J.J. Abrams é um cara que merece respeito. Tanto que seu nome, quando associado a algo, agrega valor ao produto, é sinônimo de qualidade. Mesmo que decepcionante, a exemplo de Cloverfiled. Não que esse seja um filme ruim, mas não fez jus à toda expectativa gerada, mas como tem a benção e a assinatura de J.J. Abrams, é a reinvenção do Godzilla, um clássico 2.0 de imediato.

Mas fato é que ele mais acerta do que erra. E Fringe vem para provar que o criador de Lost, ainda tem muito o que apresentar. A série que estreiou em 9 de setembro nos EUA, deve chegar oficialmente por aqui em meados de fevereiro, e grato estou por ter sido o Warner Channel a adquirir seu direito de exibição, e não a Fox.

Fringe, a série, explora a linha entre ficção e realidade, já Fringe, a ciência, se refere a estudos que tratam sobre controle da mente, teletransporte, projeção astral, invisibilidade, mutação genética e reanimação. Adicione um ponto de exclamação a cada palavra anterior, por favor, e trace um paralelo entre a referência e o déjà vu.

Sim, pois grande parte disso já foi mostrado em Lost, mas J.J. Abrams vê em Fringe, a possibilidade de potencializar isso em escala exponencial. É como dar ao Wolverine dos X-men sua própria revista, onde ele pode ser o grande protagonista. Eu estou ansioso pela estréia, e sem receio algum de parecer retardatário.

Assista ao primeiro trailer de Fringe. E veja que seu criador tem tanto o fascínio pela ciência, quanto pela queda de aviões.