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30ago Felipe Pinheiro

Emmy 2010

 

Emmy 2010

Mais um ano e mais um Emmy ao qual eu quase assisti. Mas ainda deu para pescar algumas coisas, em especial algumas surpresas não tão boas, e ver que a premiação continua a apostar em um bom apresentador e num clima bem menos burocrático que o do Oscar (que vem buscando ficar mais leve justamente por causa do sucesso de outras premiações, como o Emmy).

Após o fiasco de Ryan Seacrest como mestre de cerimônias em 2008, Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) deu um show de carisma no ano seguinte e Jimmy Fallon se esforçou para manter o nível. Inclusive, você pode conferir o sketch de abertura da premiação deste ano, bastante divertido, que inclui Jorge Garcia e Tina Fey no Glee Club e Betty White se “aproveitando” de Jon Hamm.

E os prêmios? Continua a invencibilidade de Mad Men e Breaking Bad, Lost sai de mãos abanando e 30 Rock, quem diria, começa a perder terreno nas premiações. Confira os principais vencedores da noite, com os comentários (dispensáveis?) de sempre.

É bom lembrar, antes de mais nada, uma velha crítica de muitos sobre o sistema de votação do Emmy: muitos dos jurados não assistem a todas as séries ou acompanham aquela série ou ator em que votam por toda temporada. Muitos assistem apenas a um episódio escolhido pelo estúdio. Assim, há grandes chances de uma série, diretor ou ator bastante irregulares levar a estatueta por ter apresentado um episódio simplesmente sensacional que surgiu por sorte. Da mesma forma, nomes regulares em sua qualidade costumam ser injustamente preteridos.

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26jul Luiz Jeronimo Stamboni

True Blood: And the box goes to

 

Pra variar, escolher a melhor frase para esse concurso que realizamos em parceria com a HBO, para dar o box com a segunda temporada completa de True Blood não foi fácil. A equipe votou e, por pouco, não houve um empate técnico. O Bruno Barros (IlustreBOB) escolheu a frase do Rodrigo, que foi: “Sangue Humano: O vasilhame é descartavel e biodegradavel!”. Já o Philip e o Rodrigo Gaião ficaram com a frase da Linda Moreira: “Sangue humano, natural, vivo, quente e com o sabor da descarga de adrenalina da presa, sem falar é claro da excitação da caçada que nenhum sangue sintético proporciona. É como beber cerveja sem álcool!”.

Mas quem levou mesmo o box foi o Igor Lemos, cuja resposta, simples porém genial, foi: “Humano. É a mesma coisa que comparar carne com soja”. Além de mim, o Felipe Pinheiro e a Jaque Arashida votaram nele e por conta disso, Igor, o box é todo seu. Peço que envie um e-mail para luizjeronimo@tarjapreta.org, repassando seu endereço e demais contatos. Dentro de 10 dias, o box chegará à sua residência.

Era isso pessoal. Um muito obrigado a todos que participaram e que divulgaram o concurso, que foi simples, mas interessante de realizar. Em breve retornamos com algo similar, mas que dessa vez, dará um box (gringo) de Mad Men. Fiquem ligados!



 
14jul Luiz Jeronimo Stamboni

True Blood

 

Já falei de True Blood por aqui algumas outras vezes. Mais precisamente na versão antiga do blog. Fato é que, com essa nova safra de filmes, séries e livros baseados em vampiros, True Blood está entre aquelas que ganham destaque, sendo digna de menção.

O conteúdo gerado sobre True Blood também é respeitável, que o diga sua página oficial no Facebook. Tendo dito isso, vou aproveitar para lançar um concurso aqui no Tarja, que vai dar o box da segunda temporada da série. Para participar, basta responder (em formato de comentário nesse post) à seguinte pergunta: sangue sintético ou sangue humano. Por que? O dono da resposta mais criativa, que será avaliada por mim e pelos demais autores do Tarja, leva esse box.

O resultado será divulgado na segunda que vem, portanto, você tem até domingo (18/07) para fazer sua participação.

Em tempo, True Blood está atualmente em sua terceira temporada, com exibição na HBO aos domingos, às 22h00. E se você quiser saber sobre mais concursos, além de infos sobre as demais séries do canal, recomendo seu perfil oficial no Twitter. Bom, boa sorte a todos!


22

 
05jul Felipe Pinheiro

Existe Humor do Bem?

 

Legendários

Mesmo atualmente, quando com seu time mais fraco, o Saturday Night Live consegue me tirar fortes gargalhadas. Seja no Weekend Update, nas participações especiais de Tina Fey ou nos vídeos de Andy Samberg. E olha que estamos falando de um programa que é apenas laboratório para jovens humoristas americanos, país que costuma oscilar entre ótimos exemplares do humor, seja em stand up (George Carlin, só para citar um gênio), filmes ou sitcoms, e o pior possível, representado por aqueles filmes com humor escatológico que são reprisados à exaustão nas TVs abertas.

Não precisamos, então, citar o ácido e depreciativo humor britânico (meu preferido), como Monty Phyton, Ricky Gervais e Rowan Atkinson (que vai muito além de Mr. Bean) ou dos bons exemplares do humor brasileiro. Sim, para a surpresa dos mais novos, nosso país já foi palco de gênios do humor, em fórmulas inovadoras (mais surpresa). Jô Soares, com seu Viva o Gordo, os Trapalhões (especialmente em idos dos anos 80), Juca Chaves e o mestre Chico Anysio são alguns exemplos de um humor ácido, politicamente incorreto, hilário (aliás, elemento fundamental da comédia) e inteligente. Ainda hoje, aqui e alí despontam ilhas de qualidade, como o fantástico Furo MTV.

O que todos estes bons exemplares de humor têm em comum? Para poder tratar do tema, precisamos falar de alguns exemplos do atual (então, nada dos jurássicos do Zorra Total) humor brasileiro. Mais especificamente: CQC, Pânico na TV, Furo MTV e Legendários.

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12

 
14jun Felipe Pinheiro

Besouro Azul

 

Besouro Azul

Ah, o Twitter e sua incrível capacidade de pessoas animadas/entusiasmadas/falastronas/bêbadas (estas em especial) entregaram segredos de Estado ou anteciparem fantásticas novidades. Desta vez, foi o ilustre Geoff Johns (novo chefe artístico da DC Comics) que soltou uma série de tweets durante o final de semana informando que vem aí uma série em live action do Besouro Azul. Por “vem aí” entenda: já está saindo do papel, mas ainda nos seus primeiros passos.

Há não muito tempo, Johns informou a existência de ótimos planos para o personagem, e levou muita gente a pensar em uma animação. Então, soltou ontem a bomba: um jovem ator (que irá interpretar o novo Besouro, Jamie Reyes) estava testando a roupa do herói. Logo em seguida, veio a confirmação de que se trata, sim, de uma live action do Besouro. E a galera vai ao delírio! Embora saibamos que não se tem muitas informações ainda sobre o projeto, e nem um piloto, elenco ou orçamento a vista (essenciais para o sinal verde de um estúdio), a animação dos fãs do personagem é bem admissível.

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06jun Luiz Jeronimo Stamboni

The Walking Dead

 

The Walking Dead (Os Mortos-Vivos) tem lugar seguro entre as melhores graphic novels que já li. Criada por Robert Kirkman, a adaptação de Walking Dead será uma das apostas da AMC para essa nova safra de séries pós Lost. A emissora está confiante, e isso faz sentido, já que ela é responsável por dois programas de sucesso da atualidade, Mad Men e Breaking Bad.

Por minha vez, fico feliz com a notícia de que Frank Darabont trabalhará nessa conversão de mídia, assinando tanto o roteiro, quanto a direção de Walking Dead. O francês é bom, tendo dirigido Um Sonho de Liberdade; À Espera de um Milagre e Cine Majestic. A promessa é a de que a série será muito, mas muito fiel à graphic Novel, narrando com precisão as desventuras vividas pelo grupo de sobreviventes liderado pelo policial Rick Grimes.

A caracterização dos personagens é outra promessa. Na produção constam técnicas avançadas de maquiagem e efeitos visuais, como pode ser visto nesse vídeo em que o blog Série Maníacos nos fez o favor de legendar. O vídeo conta ainda com comentários de Frank Darabont, dizendo que, desde que ele assistiu A Noite dos Mortos-Vivos de George Romero, trabalhar com Zumbis é o que ele quer realmente fazer.

The Walking Dead está com sua estréia marcada para outubro. Por aqui, a HQ é lançada ocasionalmente pela editora HQM, tendo sido a edição de número 4 seu lançamento mais recente. O volume intitulado Desejos Carnais compreende os números de 19 a 24, de um total de 72 edições.


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24mai Felipe Pinheiro

Lost

 

Lost

Damon Lindelof e Carlton Cuse tinham uma boa série em mãos, mas J. J. Abrams apareceu, e disse-lhes que poderia ser melhor. Disse-lhes que podiam flertar com a ficção científica, ajudou-os a transformar a história de um grupo de sobreviventes de um acidente aéreo em uma jornada espiritual, cheia de viagens no tempo, mistérios e personagens dissimulados. E, então, Abrams partiu, deixando nas mãos de Lindelof e Cuse responder se eram homens de ciência ou homens de fé. Jack Shepard abriu os olhos, começando, assim, a melhor série da história da televisão mundial.

Nada foi o mesmo após Star Trek, Star Wars ou o Senhor dos Anéis. Nada será o mesmo após esta série. Amada por uns, odiada por outros tantos, cativante, decepcionante, misteriosa, lenta, alucinante, inconstante, cheia de constantes, sem rumo, completamente planejada, ficção, drama, amor… única. O final de Lost, óbvio demais, e ao mesmo tempo surpreendente, trágico, ao passo que também é feliz, expõe o que é este show, um dos marcos da história da cultura pop: um programa complexo, que não teve medo de superestimar a inteligência de seus espectadores, que não fez concessões, provocou discussões, debates, reflexões.

O programa, então, disse: assim eu terminei. Não como vocês querem, mas como eu preciso terminar. Leia sobre seu trajeto e a derradeira vez que ouvimos “previously on Lost”, mas cuidado com os spoilers.

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8

 
23mai Felipe Pinheiro

Todos amam Lost?

 

Lost

Chega ao fim, hoje, nos Estados Unidos, uma das séries  de maior sucesso na história televisiva. Ou a série de maior sucesso. Ainda é muito cedo para dizer o seu real papel na cultura pop, daqui para a frente, mas é inegável reconhecer que a série pode se tornar um marco no mundo pop, como assim o foi Star Trek e a franquia cinematográfica Star Wars, tendo em vista suas legiões de fãs, discutindo tudo o que acontece (aliás, um dos principais pontos positivos de Lost, obrigando os espectadores a pensarem e conversarem, algo há muito perdido), personagens marcantes, tramas envolventes…

Já deu para perceber que este farmacêutico é um fã incondicional da série, certo? Mas é preciso admitir que, por melhor que seja um produto, ele tem, sim, suas falhas. Seu ritmo inconstante pode acabar distanciando alguns, em especial a arrastada terceira temporada, em que os produtores pareciam perdidos (sem trocadilhos), e cheguei até mesmo a parar de assistir, para só retornar no início da quarta temporada (o que me fez assistir a terceira em espécie de plantão, o que pode ter resolvido o problema do ritmo lento).

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8

 
18mai Luiz Jeronimo Stamboni

Undercovers

 

J. J. Abrams

O universo nerd para ao ouvir o nome J.J. Abrams. E com Undercovers, não poderia ser diferente. Aprovada pela NBC, a série terá o próprio J.J. como diretor do episódio piloto, atividade da qual ele não desempenhava desde Lost. Os produtores comemoram, já que contam com o prodígio como co-roteirista, produtor executivo e co-criador de Undercovers. Isso vale alguma coisa? Na atual conjuntura, vale muito.

Undercovers parece beber da fonte de Sr e Sra Smith, trazendo um casal espião da CIA que, nas horas vagas, mantém seu buffet. O elenco não traz nomes conhecidos do grande público, sendo que seus protagonistas, Boris Kodjoe e Gugu Mbatha-Raw, trabalharam em séries que nem chegaram a ser exibidas no Brasil, como Soul Food e Doctor Who.

Não sei bem o que esperar de Undercovers, mas em meados de setembro – que é a previsão de estréia da série lá fora – acompanharei esse novo projeto de J.J. Abrams.



 
12mai Luiz Jeronimo Stamboni

Nomes das séries em Portugal

 

Mal-Me-Quer, Bem-Me-Quer. Homens às Pencas. A Louca Vida de Harry. Você não faz idéia do que esses títulos significam, certo? Bom, são os nomes que as séries Pushing Daisies; Men in Trees e Curb Your Enthusiasm, respectivamente, receberam em Portugal.

Nossos queridos patrícios, por vezes, também têm o hábito de adicionar subtítulos às séries. Se aqui no Brasil nós acrescentamos “Um Estranho no Paraíso” a O.C., lá eles batizaram a série do jovem Ryan Atwood de The O.C: Na Terra dos Ricos. Por mais que o intuito seja o de preservar a língua, há de se concordar que os nomes ficam um tanto quanto estranhos. Ou seriam ricos?

Você encontra muito mais referências no Caldeirão das Séries, blog do qual tirei a inspiração para criar esse artigo tão desajeitadamente Perdido. Mas, Eu, Ela e o Pai temos Sangue Fresco. Então, Apanha-Me se Puderes!


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