14set Luiz Jeronimo Stamboni

Um Monstro em Paris

 

Bibo Bergeron, diretor dos medianos O Espanta Tubarões e O Caminho Para El Dorado está para lançar seu mais novo projeto: Um Monstro em Paris. A animação estreará na França em 19 de outubro e ao que indica o trailer, está promissora.

O enredo flerta com uma Paris de 1910, que apresenta personagens bastante típicas para a época, como um projecionista de cinema e uma cantora de cabaré. Típicas, mas nem tanto, pois um dos protagonistas é uma pulga gigante, ou se preferir, o monstro de Paris.

Gostei da qualidade da animação, a trilha também deverá empolgar. E ainda vale citar que é um trabalho que foge dos estúdios Disney, Pixar, Dreamworks e Nickelodeon. Só não sei quando estreará por aqui, eu até procurei, mas não encontrei essa informação. Se alguém souber, por favor, manifeste-se. A gerência agradece. :)



 
13set Luiz Jeronimo Stamboni

Netflix

 

No início da semana passada, finalmente, nós brasileiros passamos a contar com um serviço que já tem 25 milhões de usuários. A Netflix é um sucesso lá fora e dado o nosso perfil, tem tudo para também emplacar por aqui. Logo no primeiro dia eu me cadastrei no serviço e pela noite fiz alguns testes usando o Playstation 3.

De início destaco a velocidade de streaming que, em nenhum momento sequer, travou. Mesmo com as condições precárias de banda larga que me são oferecidas. Porém, não sei se é justamente para evitar que esse tipo de problema não ocorra, mas a qualidade de imagem ficou a desejar. Um pouco melhor que o YouTube, eu diria. Nem o que está classificado como HD pode ser considerado de alta definição. A falta de qualidade é evidente, o que é uma pena.

No que diz respeito ao catálogo, eu curti bastante. Primeiro por que a Netflix interpreta – por assim dizer – o seu perfil de telespectador, montando um catálogo baseado em suas preferências de gênero. Coisa fina.


Imagem extraída de uma tela do serviço, com algumas de minhas preferências

O mais bacana é que as opções surpreendem. Muito embora lançamentos ainda não estejam previstos, dá para se perder um bom tempo vendo e revendo velharias, coisas que se assistia durante Sessões da Tarde ou até mesmo nos programas matinais, quando eles eram realmente bons. Ducktales, por exemplo, está com presença maciça. A busca por diretores costuma agradar. Eu por exemplo, que me interesso pelas obras de Kevin Smith, Iñarritu, Richard Kelly, entre outros, fui presenteado com belas (e até raras) películas desses profissionais da sétima arte.

E o melhor? Como o serviço ainda está em seu primeiro mês, tudo está free. E mesmo quando tiver de pagar, o custo não será elevado. A assinatura mensal sairá por módicos R$ 15,00. Custo baixo, dada a praticidade que o serviço oferece. Melhor será quando engrossarem o catálogo (que, repito, não está ruim para um lançamento) e melhorarem a resolução da imagem. O que espero, sinceramente, que aconteça com rapidez. Tendo feito isso, a Netflix deixa de ser cool e passa a ser imprescindível.


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12set Luiz Jeronimo Stamboni

Descola

 

Um camarada está ingressando nesse projeto e à medida que ele foi me falando, eu ia me interessando ainda mais pela ideia. A Descola, como a própria imagem já pôde deixar claro, é uma escola desconstruída. Leia-se: uma escola sem sede, cursos ou professore definidos. A curadoria seleciona assuntos de interesse, forma as turmas pela sua página no Facebook e à partir disso, seleciona os professores gabaritados no assunto em questão, escolhendo também o melhor local físico para ministrar o curso.

E o próximo curso é sobre Gamification e pretende apresentar conceitos e elementos que formam um jogo. Esse curso será dividido em dois dias, começando amanhã, dia 13/09. No primeiro dia falarão sobre o básico dos games, passando por seu cenário atual, além de seu impacto e psicologia. No segundo dia, dia 15/09, entram em cena design, produção colaborativa e aplicação do gamification. O curso será ministrado pelo jornalista Rafael Kenski, que já foi editor da Superinteressante e hoje é um dos grandes estudiosos do assunto.

O custo está em R$ 100,00 e o curso acontecerá no Cafofo, que fica na Pedroso de Moraes, 89, aqui em São Paulo. As inscrições podem ser feitas no site da Descola.



 
09set Luiz Jeronimo Stamboni

Wildwood

 

Colin Meloy, vocalista do Decemberists, assim como Gerard Way, também tem sua própria história em quadrinhos. Wildwood, que ainda conta com as ilustrações de sua mulher, Carson Ellis. Mas nesse caso, eu trouxe esse assunto à tona por conta da Laika, estúdio responsável por Coraline e que agora está trabalhando na adaptação de Wildwood para as telonas.

O livro ilustrado é uma trilogia (ainda não terminada) que nos traz uma jovem cujo irmão fora sequestrado após adentrar em um mundo de fantasia, conhecido como Vastidão Intransponível. Apesar de clichê, parece promissor. Tanto pela autoria em questão, quanto pela curadoria da Laika para animar a estória.

Mas não se anime tanto, pois Wildwood não tem sequer uma previsão de lançamento, até por que a Laika está trabalhando em Paranorman, um thriller cômico que se passa em uma cidade infestada de zumbis. Esse deve chegar aos cinemas em 17 de agosto de 2012.



 
05set Luiz Jeronimo Stamboni

Fifa Street 4

 

Após ter ganho a preferência dos gamers dentro do gênero esportes > subgênero futebol, a EA quer reemplacar Fifa Street. Com a promessa de gráficos mais realistas – tal qual a série mãe – e dribles menos fantasiosos, Fifa Street deverá voltar totalmente repaginado em 2012.

Para tanto, uma equipe de desenvolvedores envolvidos no projeto está viajando o mundo, colhendo informações que os ajudarão a criar o game. Sabe-se que Fifa Street preza pela diversidade cultural, o que fica muito evidente nas quadras disponíveis para jogo. Quem jogou, sabe bem do que estou falando.

Sem mais, fiquem com o debut trailer de Fifa Street 4.

Muitas imagens extraídas de quadras desse Brasil, não?



 
05set Luiz Jeronimo Stamboni

Quadrinhos no Cinema

 

Há alguns dias recebi um exemplar do livro Quadrinhos no Cinema, de autoria do staff do excelente Pipoca e Nanquim. O livro é de leitura obrigatória para quem curte quadrinhos e cinema e, também, entende que os dois formatos podem viver em harmonia (Christopher Nolan está aí para nos provar que isso é mais que possível).

O livro é uma ode aos heróis. Revisitando seu passado e presente e até se antecipando, como no caso de Conan, cujo filme ainda não fora lançado. De cara, dá para se ver que o trabalho realizado pelo trio Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes foi primoroso. Eles trazem detalhes que já nos haviam fugido à mente e que, mais do que nunca, nos fazem compreender melhor a formação de alguns de nossos heróis preferidos.

O livro foca em quatro deles: Thor, Lanterna Verde, Capitão América e Conan. E não seria exagero dizer que está tudo lá. Dá até para saber, necessariamente, de quais jogos e cartoons esses personagens fizeram parte. Filmes antigos e demais participações especiais também ganharam espaço no livro. E quando você pensa que já poderia saber de quase tudo, o livro nos brinda com biografia dos autores, publicações no Brasil, uma lista com as piores histórias e claro, as imperdíveis.

É muita informação. E nem está caro. E se você estiver afim de adquirir um exemplar do livro, pode comprá-lo através do site da Editora Évora ou até mesmo em uma livraria de sua preferência. Eu achei incrível essa iniciativa do Pipoca e Nanquim e eles podem contar com todo meu apoio para divulgação. Agora, resta ficar na torcida para que uma segunda edição seja produzida.



 
30ago Luiz Jeronimo Stamboni

Uncharted 3: Drakes Deception

 

Um fato. Uncharted é uma das melhores franquias da nova geração de consoles. Desde a primeira aventura vivida pela dupla Drake e Sully, o game já mostrara a que veio. Com gráficos impressionantes, mecânica de jogo praticamente perfeita e uma história bem bacana, Uncharted havia por se tornar a principal aposta da Sony para o poderoso Playstation 3.

E só melhorou. Em Uncharted 2 – escolhido como game do ano de 2009 por diversas premiações e veículos especializados, como Game Critics Awards, Gamescon Awards, IGN, Gamespot, 1UP, entre outros – A Naughty Dog elevara à enésima potência tudo o que fizera de Uncharted um grande jogo. E agora está revelando ao mundo Drake´s Deception, game que completa a primeira trilogia da série.

E ontem a Sony divulgou o trailer do game com dublagem em português brasileiro. A dublagem até que ficou boa – salvo raras exceções – contrariando o que li em alguns fóruns. Mas o que vale mesmo são as imagens, que falam por si só. Uncharted 3 promete e certamente seguirá pelo caminho que as versões anteriores. Será divertido, belo e intrigante. Sem mais, veja o trailer:

Uncharted 3: Drake´s Deception chega exclusivamente para o Playstation 3 em novembro próximo.



 
29ago Luiz Jeronimo Stamboni

A Árvore da Vida

 

Se você me acompanha no Twitter, deve ter visto meu comentário a respeito d´Árvore da Vida. Sim, ele é pretensiosamente inteligente e incrivelmente chato. Não se deixem enganar pela propaganda cult, ou se sentirão lesados por desperdiçarem pouco mais de 2 horas e 30 minutos de sua vida.

Eu refleti um pouco antes de publicar esse texto. Mas acho que vale confrontar toda essa ladainha puxa-saquista. Para começar, Terrence Malick sempre foi superestimado, mesmo tendo um intervalo gigantesco entre seus filmes. Dono de uma extensa carreira e de poucas realizações, Malick é adorado por ser recluso. Seus contratos incluem cláusulas que impedem aparições públicas, seja para dar entrevistas, seja para participar de premiações.

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26ago Luiz Jeronimo Stamboni

Counter Strike Global Offensive

 

Counter Strike vem aí. E vem, também, para Playstation 3 e Xbox 360, prometendo uma interface multiplayer integrada. Leia-se: gamers de qualquer console se encontrarão em partidas on-line. Particularmente, eu acho isso genial. O próximo Call of Duty também beberá desta fonte.

Eu assisti de camarote a ascensão e a queda de Counter Strike, pois trabalhei em uma lan house nos idos de 2005. E acho até que, dado o sucesso e influência desse game, a Valve demorou para lançar um novo episódio. No trailer, que vocês vêem logo abaixo, já dá para ter uma noção de como será. A promessa, além da já mencionada integração, é de novos mapas e, claro, novos gráficos.

E aí, curtiram?


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26ago Luiz Jeronimo Stamboni

Prêmio Multishow

 

O Prêmio Multishow, que já se encontra em sua 18a edição, está chegando. Algumas mudanças foram feitas na premiação, a mais significativa delas é que, agora, existem duas votações. A clássica, feita pelo voto popular e a novidade, escolhida por um júri especializado. E já que uma banda como os goianos do Black Drawing Chalks (foto) dificilmente ganharão algo na noite do dia 06 de setembro, através de votos do público, quem sabe não levam algo chamando a atenção do júri?

Esses caras mandam bem. Faz tempo que não ouço uma banda nacional com esse tipo de pegada, que explora muito bem a base de guitarras, contando ainda com uma voz que é boa de se ouvir (boa até demais, dado o gênero). Apesar do Black Drawing Chalks existir desde 2007, eles são relativamente desconhecidos por aqui, mesmo após ter aberto os shows de The Datsuns e Motorhead. Lá fora eles tocam em festivais, como o canadense Canadian Music Week.

Voltando para o Prêmio Multishow, Bruno Mazzeo cumpre novamente com o papel de anfitrião, se apresentando com o roteiro de Fábio Porchat. Uma dupla de peso, eu diria. Outra coisa que me chamou a atenção foi a identidade visual adotada para esse ano, que se baseia nos anos 70/80. Prova disso é a novo logomarca, inspirada no controle do Atari.

O Prêmio Multishow será exibido no dia 06 de setembro, à partir das 21h00 no Multishow. Mais infos no próprio site da premiação.


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