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	<title>Tarja Preta: Cultura pop para não óbvios</title>
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	<description>Blog sobre quadrinhos, cinema, música, games...</description>
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		<title>Um Parto de Viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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O próximo filme de Todd Phillips (do fenômeno Se Beber, Não Case), tem fórmula pronta para dar certo. O Diretor tem à disposição dois astros que reúnem carisma e boas bilheterias (Robert Downey Jr., Homem de Ferro, e Zach Galifianakis, Se Beber, Não Case), além de fazer um &#8220;road movie&#8221;, estilo preferido dos cineastas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img839.imageshack.us/img839/5466/partodeviagem.jpg" alt="Um Parto de Viagem" /></p>
<p>O próximo filme de Todd Phillips (do fenômeno Se Beber, Não Case), tem fórmula pronta para dar certo. O Diretor tem à disposição dois astros que reúnem carisma e boas bilheterias (Robert Downey Jr., Homem de Ferro, e Zach Galifianakis, Se Beber, Não Case), além de fazer um &#8220;road movie&#8221;, estilo preferido dos cineastas para impregnar ação a longas tipicamente mais calmos (Pequena Miss Sunshine é um grande exemplo, já que é basicamente um filme sobre a disfuncionalidade de uma família) ou para disfarçar a falta de roteiro ou de ritmo de seus projetos, com a constante apresentação de cenários e novos personagens.</p>
<p>Um Parto de Viagem (boa tradução em relação ao original &#8220;Due Date&#8221;) traz Peter Higman (Downey Jr), que deseja chegar a Atlanta a tempo de ver o nascimento de seu primeiro filho. O que seria um rápido vôo, no entanto, se transforma em uma tortuosa viagem de carro, atravessando o país ao lado do aspirante a ator Ethan Tremblay (mas um afetado personagem para Galifianakis). Pelo caminho, vão destruindo carros, amizades e a paciência de Peter.</p>
<p>Confira o trailer da comédia, que estréia no Brasil em 05 de novembro de 2010 e conta ainda com Jamie Foxx (O Solista), Juliette Lewis (Garota Fantástica, injustamente lançado diretamente em DVD em terras tupiniquins) e Alan Arkin (agente 86).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="520" height="317" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yvlO_CaPssI?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="317" src="http://www.youtube.com/v/yvlO_CaPssI?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Coringa e Lex Luthor</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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A editora americana DC Comics, responsável pela publicação das histórias de Superman, Batman, Lanterna Verde e inúmeros outros personagens icônicos dos quadrinhos, está completando 75 anos em 2010. Para comemorar a data, estão sendo lançados vários produtos que contam a história dos heróis e de seus criadores ao longo destas décadas, como um cd com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img840.imageshack.us/img840/5937/lexi.jpg" alt="Coringa e Lex" /></p>
<p>A editora americana DC Comics, responsável pela publicação das histórias de Superman, Batman, Lanterna Verde e inúmeros outros personagens icônicos dos quadrinhos, está completando 75 anos em 2010. Para comemorar a data, estão sendo lançados vários produtos que contam a história dos heróis e de seus criadores ao longo destas décadas, como um cd com as trilhas das animações, séries e filmes adaptando personagens da editora, um documentário lançado em DVD (The Secret Origin: The Story of DC Comics) e um sem fim de publicações especiais.</p>
<p>No Brasil, os leitores certamente já notaram o logotipo comemorativo em suas revistas da DC, e a editora Panini está planejando o lançamento de encadernados que contam as várias fases dos quadrinhos, com histórias escolhidas pelos leitores: a Era de Ouro (1938 a 1951), a Era de Prata (1956 a 1970),  a Era de Bronze (1971 a 1985) e a Era Moderna, que dura até hoje.</p>
<p>Dentro desta comemoração, esteve a revista americana Superman &amp; Batman (no Brasil, atualmente sendo publicada em Universo DC), que em sua 75º edição reuniu vários dos melhores quadrinhistas da atualidade para homenagear o Homem de Aço e o Cavaleiro das Trevas. A revista começa com uma divertida história  da Legião dos Super-Heróis com os veteranos Paul Levitz e Jerry Ordway, e ainda Adam Huges,  Francis Manapul, Shane Davis, Rafael Albuquerque, David Finch, Peter Tomasi e Gene Ha.</p>
<p>Mas o destaque da edição vai para a pequena história (apenas uma página dupla, que você pode conferir <a href="http://dcu.blog.dccomics.com/files/2010/08/smbm_75_dylux-50-51.jpg" target="_blank">aqui</a>), em que Brian Azzarello e Lee Bermejo, acostumados a produzir contos com alto teor adulto (são deles os ótimos &#8220;Lex Luthor: Men of Steel&#8221; e &#8220;Coringa&#8221;), fazem uma tirinha infantil emulando Calvin &amp; Haroldo, do genial Bill Waterson.</p>
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		<title>Don t Believe In the Hype</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 02:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalton Menoncin</dc:creator>
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A arte que reverencia a transgressão da arte, ou algo assim. Essa foi a proposta do coletivo de arte urbana denominada Don&#8217;t Believe in The Hype em seu último mural. Numa clara citação às escadas humanas praticadas por pixadores (ou metagrafiteiros, como os nerds em artes preferem nomear), o desenho impressiona não apenas pelo tamanho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.imgur.com/BqI2P.jpg" alt="" /></p>
<p>A arte que reverencia a transgressão da arte, ou algo assim. Essa foi a proposta do coletivo de arte urbana denominada <a href="http://osgemeos.com.br/index.php/blog/arquivo/dont-believe-the-hype/" target="_blank">Don&#8217;t Believe in The Hype</a> em seu último mural. Numa clara citação às escadas humanas praticadas por pixadores (ou metagrafiteiros, como os nerds em artes preferem nomear), o desenho impressiona não apenas pelo tamanho de aproximadamente 5 andares, mas pela sacada de apropriar-se de algo absolutamente sujo e marginal e transforma-lo em algo que seja aprovável esteticamente e admirável&#8230; ou não.</p>
<p>Para eles, o diálogo das ruas e a atitude de trasformar uma realidade, levando para fora do mundinho das galerias de arte a possibilidade de produzir a genuína arte contemporânea.</p>
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		<title>Stars</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
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No Osheaga, maior festival de música do Canadá &#8211; que acontece em Montréal &#8211; e que tive o privilégio de presenciar há exatamente um mês o show do Arcade Fire e Weezer, também pude me deliciar com certas surpresas. Além dessas duas, que são respectivamente minha primeira e segunda bandas preferidas, também assisti ao show [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img833.imageshack.us/img833/1081/starsc.jpg" alt="" /></p>
<p>No Osheaga, maior festival de música do Canadá &#8211; que acontece em Montréal &#8211; e que tive o privilégio de presenciar há exatamente um mês o show do Arcade Fire e Weezer, também pude me deliciar com certas surpresas. Além dessas duas, que são respectivamente minha primeira e segunda bandas preferidas, também assisti ao show de Pavement e Sonic Youth. Mas duas em especial, relativamente desconhecidas, me chamaram a atenção. São elas: Metric e Stars. E hoje, vou indicar o som do Stars para vocês, caros hipocondríacos.</p>
<p>Apesar da Stars ter se formado em Toronto, foi em Montréal que ela viu que influenciaria os jovens indies. A cidade, por si só, é reflexo de uma cultura mais alternativa, que preza pelo underground e nesse contexto, com o lançamento Set Yourself on Fire, seu terceiro disco, que os críticos passaram a dar a atenção que esse grupo merecia. Não seria errado dizer que Ageless Beauty foi o single que lhes deu tal impulsão.</p>
<p>Algumas séries da Fox (da grade norteamericana) chegaram a usar músicas da Stars em episódios de O.C e Degrassi, mas foi pesquisando aqui e ali (leia-se Wikipédia), que descobri que a quantidade de fãs desse grupo canadense aumentou de forma considerável quando Daniel Radcliffe &#8211; o Harry Potter &#8211; afirmou que a Stars estava entre suas bandas preferidas.</p>
<p>O som deles é simplesmente sensacional. Há uma garota, Amy Millan, que alterna os vocais com Torquil Campbell que, em muitas e muitas vezes, soa a là Morrissey. Nos instrumentos, um lance experimental de fazer parar o tempo. É sério, sintetizadores com guitarras extremamente bem trabalhadas e vocais afinados e harmônicos, dão o grande tom, fazendo toda a diferença e provando que, apesar de não ser uma blockbuster, a Stars merece ser levada a sério.</p>
<p>Por essas e outras, recomendo fortemente esse som. Comece com Nightsongs, passe por Heart e Set Yourself on Fire e então, ouça In Our Bedroom After The War, para poder fechar com The Five Ghosts. Viu como é bom? Sem perceber, fiz menção a todos seus álbuns. Agora, é com você.</p>
<p><a href="http://www.youarestars.com/home/" target="_blank">Site oficial</a> e <a href="http://www.myspace.com/stars" target="_blank">MySpace</a></p>
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		<title>Emmy 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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Mais um ano e mais um Emmy ao qual eu quase assisti. Mas ainda deu para pescar algumas coisas, em especial algumas surpresas não tão boas, e ver que a premiação continua a apostar em um bom apresentador e num clima bem menos burocrático que o do Oscar (que vem buscando ficar mais leve justamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img594.imageshack.us/img594/7508/emmya.jpg" alt="Emmy 2010" /></p>
<p>Mais um ano e mais um Emmy ao qual eu quase assisti. Mas ainda deu para pescar algumas coisas, em especial algumas surpresas não tão boas, e ver que a premiação continua a apostar em um bom apresentador e num clima bem menos burocrático que o do Oscar (que vem buscando ficar mais leve justamente por causa do sucesso de outras premiações, como o Emmy).</p>
<p>Após o fiasco de Ryan Seacrest como mestre de cerimônias em 2008, Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) deu um show de carisma no ano seguinte e Jimmy Fallon se esforçou para manter o nível. Inclusive, você pode conferir o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PjkDxlhleN8" target="_blank">sketch de abertura</a> da premiação deste ano, bastante divertido, que inclui Jorge Garcia e Tina Fey no Glee Club e Betty White se &#8220;aproveitando&#8221; de Jon Hamm.</p>
<p>E os prêmios? Continua a invencibilidade de Mad Men e Breaking Bad, Lost sai de mãos abanando e 30 Rock, quem diria, começa a perder terreno nas premiações. Confira os principais vencedores da noite, com os comentários (dispensáveis?) de sempre.</p>
<p>É bom lembrar, antes de mais nada, uma velha crítica de muitos sobre o sistema de votação do Emmy: muitos dos jurados não assistem a todas as séries ou acompanham aquela série ou ator em que votam por toda temporada. Muitos assistem apenas a um episódio escolhido pelo estúdio. Assim, há grandes chances de uma série, diretor ou ator bastante irregulares levar a estatueta por ter apresentado um episódio simplesmente sensacional que surgiu por sorte. Da mesma forma, nomes regulares em sua qualidade costumam ser injustamente preteridos.</p>
<p><span id="more-1280"></span>Melhor série dramática &#8211; Mad Men. Como a última temporada de Lost dividiu bastante as opiniões, seria de se supor que não venceria esta categoria. Mas a constante premiação de Mad Men começa a incomodar, como acontecia com 30 Rock. Cria-se uma categoria previsível e que ignora novas séries, cheias de potencial ou até tão boas (ou melhores) que os publicitários dos anos 60.</p>
<p>Direção em série dramática &#8211; Steve Shill (Dexter). Um dos exemplos de que a TV tem demonstrado, por muitas vezes, bem mais qualidade  que o cinema.</p>
<p>Melhor série cômica &#8211; Modern Family. Levando em conta ótimos programas que foram esquecidos na lista de nomeados, como Community (não se engane com esta ótima série com um péssimo piloto) e The Big Bang Theory, Modern Family era a série mais divertida entre os concorrentes.</p>
<p>Direção de série cômica &#8211; Ryan Murphy (Glee). Eis uma série que começou com bastante potencial, mas tem decaído a olhos vistos e, em grande parte, devido à culpa de roteiristas e diretores cada vez mais desleixados e auto-indulgentes. Prêmio no mínimo incoerente e que se deve, certamente, ao sistema de votação que comentei.</p>
<p>Melhor ator em drama &#8211; Bryan Cranston (Breaking Bad). Minha torcida se dividia entre Cranston e Micheal C. Hall (Dexter). No entanto, como Cranston também ganhou em 2009, eu acho que já é mais que hora de reconhecer o bom trabalho do assassino serial de Hall.</p>
<p>Melhor ator em comédia &#8211; Jim Parsons (The Big Bang Theory). Merecidamente e já atrasado. Parsons é o principal responsável pelo alto nível da sua série e tem um dos melhores personagens dos últimos anos.</p>
<p>Melhor atriz em drama &#8211; Kyra Sedgwick (The Closer). Mesmo concorrendo com Glenn Close, é merecido o prêmio de Kyra, que leva sua série praticamente nas costas.</p>
<p>Melhor atriz em comédia &#8211; Edie Falco (Nurse Jackie). Finalmente perceberam que Tina Fey é uma escritora brilhante e  uma ótima atriz, mas sua Liz Lemon não é tão divertida quanto o estúdio quer vender. Ponto para Falco, que saiu de uma grande série dramática (The Sopranos) e apresenta uma personagem que é muito mais que uma mera Dr. House de saias.</p>
<p>Melhor ator coadjuvante em drama &#8211; Aaron Paul (Breaking Nad). Paul está desenvolvendo um ótimo trabalho, mas é uma injusta ignorar Terry O&#8217;Quinn e Micheal Emerson (ambos de Lost) que, como em toda série, estiveram fantásticos nesta temporada.</p>
<p>Melhor ator coadjuvante em comédia &#8211; Eric Stonestreet (Modern Family) &#8211; mais uma vez, um bom ator é premiado em detrimento a um ator melhor ainda (Neil Patrick Harris).</p>
<p>Melhor atriz coadjuvante em drama &#8211; Archie Panjabi (The Good Wife).</p>
<p>Melhor atriz coadjuvante em comédia &#8211; Jane Lynch (Glee). Um ótimo personagem em uma série que vem decaindo a cada dia.</p>
<p>Melhor minissérie &#8211; The Pacific. Do canal HBO, indispensável para aqueles que gostaram de Band of Brothers.</p>
<p>Melhor filme para a TV &#8211; Temple Grandin. Outra produção da HBO, cada vez mais responsável por trazer inovações e boa qualidade, papel fundamental da TV paga americana.</p>
<p>Melhor reality show de competição &#8211; Top Chef. Com The Amazing Race sendo  mais do mesmo, novamente, e American Idol em sua pior temporada, foi  fácil o prêmio ser dado ao ótimo reality dos cozinheiros.</p>
<p>Melhor Programa de música, comédia e variedades &#8211; The Daily Show with Jon Stewart.</p>
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		<title>Karate Kid</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 00:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Garoto indisciplinado muda de cidade e se vê oprimido por valentões, até que conhece um sábio senhor oriental que o ensina artes marciais de forma pouco ortodoxa. Na verdade, o ancião o está ensinando mais que golpes, e sim a própria filosofia por trás daquela luta, ao mesmo tempo em que aprende com seu pupilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img52.imageshack.us/img52/7229/karatekidn.jpg" alt="Karate Kid" /></p>
<p>Garoto indisciplinado muda de cidade e se vê oprimido por valentões, até que conhece um sábio senhor oriental que o ensina artes marciais de forma pouco ortodoxa. Na verdade, o ancião o está ensinando mais que golpes, e sim a própria filosofia por trás daquela luta, ao mesmo tempo em que aprende com seu pupilo a voltar a ter esperança.</p>
<p>Provavelmente, você reconheceu de imediato a premissa de Karate Kid, filme oitentista que tem um lugar guardado no coração de uma boa parte da geração que vai se aproximando ou já passou dos trinta anos. E, então, assim que começaram os primeiros boatos sobre um possível remake da obra, muitos foram os que o apontaram como desnecessário. Estavam completamente errados.</p>
<p>A história do longa está longe de ser original. É um tema bastante recorrente, aliás. Em uma geração que parece perdida entre ídolos sem talento e completamente artificiais e filmes e músicas assustadoramente dementes, as lições de Sr. Miyagi e Daniel Larusso são sempre bem-vindas. Mostram-se, na verdade, imperativas. Torna-se necessário, então, atualizar um filme para muitos datados a estes novos adolescentes.</p>
<p><span id="more-1272"></span>Apesar de ser seu melhor filme (o que não é difícil para o cineasta responsável pela Pantera Cor-de-Rosa 2 e O Agente Teen), a direção de Harald Zwart não é primorosa. Somando-se sua mão frouxa em certos momentos com a necessidade de se adequar à estética adolescente atual, temos um ritmo demasiadamente acelerado em dois marcos bastante importantes da trama. O momento em que esta flerta com o sobrenatural torna-se raso e não demonstra adequadamente a influência da espiritualidade no kung-fu.</p>
<p>Do mesmo modo, o torneio (justamente o clímax do filme) passa voando pelos nossos olhos e, cheio de efeitos especiais desnecessários, perdemos o temor pela segurança do personagem principal (algo importantíssimo para qualquer história e que vinha se mantendo até aquele momento). Assim, não nos confortamos como poderíamos na vitória do pequeno Daniel-San&#8230; digo, Dre.</p>
<p>Também são tratados superficialmente todos os personagens coadjuvantes. Assim, todos tem pouquíssimas cenas para exercerem seus papéis de forma satisfatória, mas o fazem, muitas vezes evitando tornar seus personagens unidimensionais, mostrando que a escalação dos atores foi bastante feliz (já que desconfio bastante da capacidade de Zwart de dirigí-los em cena, devendo se dar todo o crédito aos próprios).</p>
<p><img src="http://img413.imageshack.us/img413/7993/karatekid3.jpg" alt="Karate Kid original" /></p>
<p>Taraki P. Henson consegue convencer com sua mãe amorosa e preocupada, ao passo de que é palpável a raiva e arrogância do personagem de Yu Rong Cuang (o professor do &#8220;novo Cobra Kai&#8221;) e do pequeno Wang Zhen Wei, antagonista do novo Daniel-San. Com mais tempo em tela, o ingênuo relacionamento amoroso de Dre é bem desenvolvido (apesar de o fazer em clichê atrás de clichê), e dá uma bela aula em muitos filmes teens por aí.</p>
<p>Falando em Daniel-San, é elogiável a decisão de distanciar os protagonistas da atual versão dos já aclamados e queridos personagens principais do filme original. Sr. Han e Dre Parker não são Sr. Miyagi e Daniel Larusso, apesar de que tragam inúmeros elementos em comum (a própria trama, inclusive, segue a linha básica da história original). As várias piadas e easter eggs espalhados pelo longa-metragem reforçam este sentimento, pois, ao mesmo tempo em que fazem uma alusão ao primeiro Karate Kid, se distanciam respeitosamente, enxergando com humor pontos clássicos da produção de 1984.</p>
<p>A responsabilidade de Jaden Smith e Jackie Chan, portanto, não é das pequenas. Após levar inúmeras pessoas às lágrimas em &#8220;À Procura da Felicidade&#8221;, o promissor filho de Will Smith fez o terrível &#8220;O Dia em que a Terra Parou&#8221;, em um papel insuportável. Em seu terceiro filme, o pequeno Jaden apresenta um personagem complexo como poucos adultos conseguiriam fazê-lo. Dre é um garoto normal: birrento e mal-educado em certos momentos (especialmente após se mudar para um país com uma cultura completamente alheia à sua), mas alegre, carinhoso e respeitável em outros.</p>
<p>Chan também está, provavelmente, no melhor papel de sua vida, esbanjando sua simpatia, ao mesmo tempo em que tem que lidar com uma forte carga dramática do seu Sr. Han como nunca antes vimos o ator chinês fazer. Sempre habilidoso em sua luta (constantemente utilisando mais movimentos defensivos que, dada à idade e à experiência de seu personagem, no filme se apresentam extremamente calculados, aumentando-lhes a beleza), é bom ver um Chan que pouco conhecemos no ocidente.  Um dos momentos chaves do filme, em que ele conta sua história trágica a seu pequeno aluno, é realmente emocionante.</p>
<p>O novo Karate Kid tem suas melhores qualidades herdadas pelo seu  antecessor, dirigido por John Avildsen (do primeiro Rocky),  enquanto deve seus defeitos a esta atualização, aos vícios de linguagem  visual da geração Justin Bieber, sustentando-se basicamente no ótimo  trabalho desempenhado por Jackie Chan e Jaden Smith. Eles demonstram uma  química em tela como poucas vezes se vê, trazendo à tona a cumplicidade  necessária para que vejamos alí os eternos mestre e discípulo, ao mesmo tempo em que exploram a belíssima China.</p>
<p><img src="http://img833.imageshack.us/img833/8767/karatekid2.jpg" alt="" /></p>
<p>Como Pat Morita e Ralph Macchio terão um lugar especial nos corações de muitos, Chan e Smith (&#8220;xiao&#8221; Dre, já que tivemos um Daniel-San anos antes) conquistarão este espaço no coração de outros. Muito melhor que sejam eles a influenciar os adolescentes de hoje que vampiros que brilham no sol ou cantoras teens loucas por sexo.</p>
<p>Vários filmes de 2010 mostraram que a magia dos anos oitenta pode retornar para esta nova geração. Eu sempre lembrarei de encerar com a direita e limpar com a esquerda, mas não esconderei um sorriso quando alguém tirar o casaco, pendurar o casaco, derrubar o casaco, apanhar o casaco, colocar o casaco, tirar o casaco&#8230;</p>
<p>PS: Corra da sala do cinema antes que comece a música dos créditos finais. Acredite em mim, corra!</p>
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		<title>RED</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 15:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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Neste segundo semestre de 2010, as atenções se voltam para &#8220;Scott Pilgrim Vs The World&#8221; (que foi péssimo nas bilheterias americanas e pode chegar no Brasil apenas em DVD), mas outra adaptação de quadrinhos promete ser bastante divertida, e com um grupo de senhores de idade um pouco mais avançada.
Trata-se de RED, que traz um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img693.imageshack.us/img693/7239/redrh.jpg" alt="RED" /></p>
<p>Neste segundo semestre de 2010, as atenções se voltam para &#8220;Scott Pilgrim Vs The World&#8221; (que foi péssimo nas bilheterias americanas e pode chegar no Brasil apenas em DVD), mas outra adaptação de quadrinhos promete ser bastante divertida, e com um grupo de senhores de idade um pouco mais avançada.</p>
<p>Trata-se de RED, que traz um elenco recheado de bons nomes, como Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich, Hellen Mirren, Karl Urban, Mary-Louise Parker, Richard Drefuss, Brian Cox e Ernest Borgnine.</p>
<p>Embora seja uma das mais fracas histórias escritas por Warren Ellis, RED tem uma premissa interessante: um agente aposentado da CIA é considerado perigoso demais pela nova administração da agência, que deseja eliminá-lo. O filme, com direção de Robert Schwentke (Plano de Vôo, The Time Traveler&#8217;s Wife), parece expandir o conceito a outros agentes, além de trazê-los mais carismáticos (na verdade, parecem estar os atores interpretando suas &#8220;personas básicas&#8221;, que não deixam de ser interessantes) e trazer uma boa dose de diversão, como mostra o trailer internacional recentemente divulgado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="520" height="353" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.traileraddict.com/emd/26309" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="353" src="http://www.traileraddict.com/emd/26309" allowfullscreen="true" wmode="transparent" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Scarface by Red Demon</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 20:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Scarface]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Montana]]></category>
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Quem não conhece Tony Montana &#8211; o cubano exilado vivido de forma excepcional por Al Pacino, em Scarface &#8211; que atire a primeira pedra. Sua influência é gigantesca e grande parte dessas referências pode ser vista em jogos como GTA, mais precisamente no episódio Vice City, em que em determinado momento, você se depara com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img694.imageshack.us/img694/8018/scarfacereddemon.jpg" alt="" /></p>
<p>Quem não conhece Tony Montana &#8211; o cubano exilado vivido de forma excepcional por Al Pacino, em Scarface &#8211; que atire a primeira pedra. Sua influência é gigantesca e grande parte dessas referências pode ser vista em jogos como GTA, mais precisamente no episódio Vice City, em que em determinado momento, você se depara com um banheiro com muito sangue espalhado e uma serra elétrica, em clara referência a uma das cenas do longa de 1983.</p>
<p>E desde essa mesma época, um sem número de produtos, vem sendo lançado, baseado em Tony Montana. E nesse cenário, a Red Demon está produzindo um figure dedicado ao antiherói que, diga-se de passagem, ficou muito bom. Mais detalhes a respeito, você pode encontrar nesse post do <a href="http://toysrevil.blogspot.com/2010/08/custom-showcase-scarface-red-demon-by.html" target="_blank">TOYSREVIL</a>.</p>
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		<title>Porco Rosso</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[animation]]></category>
		<category><![CDATA[A Viagem de Chihiro]]></category>
		<category><![CDATA[Hayao Miyazaki]]></category>
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Quando paro para pensar em animações de qualidade inegável, alguns nomes me vem à cabeça sem pestanejar, como as produções antigas dos estúdios Disney, toda a fantástica cinegrafia dos estúdios Pixar e a obra de Hayao Miyazaki (a quem alguns dão o nome de Walt Disney japonês, alcunha essa que muitos também atribuem a Osamu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img638.imageshack.us/img638/3350/porcorosso.jpg" alt="Porco Rosso" /></p>
<p>Quando paro para pensar em animações de qualidade inegável, alguns nomes me vem à cabeça sem pestanejar, como as produções antigas dos estúdios Disney, toda a fantástica cinegrafia dos estúdios Pixar e a obra de Hayao Miyazaki (a quem alguns dão o nome de Walt Disney japonês, alcunha essa que muitos também atribuem a Osamu Tezuka, criador de Astro Boy). Agradeço às madrugadas da TV Cultura por ter conhecido os lindos trabalhos de Miyazaki, como &#8220;O Castelo Animado&#8221; e &#8220;A Viagem de Chihiro&#8221;.</p>
<p>Apesar dos já citados longas-metragens serem esteticamente fantásticos e bastante emocionantes, &#8220;Porco Rosso &#8211; O Último Romântico&#8221;, de 1992, é, certamente, o mais divertido dentre a filmografia do animador japonês. O desenho, com ar noir, se passa na Itália dos anos 20, onde pilotos que combateram na I Guerra Mundial agora ganham a vida lidando com piratas. Neste meio, está Porco Rosso, um antigamente galante aeronauta (temos que manter o clima, não?) que agora tem o rosto de um porco. A animação segue aquela velha cartilha de herói bondoso e melancólico, que prefere viver sozinho, mas tem que redescobrir sua humanidade.</p>
<p>E este pode ser o primeiro trabalho de Miyazaki a ter uma continuação. A história de &#8220;Porco Rosso: The Last Sortie&#8221; se passaria durante a Guerra Civil Espanhola, cerca de vinte anos após o filme anterior. Ficamos desde já ansiosos por esta que deve ser mais uma obra-prima, já depositando a confiança antecipada que só damos aos verdadeiros gênios.</p>
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		<title>A volta da Legião</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 12:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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Na década de 80, foi incumbido ao escritor canadense John Byrne que reformulasse o Superman. Na tentativa de modernizar o personagem, o quadrinhista tomou o caminho mais fácil, simplesmente limando boa parte da mitologia do herói, tornando-o mais humano, mas infinitamente mais pobre. Nos últimos anos, a DC Comics vem trabalhando em um resgate dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img90.imageshack.us/img90/1793/legio.jpg" alt="Legião dos Super-Heróis" /></p>
<p>Na década de 80, foi incumbido ao escritor canadense John Byrne que reformulasse o Superman. Na tentativa de modernizar o personagem, o quadrinhista tomou o caminho mais fácil, simplesmente limando boa parte da mitologia do herói, tornando-o mais humano, mas infinitamente mais pobre. Nos últimos anos, a DC Comics vem trabalhando em um resgate dos vários elementos da Era de Prata ignorados por Byrne, mostrando que é possível trabalhar com eles de uma maneira madura e emocional.</p>
<p>Dentre os que voltam, está a Legião dos Super-Heróis, um grupo de adolescentes de vários planetas, no século XXX, que,  inspirados pelas histórias sobre o Superman, pregam a integração racial.  Através de viagens no tempo, eles conheceram um jovem Clark Kent e o  tornaram membro de sua equipe, influenciando aquele que iria  influenciá-los. Pela nova cronologia da DC, Clark nunca agiu  abertamente como Superboy em sua época, apesar de fazer, secretamente,  alguns salvamentos em Smallville, mas teve inúmeras aventuras com seus  amigos do futuro.</p>
<p>Os pontos altos do retorno do grupo foram um ótimo arco com Geoff Johns e Gary Frank na revista do Superman e a minissérie &#8220;Legião dos Três Mundos&#8221; (publicada no Brasil em Superman &amp; Batman), que consolidou a equipe original e explicou as várias versões dos heróis do futuro, surgidas após a lambança feita por Byrne.</p>
<p>Segundo o site da <a href="http://web.hotsitepanini.com.br/wizmania/" target="_blank">Wizmania</a>, a partir de novembro, na quinta edição de Universo DC, serão publicadas histórias curtas da Legião (que eram atrações secundárias nos primeiros números da americana Adventure Comics, que já é publicada em Universo DC, com histórias do Superboy), e há a promessa de seu título próprio ser publicado no futuro, a depender da reação dos leitores. Vale notar que nos Estados Unidos, Adventure Comics traz agora histórias com a equipe em sua fase inicial, adolescente, enquanto o veterano Paul Levitz escreve Legion of Super-Heroes, com os heróis adultos, como vistos ultimamente.</p>
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