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06jun Luiz Jeronimo Stamboni

X Men: Primeira Classe

 

Vá assistir X-Men: Primeira Classe. Com isso, já poupo um sem fim de comentários. Xiita ou não, a chance de sair do cinema com a ciência de que se viu algo realmente bom é bastante grande. Nem o espaço para uma ou outra licença poética é capaz de manchar o reboot da franquia nas telonas. Pudera, um dos nomes envolvidos é o de Matthew Vaughn, produtor responsável pelos clássicos instantâneos “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes, Snatch: Porcos e Diamantes e mais recentemente, Kick-Ass”. Sendo ainda o diretor deste último.

E quando se trata de X-Men, a obra-mor de Stan Lee, fica até difícil imaginar que algo pode sair errado, dada a profundidade de tudo o que cerca o grupo. Sim, muito lixo já saiu, mas eu disse difícil, não impossível. Felizmente não é o caso de X-Men: Primeira Classe, que mira um público newbie, por assim dizer. Em contrapartida, não significa que os leitores veteranos se sentirão orfãos. Pelo contrário, referências das antigas, inúmeras delas, estão todas lá.

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05jan Felipe Pinheiro

Meus 10 Quadrinhos de 2010

 

Já que ontem falei dos meus 10 filmes preferidos de 2010 (com algumas menções honrosas, claro), hoje passamos aos 10 quadrinhos que mais gostei nesse ano que se encerrou. Lembrando, novamente, que não estamos falando da melhor produção artística no gênero, já que não tenho conhecimentos técnicos para (e nem me importo em) um julgamento imparcial.

Como critério, valem aquelas histórias publicadas no mercado brasileiro em 2010. Foram selecionadas revistas ou encadernados que apresentem histórias completas (ou antologias de vários autores) ou títulos específicos dentro das revistas mensais. É bom lembrar que sua história preferida pode não estar aqui pelo fato de eu não tê-la lido ou não ter gostado. Acontece, e o que vale é o respeito às opiniões divergentes.

Aliás, fica uma boa oportunidade para os leitores do Tarja também expressarem quais suas HQs preferidas de 2010. Aproveitem os comentários.

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04jan Felipe Pinheiro

Meus 10 filmes de 2010

 

Toda virada de ano, além de shoppings lotados, caos aéreo e a obrigação de abraçar parentes dos quais você nem lembra o nome, também traz a lista dos melhores daquele período que vai se encerrando. Melhores filmes, músicas, livros… e por aí vai. Como não tenho habilidade técnica para avaliar as melhores películas do ano, escolhi as minhas 10 preferidas (claro, para manter o trocadilho com 2010). São, então, os longa-metragens que mais me divertiram, me tocaram, me instigaram.

Antes que alguém reclame da ausência de seu filme preferido aqui, vale notar que é provável que eu não o tenha assistido (admito que 2010 não foi um ano em que fui muito ao cinema) ou que ele não tenha arranjado espaço na lista pelos critérios mencionados. Ainda é bom destacar que escolhi longas que foram lançados no Brasil em 2010 (com exceção de Apenas o Fim, que é de 2008, mas só agora chegou a um público maior em festivais… e downloads).

Deste modo, ótimas obras lançadas lá fora neste finalzinho de ano, como o aclamado Cisne Negro e o aguardadíssimo (pelo menos, por mim, um fã) faroeste dos irmãos Coen, que tem grandes chances de figurar numa próxima lista, ficam de fora desta. Considerações feitas, vamos aos indicados… digo, aos escolhidos.

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20ago Felipe Pinheiro

Os Mercenários

 

Os Mercenários

Alguns filmes foram feitos única e exclusivamente para divertir. Esta é a tônica de vários e vários longas que embalaram os anos oitenta. Dentre eles, se destacam os filmes de brucutus, onde temos heróis sem medo de sujar as mãos e quase indestrutíveis, a despeito de muito apanharem (ou mesmo escaparem ilesos nas situações mais improváveis).

Neste ano, em meio ao excesso de “puta falta de sacanagem” que se observa em boa parte da cultura pop atual (e eu me preocupo seriamente com os adolescentes atuais que não são expostos a uma boa e saudável dose de violência ficcional) e à poderosa patrulha do politicamente correto, dois filmes que promovem um revival dos anos oitenta se deram bem nas bilheterias: Kick-Ass e Os Mercenários, que reúne a nata das más interpretações e boas cenas de ação, como o velho Sylvester Stallone, Jet Li, Jason Statham e Dolph Lundgren. Há ainda participações de Bruce Willis, Mickey Rourke e Arnold Schwarzenegger.

Se você não encrencar com qualquer besteira que Stallone possa ter dito sobre o Brasil (e, acreditem, vocês nunca poderão bater o suficiente num homem que levou surras homéricas de Apollo Creed e Ivan Drago), ou com a quantidade absurda de furos no roteiro e interpretações canastronas (aliás, o público adora canastrões engraçados, está aí Willis que não deixa ninguém mentir), Mercenários é pura diversão.

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09ago Felipe Pinheiro

Nemesis

 

nemesis

Com tiragens cada vez menores (e editoras comemorando se uma edição vende mais do que míseros 100 mil exemplares), a maior fonte financeira dos quadrinhos atualmente vem do licenciamento de seus personagens para os mais diversos produtos, com destaque para adaptações cinematográficas. Os cinemas estão abarrotados de longas inspirados em quadrinhos, flertando com gêneros que vão de super-heróis a Velho-Oeste.

Nesta nova corrida pelo ouro, o escritor escocês Mark Millar vem se destacando em levar seus personagens do papel para as telonas. Falastrão e chegado em uma boa polêmica, Millar, no entanto, é muito bom naquilo a que se propõe: quadrinhos inquietantes, violentos, divertidos e, algumas vezes, até mesmo mais profundos. São dele a ótima “Superman: Entre a Foice e o Martelo” e as melhores fases das versões ultimate dos X-men e Vingadores.

Alguns de seus melhores projetos autorais, como Wanted e Kick-Ass já foram adaptados para a sétima arte, e Chosen (que trata de um garoto de um subúrbio americano que pode ser o novo Jesus) está em negociações. O próximo na fila é Nemesis, que acaba de ganhar um diretor.

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21jun Felipe Pinheiro

Kick Ass

 

Kick-Ass

O cinema dos anos setenta e oitenta é marcado pelos protagonistas durões, e que não se cansavam de apanhar, como John McClane, Rocky Balboa e Sarah Connor, enquanto os anos noventa começaram com a violência artística de Quentin Tarantino e os anos 2000 foram preenchidos pelas comédias indie, como Superbad, e adaptações de quadrinhos de super-heróis. Sem grandes pretensões, o divertidíssimo Kick-Ass: Quebrando Tudo (título nacional que remete aos clássicos da Sessão da Tarde) reúne elementos típicos de grandes sucessos do cinema jovem das últimas décadas e continua a explorar o lado psicológico dos heróis dos quadrinhos, com um adicional: seus leitores também vão para o divã.

Série criada por Mark Millar e John Romita Jr, Kick-Ass traz a história do jovem e inseguro Dave Lizewski, um fã de quadrinhos de super-heróis que decide ter aquela que pode ser a idéia mais brilhante ou a mais idiota de todas: se  tornar, ele próprio, um herói. Sem ser capaz de grandes proezas físicas ou intelectuais, ou mesmo de chegar perto da garota por quem é apaixonado (a não ser fingindo ser o amigo gay dela!), Dave decide vestir um colante colorido e combater o crime, algo que não é tão fácil quando os bandidos não são os abobalhados falastrões dos gibis. No meio de sua “jornada heróica” (com muita ênfase nas aspas, por favor), o “vigilante” (aspas, novamente) Kick-Ass encontra com o Big Daddy e a Hit-Girl e, se até aquele momento só o frágil Dave havia sangrado, a bandidagem irá lhe acompanhar.

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28mai Luiz Jeronimo Stamboni

Mika Paper Toy

 

O Mika parece fazer muito sucesso em terras orientais, tanto, que para divulgar sua turnê asiática que acontecerá agora em junho, a japonesa Devilrobots está lançando um boneco baseado no cantor britânico. Apesar do título, somente a cabeça desse Mika de brinquedo é em paper toy (contando com seu famigerado cabelo, obviamente).

Mas se você é fã do Mika, não adianta se entusiasmar muito, afinal, o estoque é limitadíssimo, sendo composto por 300 peças apenas. Por uma série de razões, o Mika anda em alta, até por figurar na disputada trilha sonora de Kick-Ass. Não curto o som do cara, mas gostei da forma como a Devilrobots conseguiu descontruí-lo.