabamos de falar de um dos grandes games de 2011. Ponto pra NetherRealm Studios.


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10mai Luiz Jeronimo Stamboni

The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D

 

Há quem diga que Ocarina of Time é o melhor jogo da série Zelda. Há quem diga que Ocarina of Time é o melhor jogo já lançado. Na verdade, muita, mas muita gente diz isso. De pessoas “comuns” à mídia especializada. E desde o anúncio do portátil com funções 3D da Nintendo, um jogo da segunda maior franquia de Shigeru Miyamoto era deveras aguardado.

Sendo assim, o que poderia ser melhor do que portar o maior game da série para o Nintendo 3DS? A espera está acabando e The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D, tão logo, já poderá ser encontrado por aí. Os gráficos foram nitidamente aperfeiçoados, mas o que a Nintendo mais se vangloria é do fato de que, por conta do estereoscópico presente no Nintendo 3DS, a sensação de profundidade encontrada em Hyrule causa uma sensação quase mágica.

Imagino que, mais do que o “benefício” da tecnologia 3D, o grande trunfo do game seja a utilização da inferior. Acessar mapas, gerenciar itens e demais tarefas (que geralmente eram um tanto quanto burocráticas) serão de execução muito mais simples. Não que isso seja novidade, mas em se tratando de um game como Zelda, será novamente muito bem vindo.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D chega em 19 de junho próximo. Alguém dúvida de que esse será o grande blockbuster do ano para os portáteis?


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03mai Luiz Jeronimo Stamboni

Need for Speed: The Run

 

Me lembro da primeira vez que joguei Need for Speed. Foi para o 3DO, logo após ter jogado Gex. Na época (1994), achava que Need for Speed tinha algo que nenhum outro jogo de corrida havia conseguido imprimir. Velocidade. Muito por conta disso era efeito das linhas, que vinham através do vácuo. Era lindo. Foi lindo…

Desde então, a série teve altos e baixos. Mais baixos que altos, eu diria. Pudera, com o tempo, tornou-se complicado para a EA inovar. E de lá pra cá, os únicos NFS que me chamaram a atenção foram o Most Wanted e o Hot Pursuit, esse, lançado no final de 2010. Mas a EA não se cansa, afinal, apesar de tudo, Need for Speed é uma franquia lucrativa e ontem fez um anúncio que ninguém esperava: Need for Speed: The Run, está em desenvolvimento avançado.

A promessa é de que o melhor de Hot Pursuit seja mesclado ao melhor de Shift, leia-se perseguições frenéticas em alta velocidade. O destaque mesmo deve ficar por conta do cenário, pois o background será grande parte do território norte-americano. Um dos produtores do game, Jason DeLong, disse: “Esse é um ano em que Need for Speed atingirá um novo patamar”. Eu espero, mesmo, que seja verdade.

Need for Speed: The Run está com lançamento previsto para 15 de novembro desse ano.


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19abr Luiz Jeronimo Stamboni

Wii HD

 

De acordo com a Game Informer, inúmeras fontes confirmam que a grande notícia da E3 envolvendo a Big N, será o sucessor do Wii. Um Wii HD? É o mais provável. O fato é que a cada dia, apesar do sucesso de vendas, a Nintendo se distancia mais de seus concorrentes no que diz respeito à qualidade técnica. Seu hardware já soa ultrapassado, e olha que entre Xbox 360 e Playstation 3, o Wii foi o console que chegou por último nessa geração.

Algumas dessas fontes trazem informações que, se confirmarem, revelarão na verdade o console mais poderoso da atualidade. A lista de novidades destaca: controles sensíveis a movimento superiores ao Move (Playstation 3); Tela HD no controle e uma coisa muito interessante, a promessa de que os jogos de third-parties lançados para o Wii valerão a pena. Finalmente.

Rumores ou não, a expectativa é das maiores, até por que trata-se da Nintendo. Agora já sonho jogando um novo game do Mario para essa plataforma. E imagino que você também deva estar com a mesma ansiedade, não?



 
15abr Luiz Jeronimo Stamboni

Resident Evil: Operation Raccon City

 

Recentemente a Capcom anunciou estar trabalhando em um novo título da série Resident Evil. Até aí, nenhuma novidade, pois se trata de uma das franquias de maior sucesso da empresa. Porém, o que acredito que tenha pego muita gente de calça curta tenha sido a idéia de retratar os episódios que aconteceram entre o segundo e o terceiro jogo. Mas o mais bacana. Esses episódios poderão ser reescritos.

Como assim? Você dirá. Pois é, acho um pouco cedo pra ter uma opinião formada a respeito, mas a Capcom costuma surpreender quando quer (vide Resident Evil 4 e sua influência) e acho que esse seja um bom momento para isso. Sem mais, fique com o teaser trailer, que soa bastante promissor.



 
31mar Luiz Jeronimo Stamboni

Megaman Universe é cancelado

 

Em julho do ano passado eu havia feito um post comentando sobre Megaman Universe, aposta da Capcom para a nova geração, utilizando um de seus personagens mais emblemáticos. A idéia era fazer uma releitura desse clássico, dando um toque inovador à franquia, incluindo ferramentas de construção de personagens e cenários.

Era… Pois infelizmente, Megaman Universe foi cancelado. Muito se especula a respeito, mas o mais provável é que isso tenha ocorrido por conta da saída de Keiji Inafune, grande responsável pelo projeto. Ao menos, Megaman Legends 3 ainda continua em desenvolvimento.

Em tempo, vale relembrar o teaser dedicado a Megaman Universe, que conta com as participações mais que especiais de Ryu e Arthur (Ghosts n´Goblins).


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29mar Luiz Jeronimo Stamboni

Killzone 3

 

Tardou, mas não falhou. Apesar de Killzone 3 ter sido lançado há um mês, não tem como deixar de falar desse game que está entre os grandes FPS da atualidade. Título exclusivo para Playstation 3, a Sony mostra que a série ainda tem fôlego, inovando em determinados aspectos e reciclando alguns outros de forma satisfatória.

Pra começar, Killzone 3 é um dos jogos mais tecnicamente belos que existem. Sem exageros. A Guerrilla Games já havia explorado com maestria o hardware do Playstation 3 em Killzone 2, mas agora tiraram leite de pedra. Os gráficos – com os efeitos de blur e luz, tão característicos da franquia – foram aperfeiçoados ao extremo. Tudo flui perfeitamente, mesmo quando se usa o máximo de zoom de uma Sniper.

Outro ponto forte do game, o modo on-line, também está melhor do que nunca. Além do acréscimo mais que bem vindo de novas armas, novos modos de jogo também foram adicionados, dando longevidade a esse título que, por si só, tem suas peculiaridades.

Só não gostei da dublagem em português (que é opcional). Nitidamente, nota-se que a atenção quanto a esse atributo não foi a mesma que a de muitos outros. No mais, é um primeiro grande passo. Até por que a dublagem está em pt-br. Enfim, Killzone 3 é obrigatório – ao menos para amantes do gênero – e garanto, vai ficar por um bom tempo em seu console. Por tempo até demais.



 
21mar Luiz Jeronimo Stamboni

Marvel vs Capcom 3

 

O maior e melhor crossover de todos os tempos retornou ao mundo dos games. E olha que, como grande fã da DC, nem mesmo a junção de seu universo com o de Mortal Kombat pôde fazer pela diversão o que a Marvel consegue fazer quando se une à Capcom. Marvel VS. Capcom é gigante em diversos aspectos, a começar pela quantidade de personagens. Caras conhecidas das duas casas estão lá, como Ryu, Chun-li, Wolverine e Homem-Aranha, mas há espaço (em que são muito bem-vindos) para personagens como Chris Redfield, Amaterasu (Okami), Phoenix e X-23, entre outros.

E quando digo gigante, leia-se como uma analogia livre para exagero. Sim, aquele mesmo exagero que estamos acostumados a ver em jogos do tipo, aqui, foi elevado à décima potência. Desde os especiais combinados à luta final contra (perdõe-me se soará como spoiler) Galactus! A lista de golpes também é extensa, e personagens como Dante e Deadpool parecem ter sido ainda mais privilegiados nesse quesito. Dante, inclusive, soa como o melhor selecionável do game.

Uma das grandes diferenças na verdade está para a ausência do sistema de controle em que há socos e chutes de diferentes potências, abandonando assim o que tínhamos nos games anteriores da franquia e se assemelhando ao sistema adotado em Tatsunoko VS. Capcom. Em se tratando de qualidade técnica, Marvel VS. Capcom 3 é impecável. Dos gráficos, mais lindos do que nunca aos efeitos sonoros, com destaque para a dublagem. Deadpool soa como um fanfarrão em suas falas.

Os pontos fracos se dão pelo roteiro, fraco e insosso e pelos finais. Estes são uma lástima, bem que a Capcom poderia ter dado a mesma atenção que deu à apresentação, deixando de lado esses finais estáticos, que em nada tem a ver com a nova geração. No mais, Marvel VS. Capcom 3: Fate of Two Worlds, que saiu para as plataformas Playstation 3 e Xbox 360 é garantia de diversão. Alguém aí esperava algo além disso?