07jun Luiz Jeronimo Stamboni

Grooveshark

 

Apesar de já fazer um bom tempo que o Grooveshark saiu, só recentemente passei a utilizá-lo com freqüência. Até então, eu acreditava que a melhor solução em playlists era o iTunes. Ledo engano. Na verdade, o Grooveshark é muito mais do que um “software” que organiza suas músicas, ele é também (mais do que tudo) um excelente buscador. Foi com ele que descobri algumas raridades, como músicas do Arcade Fire que eu ainda não conhecia ou até mesmo versões tributo para o Smashing Pumpkins, como Tonight, Tonight na versão do Panic! At The Disco.

O acervo do Grooveshark é gigantesco! E vale fazer uma menção importante, é um site de streaming livre de restrições geográficas. Ou seja, diferentemente do Hulu ou do Vevo, você pode acessar todo seu conteúdo de onde estiver. Óbvio que um serviço assim não escaparia das garras de gravadoras ambiciosas e retrógradas e seus advogados, vorazes e auspiciosos. A EMI e a Universal já processaram a Defendant Escape Media Inc., empresa proprietária do Grooveshark. Por ora, alguns acordos têm sido feitos e o Grooveshark continua no ar, firme e forte. Resta saber apenas por quanto tempo mais.

Os donos do Grooveshark até já tentaram lançá-lo na App Store, mas sem posição da Apple quanto a sua inclusão – leia-se NEGADO – a solução foi inserí-lo no catálogo da Cydia Store; aquela disponível para quem tem um iPhone/iPod com Jailbreak.


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07jun Bruno O. Barros

Minha copa, logotipo deles

 

Sabe quando um personagem perde o controle de si mesmo e começa a agir como se fosse o dono do mundo, aí precisa aparecer alguém que lhe dê um tapa na cara para que ele possa retomar os sentidos e voltar a pensar com clareza? O texto de hoje é sobre isso.

A comunidade de designers brasileiros está pegando fogo desde que a marca da Copa do Mundo de 2014 foi anunciada. De início, três questões que envolvem o logotipo escolhido deixaram nossos designers em choque:

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06jun Luiz Jeronimo Stamboni

The Walking Dead

 

The Walking Dead (Os Mortos-Vivos) tem lugar seguro entre as melhores graphic novels que já li. Criada por Robert Kirkman, a adaptação de Walking Dead será uma das apostas da AMC para essa nova safra de séries pós Lost. A emissora está confiante, e isso faz sentido, já que ela é responsável por dois programas de sucesso da atualidade, Mad Men e Breaking Bad.

Por minha vez, fico feliz com a notícia de que Frank Darabont trabalhará nessa conversão de mídia, assinando tanto o roteiro, quanto a direção de Walking Dead. O francês é bom, tendo dirigido Um Sonho de Liberdade; À Espera de um Milagre e Cine Majestic. A promessa é a de que a série será muito, mas muito fiel à graphic Novel, narrando com precisão as desventuras vividas pelo grupo de sobreviventes liderado pelo policial Rick Grimes.

A caracterização dos personagens é outra promessa. Na produção constam técnicas avançadas de maquiagem e efeitos visuais, como pode ser visto nesse vídeo em que o blog Série Maníacos nos fez o favor de legendar. O vídeo conta ainda com comentários de Frank Darabont, dizendo que, desde que ele assistiu A Noite dos Mortos-Vivos de George Romero, trabalhar com Zumbis é o que ele quer realmente fazer.

The Walking Dead está com sua estréia marcada para outubro. Por aqui, a HQ é lançada ocasionalmente pela editora HQM, tendo sido a edição de número 4 seu lançamento mais recente. O volume intitulado Desejos Carnais compreende os números de 19 a 24, de um total de 72 edições.


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05jun Luiz Jeronimo Stamboni

Principe da Persia: As Areias do Tempo

 

A maldição que assombra filmes baseados em games parece ter chegado ao fim. Pudera, para se chegar ao resultado obtido em Príncipe da Pérsia, tínhamos mesmo de ter Jerry Bruckheimer e a Disney Pictures como produtores do filme. E isso, com um orçamento de US$ 150 milhões. Pouco, levando-se em conta investimento similar destinado a filmes com muito menos apelo.

Foi com certas suspeitas que fui ao cinema para conferir esse longa. E quando a expectativa é baixa, é muito mais fácil ser surpreendido. Mérito da já comentada produção, feliz na escalação do elenco. E para nossa sorte, coube a Jake Gyllenhaal interpretar o herói, em um papel que quase foi de Orlando Bloom ou Zac Efrom. Ben Kingsley, como esperado, desempenha bem sua função, tal qual a britânica Gemma Arterton, que está substituindo Scarlett Johansson como minha musa.

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03jun Luiz Jeronimo Stamboni

A Batalha do Apocalipse

 

A Batalha do Apocalipse é o livro do carioca Eduardo Spohr que, somente com divulgação pela internet, vendeu mais de 4.000 cópias. Mais do que um livro, trata-se de um case de social media, arquitetado por dois dos caras mais influentes da grande rede, Jovem Nerd e Azaghal. Por conta disso, eles têm dado palestras em diversos eventos de internet; da Campus Party a conexões em Miami.

O livro é totalmente independente, tendo sido produzido pela editora desses caras, a Nerdbooks. No site dedicado ao livro, além de acesso ao primeiro capítulo, dá pra encontrar até teasers gravados por renomados dubladores, como Guilherme Briggs (Buzz Lightyear; Toy Story), Sérgio Cantu (Ricochete; Mucha Lucha) e Fernanda Saddy (Kim; Kim Possible). Coisa fina.

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02jun Luiz Jeronimo Stamboni

Thundercats

 

Essa é a melhor notícia da semana. Talvez de todo o mês de junho. Thundercats vai voltar para a TV e se não bastasse, a produtora de animação contratada pela Warner Bros. será a Studio4ºC, a mesma de Animatrix e do mais que excelente Tekkonkinkreet.

Uma das grandes características do estúdio é o fato de que eles trabalham a reestilização mantendo inúmeras referências ao original, preservando toda a mitologia de sua criação; obedecem ao conceito, atualizam, mas nada soa a grosseiro ou ousado.

E ao que consta, o enredo se baseará na formação do grupo, composto por Lion, Panthro, Tygra, Cheetara, Wilykat e Wilikit, e claro, Snarf. Mal posso esperar para ver sua estréia, que acontecerá em 2011, no Cartoon Network.

Para informações complementares, recomendo uma leitura do artigo no Omelete.


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01jun Luiz Jeronimo Stamboni

Split Second: Review

 

Não é de hoje que falo sobre Split/Second. E espero sinceramente que não seja a última vez. Split/Second, título com jogabilidade arcade que saiu para Playstation 3, Xbox 360 e PC, é um show de elementos visuais, sonoros e emocionais (?). Quem garante essa experiência é a Black Rock Studio, subsidiária da Disney que já surpreendeu os gamers com Pure, em meados de 2008.

Trata-se de um jogo de extremos. A velocidade é extrema, as colisões e explosões são extremas. E isso é o que ele tem como seu grande diferencial. É certo que Split/Second bebe da fonte de Burnout, jogo que até então, era o melhor arcade que eu havia visto. Mas vale enfatizar que agora temos um novo competidor, um concorrente de peso e que, tão correto quanto afirmar que Burnout foi um divisor de águas, Split/Second chega para instituir um novo padrão em jogos do gênero.

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30mai Bruno O. Barros

O Flash moribundo

 

O Flash está morrendo… e não, não é do super-herói que estou falando. Nascido no ano de 1996 sob a alcunha de Macromedia Flash, o Flash teve uma longa e próspera trajetória como a principal plataforma multimídia da internet até hoje, quando encontrou seus futuros algozes: o HTML5 e a Apple.

Muita gente nem sabe direito o que é Flash ou que diabos é HTML5. O usuário final está pouco se lixando para como ele vê um vídeo na internet, ele só quer assistir e pronto. É por esse motivo que ao apostar no fim do Flash impedindo o uso deste em seus iPhones, iPods e iPads, a Apple corre o risco de sair como vilã na história.

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28mai Luiz Jeronimo Stamboni

Mika Paper Toy

 

O Mika parece fazer muito sucesso em terras orientais, tanto, que para divulgar sua turnê asiática que acontecerá agora em junho, a japonesa Devilrobots está lançando um boneco baseado no cantor britânico. Apesar do título, somente a cabeça desse Mika de brinquedo é em paper toy (contando com seu famigerado cabelo, obviamente).

Mas se você é fã do Mika, não adianta se entusiasmar muito, afinal, o estoque é limitadíssimo, sendo composto por 300 peças apenas. Por uma série de razões, o Mika anda em alta, até por figurar na disputada trilha sonora de Kick-Ass. Não curto o som do cara, mas gostei da forma como a Devilrobots conseguiu descontruí-lo.



 
27mai Luiz Jeronimo Stamboni

Arcade Fire

 

Eu ia deixar para falar sobre o Arcade Fire quando a banda lançasse seu próximo EP, com previsão de chegada já em 1º de junho. Mas após ouvir, na íntegra, duas das faixas que estarão presentes no disco, The Suburbs (faixa que também dá nome ao título do álbum) e Month of May, foi inevitável não me empolgar e dedicar mais um post à esse excelente grupo. Claro, além de estar falando de minha banda favorita.

The Suburbs é um dos discos mais aguardados do ano. Na verdade, desde seu avassalador álbum de estréia, Funeral, qualquer novo material divulgado pela banda se tornou uma produção com altas expectativas. E como pudemos conferir em Neon Bible, expectativa mais que superada.

Desde 2007 que o Arcade Fire não lançava nada e rumores de que a banda havia acabado foram reverberados pela internet. Mas graças aos bons deuses canadenses, Win Butler e cia deram continuidade a essa obra de arte sonora. Eu por minha vez, espero vê-los em minha ida para o Canadá, lá para meados de julho, sendo um dos grandes motivos desse intercâmbio, o show que eles realizarão em Montreal.

The Suburbs, o disco, chega no dia 3 de agosto. Até lá, aguardo ansiosamente.


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