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25nov Luiz Jeronimo Stamboni

Superman vs. Muhammad Ali

 

A Panini tem mandado super bem – apesar dos preços de alguns volumes – isso ninguém pode negar. Trouxeram vários títulos para o Brasil, encadernaram de forma magistral aquelas séries que você sempre sonhou em ter e agora, dando continuidade à essa boa linha, “ressuscitará” uma das histórias mais aguardadas pelos fãs brasileiros, que é a obra de Dennis O’Neil e Neal Adams, Superman vs. Muhammad Ali. Lançada pela DC Comics em 1978 (e em 1979 no Brasil, pela finada Ebal), a história é das mais surreais (alguma outra que não seja?)

No caso, a terra está para sofrer uma invasão alienígena e para enfrentar a horda de ETs, os terráqueos da história têm de escolher quem os representará nessa luta. Portanto, optam por escolher o vitorioso do embate entre Superman e Muhammad Ali. A capa do volume, por si só, é um show à parte, pois apresenta uma platéia repleta de celebridades – reais e do universo DC – como Cher, Batman e Lex Luthor, entre outros.

Superman Vs. Muhammad Ali tem previsão para ser lançada em dezembro e seu custo estará fixado em R$ 22,90. A edição é única e tem 96 páginas.


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26jun Felipe Pinheiro

A Nova Liga da Justiça

 

Após um breve período relativamente ausente do Tarja Preta (graças a uma marca de computadores que não terá seu nome divulgado neste espaço), eis que estou de volta, para alegria de uns e… vamos ficar apenas na alegria, ok?

Neste final de semana, foi divulgada a imagem que traz a formação completa da nova Liga da Justiça, pilar do reboot (ou relaunch, ou seja lá como queiram chamar) da DC Comics em setembro. A formação principal já era conhecida (e podemos, agora, ver melhor os novos uniformes), com os medalhões Superman, Batman e Mulher-Maravilha, junto a Flash, Lanterna Verde, Aquaman e o recém promovido Cyborg.

A novidade, porém, está em outros personagens, que foram relacionados à equipe: Desafiador, Átomo, Mulher-Elemento, Nuclear, Arqueiro Verde, Gavião Negro, uma mulher que vem sendo identificada como Poderosa, Canário Negro ou Zaelot (da Wildstorm) e Mera. Basicamente, personagens que tiveram destaque nos últimos eventos da DC, como O Dia Mais Claro e Flashpoint. Vale notar que é tradição as melhores formações da Liga contarem com uma mistura dos ícones da editora com personagens mais desconhecidos.

Ainda não há maiores detalhes sobre a ilustração (o que se sabe é que é uma imagem promocional que será divulgada na San Diego Comic-Con) e a confirmação dos personagens alí encontrados ou se estes serão todos membros ou apenas importantes para os primeiros arcos da revista da Liga, que será produzida por Geoff Johns e Jim Lee.

Update: em tempo, eis a foto em boa resolução, do álbum da Comic-Con que serviu de fonte para o Bleeding Cool e vários outros sites.


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01jun Felipe Pinheiro

O Novo Universo DC

 

Surgiram muitos boatos sobre o que viria após Flashpoint, a nova megasaga da DC Comics que brinca com linhas do tempo alternativas. Boatos estes que foram aumentados com o anuncio que Jim Lee e Geoff Johns, novos cabeças da editora, marcaram para este mês e tomara ainda mais força com a observação de que a DC impôs o fim dos arcos de todas as suas revistas para agosto.

Eis que o Bleeding Cool sugeriu que a DC iria reiniciar a numeração de seus títulos. Logo, a especulação de que ela iria promover um reboot de suas séries, o que muitos (eu incluso) não levaram a sério, já que estes boatos sempre surgem em épocas de novas séries. Após Crise Infinita, por exemplo, a DC deu novos rumos a suas revistas, com o ótimo One Year Later, mas não chegou a reiniciar suas histórias.

No entanto, ontem, o Bleeding Cool confirmou que a casa do Superman vai mesmo reiniciar suas franquias, lançando 52 (número icônico, remete à série semanal 52 e ao número de universos no atual multiverso DC) novos títulos em setembro e seu universo será reiniciado. Fora esta a palavra, que indica que um novo status quo será dado a seus heróis, que muitos personagens desaparecerão e novas histórias serão contadas, no passo mais audacioso nas hqs desde a reformulação que criou a Era de Prata.

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29abr Felipe Pinheiro

Superman renuncia à cidadania americana

 

Superman

Nesta semana, os americanos leram a edição 900 de Action Comics. Para comemorar o impressionante marco de longevidade da revista, vários escritores e desenhistas que já passaram pelo Superman se uniram para contar o final de Black Ring, arco que trouxe Lex Luthor em uma busca pelo poder supremo, e várias pequenas histórias comemorativas. E foi uma delas que iniciou uma boa polêmica nos Estados Unidos.

Em uma história escrita por David Goyer (que escreve o roteiro de Man of Steel), o Homem de Aço é criticado por um agente do governo por ter participado de uma manifestação no Irã. Eis que, em contrapartida, o herói renuncia à sua cidadania americana, afirmando que “verdade, justiça e o modo de vida americano” não são mais o bastante e que o mundo está completamente conectado.

Em uma época em que a direita americana duvida da própria nacionalidade do presidente e o escritor J. M. Straczynsk escreve um arco (Grounded) no qual o personagem vaga pelo interior americano, a história de Goyer é um marco, mostrando a consciência de um herói tipicamente americano de seu papel no mundo, o que se conecta aos boatos envolvendo o longa do Superman, onde ele também terá um caráter mundial.

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01abr Felipe Pinheiro

100 edições da DC Comics

 

Liga da Justiça 100

Num mercado editorial conturbado como o nosso, onde editoras se sucedem nos direitos de publicações de certas revistas e títulos mensais são zerados ou transformados para chamar a atenção de novos leitores, 100 edições são um considerável sinal de longevidade. Eis que os três principais títulos da DC Comics publicados pela editora Panini chegaram a esta marca em março: Liga da Justiça, Superman e Batman.

Essas edições comemorativas chegaram às bancas nesta semana, com capas comemorativas com os principais ilustradores brasileiros em atividade na DC. Ivan Reis (Lanterna Verde) preparou uma belíssima capa para Liga da Justiça, Eddy Barrows (que trabalhou no polêmico arco Grounded, de Superman) assina a capa da revista do Homem de Aço e Joe Prado é o responsável pela capa de Batman.

Além disso, os títulos também trazem momentos importantes na atual cronologia dos heróis. Em Superman, chega ao final o arco Mundo de Nova Krypton, com uma surpresa indesejável aos habitantes do novo planeta. Já Batman traz a fantástica história publicada na americana Batman #700, onde Grant Morrison, com os Batmen de três momentos históricos, com arte de Andy Kubert, Frank Quitely e o atual desenhista fixo no título, Tony Daniel. Por fim, a Liga da Justiça traz um momento de grande mudança para o Arqueiro Verde, decorrência imediata dos acontecimentos da minissérie Clamor por Justiça.

A Panini também preparou um concurso cultural, onde os leitores podem mandar, até 10 de abril, imagens e frases (com 140 caracteres, do tamanho de um tweet) e concorrer a assinaturas anuais das revistas da DC, além das artes originais das capas comemorativas (e quem não gostaria de ter a formação mais clássica da Liga da Justiça nos traços de Ivan Reis?) de revistas com capas autografadas. O site oficial da promoção traz mais informações.

Boa sorte a todos… menos àqueles que também vão concorrer à arte de Ivan Reis.



 
28mar Felipe Pinheiro

Geoff Johns escreve Aquaman

 

Aquaman

Após retornar em A Noite Mais Densa, Aquaman teve um dos arcos mais interessantes na série O Dia Mais Claro (que começou neste mês, no Brasil), que culminou em AquaWar. A participação do herói submarino na série quinzenal da DC Comics foi realizada por Geoff Johns e pelo brasileiro Ivan Reis, mesma dupla responsável pelo hype do Lanterna Verde, e não tardou para que muitos boatos e “confirmações” de que a mesma equipe estaria em um título mensal do personagem.

Eis que, neste final de semana, Johns confirmou que trabalhará, sim, com o Aquaman neste ano, mas não divulgou se será uma nova revista mensal ou apenas uma minissérie. Também não foi confirmado se Reis, seu fiel escudeiro, estará presente. Mais notícias devem sair quando na temporada das principais convenções de quadrinhos.

A última mensal do herói foi interessante, em especial a fase “Sub Diego”, em que parte da cidade de San Diego foi para o fundo do mar e sua população se viu transformada em seres parecidos com os atlantes. Foram histórias interessantes e utilizava-se o herói em sua roupagem clássica, de camisa laranja e poderes telepáticos, na prova de que não é preciso se inventar muito para utilizar o Aquaman, embora sua melhor fase tenha sido, realmente, a reformulação de Peter David nos anos 90.

Após a saga Crise Infinita, no entanto, o herói foi radicalmente modificado, e sofreu com péssimos roteiros, apesar de uma boa arte. O que Johns (responsável pela atualização de ícones como Lanterna e Flash), reserva a um dos mais antigos heróis da DC?



 
22mar Felipe Pinheiro

ZDM

 

ZDM

Os Estados Unidos estão em uma nova guerra civil e Nova York, ou Zona Desmilitarizada, como é agora conhecida, é uma terra de ninguém. No meio do caos nova iorquino (com um novo significado, frise-se), foi jogado o novato fotojornalista Matty Roth, que inicia uma missão solitária de cobrir o que se passa na destruída cidade. Esta é ZDM, a elogiada série da Vertigo escrita por Brian Wood (Frequência Global) para o selo Vertigo.

A Panini Comics lança, neste mês de março, o terceiro encadernado da série, que conta agora com desenhos do italiano Riccardo Burchielli. Neste volume, Roth, já com certa consagração por seu trabalho na Zona Desmitilarizada, entra em sua missão mais perigosa: mergulhar anonimamente nas entranhas da máquina de reconstrução de Nova York e sentir — na pele e no estômago — todas as coisas podres envolvidas na indústria bélica e nas engrenagens que fazem a guerra girar. Sua investigada é a Trustwell Inc., empresa vencedora de um lucrativo contrato para reconstruir Manhattan.

É bom vermos a Vertigo finalmente ser tratada à altura, no Brasil. Entre álbuns de super-luxo, como Sandman, a volumes mais baratos como os de Y – O Último Homem e Fábulas (e todo o meio campo entre eles), vários títulos do selo adulto estão sendo publicados no Brasil, com uma boa regularidade.

ZDM vol 3 – Obras Públicas reúne as edições originais #13 a #17, tem capa dura, lombada quadrada, papel LWC, 132 páginas e chega às livrarias custando R$ 36,90.



 
03mar Felipe Pinheiro

Sociedade da Justiça

 

Sociedade da Justiça

Já um pouco atrasado na cronologia, o título da Sociedade da Justiça saiu da revista da Liga da Justiça, no Brasil, e muitos de seus fãs ficaram apreensivos pelo futuro das histórias do mais tradicional grupo de super-heróis da DC Comics por aqui.

Eis que a Panini Comics anunciou para abril o lançamento de Sociedade da Justiça – Vol 1, que traz um novo início à Sociedade, com a chegada de mais novos integrantes, o retorno de antigos e terríveis inimigos, incluindo o Mago Mordru, e uma tragédia que se abate sobre um de seus membros. Tudo isso pode abalar as estruturas do próprio grupo, e levar parte dele a novas direções.

Reunindo as histórias originalmente publicadas em JSA 29 a 35, esta edição tem roteiros de Bill Willingham e arte de Jesus Merino e Travis Moore. Infelizmente, Willingam está bem aquém do trabalho que desenvolve na série Fábulas, e não consegue manter o mesmo ar icônico e familiar que Geoff Johns dava à equipe. Já Merino, normalmente arte-finalista de Carlos Pacheco, tem um traço que lembra seu colega, mas é pouco fluído e peca em várias composições de cena e detalhes da anatomia.

Sociedade da Justiça – Vol 1 terá 164 páginas, papel pisa brite e capa couché. Seu preço ainda não foi divulgado, mas dá para chutar que será algo entre R$ 15,00 e R$ 20,00.



 
17fev Felipe Pinheiro

Adrianne Palicki

 

Mulher-Maravilha

A nova série com um personagem da DC Comics, a Mulher-Maravilha, enfrentou alguns percalços iniciais, como a dificuldade de encontrar um canal para recebê-la. Com o sinal verde dado pela NBC para um episódio-piloto, foi contratado o diretor Jeff Reiner (de Friday Night Lights) e, agora, escolhida a atriz para dar vida à personagem. Trata-se de Adrianne Palicki, que também participou de FNL, protagonizou a curta série Lone Star e esteve no filme Legion.

Esta não é a primeira incursão de Palicki na DC Comics. Em 2004, na terceira temporada de Smallville ela interpretou uma garota que alegava ser Kara, a prima de Clark, e que ostentava os mesmos poderes que ele.

A nova Mulher-Maravilha deve ter o ar mais jovial e inexperiente da atual encarnação da heroína nos quadrinhos (aliás, muito se especula que esta nova roupagem, incluindo o novo uniforme, seja em decorrência dos preparativos para sua transposição para a TV), e se dividirá em duas identidades secretas: de um lado, haverá Diana Themyscira, presidente das bilionárias indústrias Themyscira, e, do outro, Diana Prince, sua assistente.

A produção da série é de David E. Kelley (Ally McBeal), que garante que, apesar das modificações, muitos elementos originais como os braceletes, o laço mágico e o avião invisível estarão presentes, mesmo que atualizados.



 
14fev Felipe Pinheiro

Batman, Bugman e os Petralhas

 

Bugman - Melhores do Mundo

Na edição 98 da revista Batman, publicado pela Panini Comics em janeiro, o novo Homem-Morcego visita um vilão inglês em sua prisão, o Rei Perolado. Ao recebê-lo, seu carcereiro chama o bandido de “Petralha”. Termo este, para quem não acompanha o jornalismo político, cunhado por Reinaldo Azevedo em uma mistura de Petistas e Metralhas (os irmãos, da Disney), para descrever membros do PT que seriam dados a crimes. O tradutor Caio Lopes, então, trocou a expressão “nasty”, escrita por Grant Morrison na história original, pelo neologismo brasileiro.

Tal troca passou despercebida por muitos leitores (eu incluso), mas foi observada pelos participantes do fórum Miolos e o Multiverso DC (ótimo blog para acompanhar as notícias dos quadrinhos da editora americana) foi o primeiro a noticiar a tradução, logo acompanhado pelo Melhores do Mundo (blog despretensioso e bastante franco sobre quadrinhos que não poupa nenhum personagem, especialmente o Robin, caros amigos cuequinhas verdes).

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