
Seguindo o estabelecido em algumas franquias oitentistas que reacenderam nos últimos anos, como Indiana Jones, Tron: O Legado (Tron Legacy) é uma história de passagem de bastão. Sam Flynn leva uma vida sem muitas responsabilidades, ocupado apenas em pregar peças arriscadas na empresa que herdou do pai, Kevin Flynn, que desapareceu anos antes.
Eis que um velho amigo de seu pai lhe dá dicas para procurar seu paradeiro, e nesta busca Sam é transportado para a Grade, o mundo virtual que o Flynn sênior visitou anos antes, e que agora está sob as mãos de um novo tirano, que continua a promover jogos de gladiadores e tem planos bem específicos para nosso mundo.
Continuação de um sucesso que está prestes a completar trinta anos (!), sendo um dos primeiros filmes a usar a computação gráfica em larga escala (o que resultou em um visual que, ao mesmo tempo em que é icônico, chega a ferir os olhos, tamanha profusão de cores chapadas), o longa surge como a nova tentativa de criar mais uma franquia lucrativa (não só vendendo entradas de cinema, como DVDS, games e action figures), mas somente se firma em seus belos efeitos especiais, em sua ótima trilha sonora e no talento de Jeff Bridges em criar personagens carismáticos.










