
Vá assistir X-Men: Primeira Classe. Com isso, já poupo um sem fim de comentários. Xiita ou não, a chance de sair do cinema com a ciência de que se viu algo realmente bom é bastante grande. Nem o espaço para uma ou outra licença poética é capaz de manchar o reboot da franquia nas telonas. Pudera, um dos nomes envolvidos é o de Matthew Vaughn, produtor responsável pelos clássicos instantâneos “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes, Snatch: Porcos e Diamantes e mais recentemente, Kick-Ass”. Sendo ainda o diretor deste último.
E quando se trata de X-Men, a obra-mor de Stan Lee, fica até difícil imaginar que algo pode sair errado, dada a profundidade de tudo o que cerca o grupo. Sim, muito lixo já saiu, mas eu disse difícil, não impossível. Felizmente não é o caso de X-Men: Primeira Classe, que mira um público newbie, por assim dizer. Em contrapartida, não significa que os leitores veteranos se sentirão orfãos. Pelo contrário, referências das antigas, inúmeras delas, estão todas lá.







