29abr Felipe Pinheiro

Heck

 

Heck

Segundo o blog Heat Vision, o diretor argentino Juan José Campanella dirigirá uma fantasia infantil, adaptação do primeiro volume da série literária de Dale E. Basye, entitulado “Heck: Where the Bad Kids Go”.

Os livros contam uma versão infantil de O Inferno de Dante onde dois irmãos, o comportado Milton Fauster, e sua encrenqueira irmã, morrem em um acidente bizarro e vão parar em um reformatório juvenil no inferno, chamado de “Heck”, onde Richard Nixon é o professor de ética (!). Lá, os garotos conhecem um garoto chamado Virgílio, que tem um mapa com os nove círculos do reformatório/inferno/purgatório.

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29abr Luiz Jeronimo Stamboni

Oddworld

 

Quem não gosta de Oddworld que atire a primeira pedra! Curioso começar o texto dessa forma, já que atirar pedras era uma das funções de Abe, o protagonista alienígena que vivia na luta contra as ambições da indústria e das grandes corporações. Se você teve o privilégio de passar pela geração 32 bits (que já tem 16 anos), sabe bem do que estou falando.

E eis que recentemente li uma nota sobre um próximo jogo dessa excelente franquia, mas não me surpreendi ao ver que a mesma anunciava o cancelamento dessa nova sequência. Anteriormente, Oddworld chegou a ter 5 jogos cancelados, entre episódios de continuidade direta e canônicos (com direito a um RTS, totalmente online).

O bom, porém, é que Oddworld: Abe´s Oddysee e Oddworld: Abe´s Exoddus, os dois primeiros, serão relançados na Playstation Network. Eu enquanto um felizardo dono de um Playstation 3, estou bem satisfeito com essa notícia. Mas, uma surpresa bem bacana também foi preparada para quem gosta de jogatina no PC (me excluo dessa), pois será lançado via Steam a Oddbox, uma coletânea com 4 jogos da série, coloque Oddworld: Munch´s Oddysee e Oddworld: Stranger´s Wrath na conta.

Viu só. Uma notícia que pode parecer ruim, acaba surpreendendo. Agora, é esperar pra atirar pedras em alguns “scrabanianos”.


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28abr Rodrigo Gaiao

Irvine Welsh

 

irvine welsh; trainspotting;

Irvine Welsh? A forma mais óbvia de trazer à tona quem diabos é esse cara é citando “Choose life. Choose a job. Choose a carreer. Choose a family”. Não chegou? Trainspotting é a resposta. Esqueçam um pouco a associação imediata “Trainspotting = Danny Boyle” – acrescento que a adaptação que Boyle fez foi genial – e abram espaço pro escocês acima que continua produzindo obras tão boas quanto, superando, assim, a síndrome atual dos que permanecem em um único livro.

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28abr Philip Shin

Mechas

 

Eu sempre adorei esses kits de modelagem em plástico. Desde que era moleque, mas nunca pude comprar um. Os anos se passaram e eu fui crescendo e claro que aí apareceram várias oportunidades de compra, mas o dinheiro sempre ia para outras coisas (ah, minha juventude). Há uns cinco anos enquanto eu estive nas minhas andanças pela Ásia, me deparei com um desses kits, era o de um mecha do Principado de Zeon, modelo MSM-07E.

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28abr Felipe Pinheiro

Guerra pelo Superman?

 

Guerra pelo Superman

Geoff Johns teria brigado com Marc Guggenhiem, que teria brigado com J. M. Straczinsky, que não brigou com ninguém. Segundo o Bleeding Cool, depois do especial Guerra dos Supermen (que fecha a fase do Homem de Aço iniciada em Mundo de Novo Krypton), os bastidores da DC Comics estariam sendo abalados por uma guerra “pelo” Superman. Rumores apontariam para uma suposta briga entre dois dos recém contratados escritores da editora, que envolveria seu novo diretor artístico, Johns. Mas, o quanto disso pode ser verdade, e como deve ser a nova fase do herói, que estréia em breve nos Estados Unidos?

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27abr Luiz Jeronimo Stamboni

One Two

 

Eu já tinha feito uma menção à One Two no primeiro post dessa nova versão do Tarja, mas dedicar um artigo ao portfólio deles está mais à altura do que eles realmente merecem. Foram os caras dessa agência que desenvolveram esse layout fantástico que hoje representa o Tarja. Vale ressaltar que nesse mesmo portfólio figuram clientes como Cavalera, Ana Hickman, Reebok Club e Carmin, entre outros.

Mais do que eficiente, o trio que compõe a One Two (Thiago Barreto e os gêmeos Bruno e Ítalo Borges), foi paciente e extremamente responsável. Fez cada entrega dentro de seu devido prazo, trabalhou durante madrugadas e finais de semana, mas, o resultado é esse, o layout mais incrível que eu poderia imaginar. Então, se você tem o interesse de contratar profissionais sérios e competentes pra fazer o seu layout (ou site, ou qualquer outro aplicativo web), recomendo fortemente a One Two.


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27abr Jaqueline Arashida

3 na Massa

 

A música brasileira foi e é intensamente ligada às percepções femininas. Seja como grandes compositoras, cantoras ou agindo discretamente na composição masculina, sendo fontes naturais de ódio, ternura e indiferença nas reações e relações no cotidiano musical. Agora imagine mais de 10 mulheres no mesmo projeto, cantando sensações íntimas, discutíveis (ou não), amorosas, pervertidas e sedutoras do começo ao fim.

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27abr Felipe Pinheiro

Maravilha de Mulher, por J.M. Straczynski

 

Mulher-Maravilha

A Mulher-Maravilha, apesar de ser uma das personagens mais importantes da DC Comics, sempre amargou péssimas histórias, já que praticamente nenhum escritor sabe trabalhar com a heroína, especialmente em seu próprio título mensal. Com exceção da ótima fase de George Perez e algumas edições do “run” de Greg Rucka, o que vemos são histórias modorrentas, em que Diana é reduzida a apenas um de seus aspectos (princesa, embaixadora, super-heroína), mas nunca sendo retratada como uma verdadeira mulher, seja pela completa falta de sensualidade, seja pela falta de outros atributos, como temperamento ou sensibilidade.

Tais defeitos foram potencializados com sua atual escritora, Gail Simone, que, ironicamente, sendo uma das poucas representantes das mulheres no mercado americano de quadrinhos, nunca soube escrever personagens femininos, por mais que sempre insista no tipo, como em Birds of Prey, Sexteto Secreto e agora na Mulher-Maravilha. Sua personagem é masculinizada, assexuada… Enfim, um baita de um tédio. Tentando reverter este panorama, a DC resolveu usar uma de suas mais recentes aquisições, o ótimo Joseph Michael Straczynski.

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26abr Philip Shin

Hokuto no Ken

 

“(Omae wa mo shindeiru; você está morto)”. Essa é a última frase que os inimigos de Kenshiro ouvem, paralisados de medo, antes de suas cabeças explodirem de dentro para fora. Sim, antes de Chuck Norris havia Hokuto no Ken (北斗の拳; punho da estrela do norte). Criado em 1983 por Buronson, Hokuto no Ken é um anime muito especial para mim, pois foi um divisor de águas, afinal, separa os meninos dos homens.

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26abr Felipe Pinheiro

Et Tu, Ridley Scott?

 

Alien

Que me perdoem os entusiastas dos filmes em 3D (afinal, eu também sou um de vocês), mas ainda não assisti a nenhuma produção nesta técnica que mereça ser qualificado como perfeita. Mas, calma, ainda nem começamos a trilhar este caminho.

Minha preocupação, na verdade, é que alguns grandes diretores de cinema podem se perder nas maravilhas visuais proporcionadas pelo novo estilo, e acabar desviando sua atenção da trama, atuações… enfim, do que produziria um filme perfeito. Foi o que ocorreu com o ótimo Tim Burton e sua Alice. Desse modo, por mais fantásticos que tenham sido Avatar e alguns outros, o 3D ainda espera pela sua obra-prima, que pode demorar bastante, dependendo do amadurecimento dos cineastas. Poderia ela vir na forma do prequel de um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos?

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