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01jun Luiz Jeronimo Stamboni

Split Second: Review

 

Não é de hoje que falo sobre Split/Second. E espero sinceramente que não seja a última vez. Split/Second, título com jogabilidade arcade que saiu para Playstation 3, Xbox 360 e PC, é um show de elementos visuais, sonoros e emocionais (?). Quem garante essa experiência é a Black Rock Studio, subsidiária da Disney que já surpreendeu os gamers com Pure, em meados de 2008.

Trata-se de um jogo de extremos. A velocidade é extrema, as colisões e explosões são extremas. E isso é o que ele tem como seu grande diferencial. É certo que Split/Second bebe da fonte de Burnout, jogo que até então, era o melhor arcade que eu havia visto. Mas vale enfatizar que agora temos um novo competidor, um concorrente de peso e que, tão correto quanto afirmar que Burnout foi um divisor de águas, Split/Second chega para instituir um novo padrão em jogos do gênero.

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17mai Luiz Jeronimo Stamboni

Games: Lançamentos da semana

 

Vamos passar a comentar aqui no Tarja Preta os lançamentos da semana, seja em games ou discos, filmes para o cinema ou em suas versões em Blu-ray/DVD. Claro, em formato de pílulas, mas não se preocupe, serão sempre sem qualquer contra-indicação, mas pontuadas com nossa expectativa em relação a cada um deles. Sem mais, fiquem com os games que abrem a semana, assim como estreiam essa nova aposta do blog. E olha que não poderia começar melhor.

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25abr Felipe Pinheiro

Alice no País das Maravilhas

 

Alice de Tim Burton

Tão logo Alice, novo projeto de Tim Burton junto à Disney, tem início, a pequena protagonista desperta de um pesadelo e, temendo estar ficando louca, é consolada pelo pai, que afirma que as melhores pessoas do mundo são um pouco piradas. Ao que parece, meses de expectativas findariam, então, no melhor trabalho do cineasta que, mais do que acostumado a personagens ensandecidos e tramas caóticas, mas com significados belíssimos, encontraria na obra de Lewis Carroll sua maior realização. No entanto, acabou-se em uma armadilha ao próprio Burton.

Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho são mais do que meros livros infantis, coletâneas de episódios lúdicos. Confundindo os universos infantil e adulto (fruto do provável relacionamento de Carroll com a menina Alice Lidell, talvez?) ambos os livros trazem discussões políticas, monólogos filosóficos e metafísicos e jogos matemáticos, o que os tornam atrativos para um sem fim de diretores que já os adaptaram às mais diversas mídias, mas sem compreendê-los em sua plenitude. Burton comete o equívoco de acreditar que havia lhes compreendido, e acaba produzindo mais uma Alice que não é uma Alice.

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