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	<title>Tarja Preta: Cultura pop para não óbvios &#187; tech</title>
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	<description>Blog sobre quadrinhos, cinema, música, games...</description>
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		<title>Dia da Toalha e Dia do Orgulho Nerd</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 13:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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Neste 25 de maio, se comemora o Dia do Orgulho Nerd. Nerds: Um grupo que abrange bem mais pessoas do que na época dos antissociais e satíricos personagens d’A Vingança dos Nerds. Não só porque ser nerd é uma das várias modinhas de hoje em dia, mas porque o próprio conceito se alargou bastante.
Segundo Alexandre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i91.photobucket.com/albums/k320/luizjeronimo/guiadomochileirodasgalaxias.jpg" alt="" /></p>
<p>Neste 25 de maio, se comemora o Dia do Orgulho Nerd. Nerds: Um grupo que abrange bem mais pessoas do que na época dos antissociais e satíricos personagens d’A Vingança dos Nerds. Não só porque ser nerd é uma das várias modinhas de hoje em dia, mas porque o próprio conceito se alargou bastante.</p>
<p>Segundo Alexandre Ottoni, do ótimo<a href="www.jovemnerd.com.br" target="_blank"> Jovem Nerd</a>, – e se você, leitor do Tarja, nunca ouviu o hilário nerdcast (este é um jabá deliberado para mendigar um convite para o programa? Talvez, jovem gafanhoto), vá correndo, malhaaaado! – nerd é todo aquele que se aprofunda em um tema e tem prazer em estudar tudo sobre ele. Ou seja, não é apenas aquele cara que manja de cálculos e programação, mas até mesmo um estudante de cinema ou advogado.</p>
<p><span id="more-2422"></span><br />
E por que 25 de maio? Por ser a data da première de Star Wars: Uma Nova Esperança (nos idos de 1977), a ópera espacial de George Lucas que representou um dos maiores marcos da cultura nerd (aliás, da cultura pop, que acaba envolvendo a primeira), como se pode perceber pela quantidade absurda de citações e sátiras com a história de Luke, Leia, Han e Darth Vader (considerado um dos maiores vilões do cinema).</p>
<p>Além disto, 25 de maio também é considerado o Dia da Toalha, em homenagem a Douglas Adams, criador da hilária trilogia de cinco livros O Guia do Mochileiro das Galáxias, a britânica sátira social em forma de ficção científica (E, cá entre nós, qual a boa ficção científica que não é, na verdade, um bom veículo de crítica ou análise social?).</p>
<p>Toalha? Sim, toalha, um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar (o que é um ótimo indício do surrealismo da série que definiu que o sentido para a vida, o universo e tudo mais é simplesmente 42).</p>
<p>Embora tenha passado por uma recente expansão de popularidade (criticada por muitos que clamam ser true nerds), a cultura nerd (ou geek, embora muitos surtem antes de admitir uma similaridade entre os termos) sempre foi um importante elemento da cultura pop (sim, podemos dizer que são vertentes diferentes, com a cultura pop mais ampla, e englobando a nerd).</p>
<p>Muitas obras tipicamente tidas como essenciais aos nerds são marcos da pop culture. São filmes como Star Wars, Blade Runner, Tron, Matrix e Alien, séries como Star Trek (a importância – ou desimportância &#8211; do canastrão William Shatner na cultura mundial renderia, por si só, uma série de bons artigos), Arquivo X, Battlestar Galactica, Lost e a atual Fringe e livros como Senhor dos Anéis, Duna, Neuromancer, o recente A Batalha do Apocalipse, e claro, O Guia (alguns dos quais ganharam ótimas adaptações no cinema).</p>
<p>E nem vamos falar dos quadrinhos ou games, redutos clássicos da população nerd e que também, vez ou outra, ganham suas adaptações (lembrando que o cinema vem passando por uma verdadeira enxurrada de filmes baseados nos quadrinhos, que não tem atingido só o público cativo das HQs, como o bilhão de The Dark Knight está aí para provar).</p>
<p>O amor pelo conhecimento (e, quase invariavelmente, pela cultura pop) define o nerd moderno, que pode não ser tão tímido e desajustado como o estereótipo costuma transparecer. Não é exagero dizer que os nerds estão dominando o mundo, mas apenas porque eles se reinventaram e, principalmente, porque detém a maior riqueza atual: o conhecimento.</p>
<p>Comemoremos o Dia do Orgulho Nerd com o último grande <a href="http://youtu.be/KhgcwCNRNdI" target="_blank">hino</a> do geeks de plantão&#8230; Desculpem-me, não resisti&#8230; Eu não&#8230;</p>
<p>Ok, era desta música aqui que eu estava falando: A excelente<a href="http://youtu.be/sKFW6QeGvns" target="_blank"> Tonight I’m Frakking You</a>, paródia de Tonight (I’m Lovin’ You), de Enrique Iglesias.</p>
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		<title>iPhone 4 e a lógica do input</title>
		<link>http://tarjapreta.org/2010/06/11/iphone-4-e-a-logica-do-input/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 21:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno O. Barros</dc:creator>
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É curioso nos darmos conta de que precisaram de quase 3 anos desde o lançamento do primeiro iPhone para que os concorrentes conseguissem desenvolver um celular que se aproximasse do aparelho da Apple em termos de hardware e software. E hoje temos excelentes celulares como o Motorola Milestone, o Nexus One e o EVO 4G [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img820.imageshack.us/img820/2667/iphone4.jpg" alt="" /></p>
<p>É curioso nos darmos conta de que precisaram de quase 3 anos desde o lançamento do primeiro iPhone para que os concorrentes conseguissem desenvolver um celular que se aproximasse do aparelho da Apple em termos de hardware e software. E hoje temos excelentes celulares como o Motorola Milestone, o Nexus One e o EVO 4G da HTC.</p>
<p>Mas como a Apple não gosta de ser alcançada, essa semana Steve Jobs apresentou para o mundo o iPhone 4 — aparelho que estabelece novos padrões que provavelmente levarão mais 2 ou 3 anos para se difundirem entre os celulares de outras marcas.</p>
<p>Apesar dos impressionantes recursos (como a tela com resolução <a title="Obcenidade em pixels" href="http://www.apple.com/iphone/features/retina-display.html" target="_blank">obscenamente grande</a>, capacidade de <a title="HD" href="http://www.apple.com/iphone/features/hd-video-recording.html" target="_blank">gravar vídeos em alta-definição</a> a 30 quadros por segundo, <a title="FaceTime" href="http://www.apple.com/iphone/features/facetime.html" target="_blank">vídeo-conferências</a>, etc.), eu acredito que o grande destaque do iPhone 4 foi ter se transformado no <strong>primeiro celular </strong>capaz de produzir e editar conteúdo de vídeo em alta-definição.</p>
<p><span id="more-866"></span></p>
<h2>Output/Input</h2>
<p>Até então, o iPhone e todos seus concorrentes eram vistos como aparelhos essencialmente de <em>output,</em> ou seja, aparelhos cuja função principal era fornecer conteúdo ao usuário. Há entrevistas antigas com o próprio Steve Jobs dizendo que os celulares serviriam como aparelhos de <em>output</em> e o <em>input</em> ficaria a cargo dos computadores e notebooks. O iPhone 4 é a prova de que a<strong> Apple mudou de idéia</strong> e hoje acredita que seus celulares podem não apenas fornecer <em>output,</em> mas produzir <em>input,</em> produzir conteúdo — e conteúdo sério.</p>
<p>O primeiro passo foi dado com lançamento da <a title="iWork for iPad" href="http://www.apple.com/ipad/features/numbers.html" target="_blank">suíte de aplicativos iWork</a> para o iPad. Ou seja, o iPad não seria apenas um iPod Touch grandão onde você acessaria a internet, jogaria, postaria no Twitter e no Facebook&#8230; Com o iWork ele seria também um produtor de conteúdo profissional: textos, apresentações de slides, planilhas.</p>
<p>Todos os <em>inputs</em> dos smartphones até então se limitavam a coisas muito básicas: agenda, anotações, fotos, etc; aí a Apple resolve subverter essa lógica e mostrar que o iPhone 4 não é um smartphone qualquer e lança o <a title="iMovies for iPhone" href="http://www.technama.com/2010/imovies-for-iphone-4-video-included/" target="_blank">iMovies for iPhone</a> — o que pegou muitos de surpresa. A demonstração do aplicativo durante a WWDC 2010 foi surpreendente e colocou o iPhone numa nova categoria de aparelhos móveis.</p>
<p>E os boatos agora é que a suíte iWorks será lançada também para iPhone.</p>
<p>Eu, particularmente, acho que esse é o caminho natural que a indústria está seguindo (liderada pela Apple). Se o que diferenciava um computador de um smartphone ou de um tablet era o fato de você poder trabalhar profissionalmente no computador, parece que a Apple está disposta a mudar isso. É claro que levará algum tempo, mas os primeiros passos já estão sendo dados.</p>
<p>Agora é assistir o Google e a Microsoft correrem atrás do prejuízo; seja através de um Google Docs para o Android ou por meio de um Office ou um Movie Maker para o Windows Mobile.</p>
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		<title>O Flash moribundo</title>
		<link>http://tarjapreta.org/2010/05/30/o-flash-moribundo/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 15:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno O. Barros</dc:creator>
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O Flash está morrendo&#8230; e não, não é do super-herói que estou falando. Nascido no ano de 1996 sob a alcunha de Macromedia Flash, o Flash teve uma longa e próspera trajetória como a principal plataforma multimídia da internet até hoje, quando encontrou seus futuros algozes: o HTML5 e a Apple.
Muita gente nem sabe direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img704.imageshack.us/img704/1351/flashbt.jpg" alt="" /></p>
<p>O Flash está morrendo&#8230; e não, não é do super-herói que estou falando. Nascido no ano de 1996 sob a alcunha de Macromedia Flash, o Flash teve uma longa e próspera trajetória como a principal plataforma multimídia da internet até hoje, quando encontrou seus futuros algozes: o HTML5 e a Apple.</p>
<p>Muita gente nem sabe direito o que é Flash ou que diabos é HTML5. O usuário final está pouco se lixando para como ele vê um vídeo na internet, ele só quer assistir e pronto. É por esse motivo que ao apostar no fim do Flash <a href="http://www.walyou.com/blog/2010/04/15/no-flash-support-iphone-ipad/" target="_blank">impedindo o uso deste</a> em seus iPhones, iPods e iPads, a Apple corre o risco de sair como vilã na história.</p>
<p><span id="more-738"></span><br />
Já o Google, embora esteja caminhando para uma <a href="http://youtube-global.blogspot.com/2010/01/introducing-youtube-html5-supported.html" target="_blank">substituição do Flash pelo HTML5 em sites como o YouTube</a>, aproveita-se dessa brecha para anunciar o Flash no seu sistema operacional para celulares, o Android — <a href="http://blogdoiphone.com/2010/05/flash-deixa-o-novo-android-2-2-muito-mais-lento-segundo-testes/" target="_blank">mesmo diante do risco de deixar seu sistema instável e lento</a>.</p>
<p>Várias pessoas já tentaram explicar por que a Apple colocou-se tão radicalmente contra o Flash. Até o próprio Steve Jobs já deu <a href="http://www.apple.com/hotnews/thoughts-on-flash/" target="_blank">sua versão</a> para a celeuma. Jobs resume seus motivos em 6 pontos:</p>
<ul>
<li><strong>1</strong>. Contrário aos padrões web (HTML, CSS, Java, etc.), o Flash é uma tecnologia proprietária controlada por uma única empresa, a Adobe;</li>
<li><strong>2</strong>. A maioria dos grandes portais já estão trocando o Flash pelo HTML5, uma tecnologia padrão e gratuita da web;</li>
<li><strong>3</strong>. O Flash possui graves falhas de segurança e é extremamente lento em dispositivos móveis;</li>
<li><strong>4</strong>. O Flash consome muita bateria tanto de aparelhos celulares quanto de notebooks;</li>
<li><strong>5</strong>. O Flash não contempla dispositivos com multi-touch graças ao uso intenso de mouse-overs;</li>
<li><strong>6</strong>. Utilizar o Flash para desenvolver aplicativos tira a atenção dos programadores, que deveriam programar em linguagem nativa.</li>
</ul>
<p>Todos esses pontos são tão válidos quanto controversos e passíveis de debate. No entanto, independente de todas essas tecnicalidades, acho que o motivo principal para decretarmos a morte do Flash é: o Flash foi um modo de fazer internet que ao invés de contribuir com ela em termos de linguagem, acabou simplesmente copiando outras linguagens.</p>
<p>O que eu quero dizer com isso?</p>
<p>Simples. Usemos o cinema como exemplo. Quando o cinema começa a surgir como arte ele ainda não havia uma linguagem própria, ou seja, não havia um jeito próprio de se fazer cinema — portanto, a maioria dos filmes copiavam a linguagem do teatro. Em outras palavras, os primeiros filmes nada mais eram que peças de teatro filmadas. O tempo foi passando e o cinema foi construindo uma linguagem particular, algo que o diferenciava do teatro.</p>
<p>Comparativamente, acredito que o Flash foi a internet tentando fazer uso da linguagem do CD-ROM multimídia ao invés de criar a sua própria. Por essa ótica, o Flash imitaria a moda multimídia dos anos 90 (época em que comprávamos CD-ROMs em bancas de revista com clipes de vídeo, joguinhos e sharewares). O foco sempre foi efeitos de transição de tela, menus animados retráteis, blá, blá, blá.</p>
<p>Ao passo em que os padrões web como HTML e CSS focaram em dar à internet uma cara própria (e conseguiram), o Flash continuou focado num aspecto que hoje em dia nos parece cada vez mais ultrapassado — e agora espera os últimos pregos do caixão.</p>
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		<title>Desafio Rayovac</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
				<category><![CDATA[tech]]></category>
		<category><![CDATA[dj hero]]></category>
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Informe Publicitário
É no mínimo curiosa essa nova campanha da Rayovac, em que ela mostra, por meio de testes feitos em laboratório &#8211; leia-se comprova &#8211; que suas pilhas duram tanto quanto as de sua maior concorrente, a Duracell. Sendo assim, qual o grande mote por trás dessa relação? O custo x benefício, claro, uma vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img214.imageshack.us/img214/1285/desafiorayovac.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Informe Publicitário</strong></p>
<p>É no mínimo curiosa essa nova campanha da Rayovac, em que ela mostra, por meio de testes feitos em laboratório &#8211; leia-se comprova &#8211; que suas pilhas duram tanto quanto as de sua maior concorrente, a Duracell. Sendo assim, qual o grande mote por trás dessa relação? O custo x benefício, claro, uma vez que a Rayovac oferta pilhas de mesma duração com até R$ 0,50 de diferença.</p>
<p>Lendo o release da campanha, uma informação adicional me chamou bastante atenção. Enquanto consumidores, somos carentes de informações referentes a produtos e a indústria raramente faz o seu papel, que é o de dar maiores esclarecimentos a respeito do que produz e comercializa.</p>
<p>E como um amante de gadgets e gizmos, sempre necessito de pilhas e a informação de que uma se sobressai em relação a segunda dessa forma, me parece bastante proveitosa, já que tenho de pôr pilhas nos instrumentos que acompanham Guitar Hero; na Turntable de DJ Hero; em controles, remotos ou de videogame (como os de Xbox 360) e em mais uma infinidade de outras coisas.</p>
<p>Diante disso, te convido a visitar o site do <a href="http://www.rayovac.com.br" target="_blank">Desafio Rayovac</a> que, além de mostrar qual o tipo de pilha indicado para cada produto, apresenta um relatório com o comparativo entre as duas marcas, com o resultado dos testes feitos em lanternas, gravadores, brinquedos, câmeras digitais e até escova de dentes. Por um mundo com pilhas mais baratas e duráveis, vale dar uma olhada e repassar a informação para seus amigos, obviamente.</p>
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		<title>Celular suíço</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 03:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno O. Barros</dc:creator>
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Talvez o canivete suíço tenha sido o primeiro gadget multi-uso da história. Quem já teve um sabe qual é a principal consequência de se embutir num único objeto tantas funções distintas: nada funciona perfeitamente. Algumas funções funcionam melhor que outras e, normalmente, a melhor função é aquela que sustenta conceitualmente o objeto; no caso do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img203.imageshack.us/img203/4576/300410.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Talvez o canivete suíço tenha sido o primeiro gadget multi-uso da história. Quem já teve um sabe qual é a principal consequência de se embutir num único objeto tantas funções distintas: nada funciona perfeitamente. Algumas funções funcionam melhor que outras e, normalmente, a melhor função é aquela que sustenta conceitualmente o objeto; no caso do canivete suíço, o canivete em si.</p>
<p>Hoje o que temos são telefones/computadores suíços no bolso de todo cidadão com algum poder aquisitivo. Cada um desses gadgets promete zilhões de funções. Mas quais as principais funções que sustentam um gadget? O que você carrega no bolso é um celular que tenta ser computador ou um computador que tenta ser celular?</p>
<p><span id="more-436"></span><br />
A resposta para essa pergunta encontra reflexo na política de duas empresas muito distintas, a Nokia e a Apple. A forma como essas empresas abordam o design de seus produtos é oposta em princípio, mas com um objetivo em comum: integrar uma nova faceta àquilo que elas fazem de melhor. Já fui usuário da Nokia por muitos anos e hoje levo um iPhone no bolso. Pra mim é muito claro que a Nokia entende tanto de computador quanto a Apple entende de telefone. E a Apple sabe disso; taí o motivo pelo qual Steve Jobs nunca se mostrou interessado em lançar um celular da Apple que não se enquadre na categoria smartphone.</p>
<p>Os <a href="http://www.braiphone.com/fotos-exclusivas-do-iphone-nano/" target="_blank">rumores toscos</a> de um iPhone Nano ou iPhone Mini nunca se concretizaram. A Apple prefere focar naquilo que ela faz de melhor: computadores.</p>
<p>A Nokia, por outro lado, enquanto continua oferecendo alguns dos melhores telefones celulares do mercado, desenvolve smartphones que parecem mais <a href="http://www.fayerwayer.com.br/wp-content/uploads/2009/06/nokia-e63-business-smartphone.jpg" target="_blank">telefones grandões</a> que mini-computadores. E não dá para culpá-la — afinal, é isso que a Nokia sabe fazer: telefones.</p>
<p>A empresa finlandesa tem suado para embutir em seus smartphones o feeling de se estar usando um computador, mas o sistema operacional da Nokia, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Symbian_OS" target="_blank">Symbian</a>, simplemente tem cara de telefone. Quando a pessoa liga um iPhone pela primeira vez é apresentada a uma interface na qual claramente o aspecto &#8220;telefone&#8221; é suprimido pelo aspecto &#8220;computador portátil&#8221;; no entanto, ao ligar um <a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-e63" target="_blank">Nokia E63</a>, por exemplo, a pessoa pensa: &#8220;OK, é um telefone.&#8221;</p>
<p>É bem verdade que a Nokia está tentando mudar isso com a versão mais nova do seu sistema operacional, mas os <a href="http://gizmodo.com/5524344/nokia-n8-takes-great-photos-but-symbian3-is-an-unpolished-turd" target="_blank">primeiros comentários</a> sobre o Symbian^3 não são lá muito animadores.</p>
<p>Em resumo, enquanto a Apple tenta não focar no &#8220;phone&#8221; do iPhone, sempre priorizando o fato do seu produto ser um computador móvel, a Nokia — embora ainda foque no aspecto &#8220;telefone&#8221; — está começando a fazer o mesmo, mas com o <em>know-how</em> de uma empresa que nunca fabricou um único computador. Para o cliente, resta fazer uma única pergunta a si mesmo: por quais motivos estou comprando um smartphone ao invés de um celular convencional? A resposta para tal pergunta responde qual celular suíço ele deverá carregar no bolso.</p>
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		<title>LCD, Plasma, LED ou Portátil?</title>
		<link>http://tarjapreta.org/2010/04/25/lcd-plasma-led-ou-portatil/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 19:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philip Shin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Caros leitores do Tarja Preta, não dá para negar que, com a Copa do Mundo chegando, a TV está nos bombardeando com comerciais dizendo que faltam 47 dias (até o encerramento desse post) para o grande evento. E aí, vem a grande pergunta, com qual televisão você irá acompanhar a maior festa de todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img97.imageshack.us/img97/9706/lcdled.jpg" alt="" /></p>
<p> Caros leitores do Tarja Preta, não dá para negar que, com a Copa do Mundo chegando, a TV está nos bombardeando com comerciais dizendo que faltam 47 dias (até o encerramento desse post) para o grande evento. E aí, vem a grande pergunta, com qual televisão você irá acompanhar a maior festa de todas as nações?</p>
<p><span id="more-216"></span><br />
Hoje em dia temos televisores com telas de LCD, Plasma, LED e claro, as portáteis (celulares e afins), mas vocês devem estar se perguntando, não são todas iguais no final das contas? A resposta é sim e não, todas elas são um sanduíche de vidro e componentes eletrônicos, a diferença, está lá, exatamente no recheio (como todo bom sanduíche que se preze, mas isso é pauta para outro post).</p>
<p>Os aparelhos que usam as tecnologias LED e LCD têm a mesma camada de cristal líquido, mas diferem na forma que são iluminadas, os que usam a tecnologia LED (Light Emitting Diode; ou Diodo Emissor de Luz) tem a vantagem de consumir muito menos energia, prover uma imagem com mais contrastes, além de um decente ângulo de visão (melhor que a da tela de LCD) e cores vibrantes, claro o que faz com que a de LED perca no quesito preço, sendo uma das mais caras.</p>
<p>Já a TV de LCD é iluminada por CCFL e oferece um ângulo de visão menor, consome um pouco mais de energia que a iluminada por LED, tem contrastes medianos e cores medianas. E sendo uma das tecnologias mais antigas, obviamente, já está ultrapassada. Ainda assim ela ganha no preço, tendo um custo x benefício razoável.</p>
<p>As de Plasma funcionam provendo imagens através de células de plasma individuais, oferecem maior nitidez, melhor ângulo de visão, um belo contraste e cores mais vibrantes. Essas ganham de longe sendo as que tem o maior preço no mercado, e dependendo do tamanho, chegam a valores quase abusivos.</p>
<p>E nesse espectro, ainda temos as portáteis nos celulares e outros aparelhos, que têm a tecnologia de recepção de sinal digital. No final das contas os televisores são de escolha pessoal do consumidor ou do bar que irá exibir os jogos e ganhar um dinheirinho extra. Deve-se levar em conta os custos e benefícios do aparelho de televisão na hora da compra.</p>
<p>Mas o mais importante depois das TV terem sido escolhidas com sabedoria é: gelar as bebidas, juntar a galera, preparar aquela pipoca ou outro aperitivo e torcer pelo (ou pelos, se você tiver mais de um) time favorito. E que venha a Copa do Mundo de 2010!</p>
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