
Embora não tenha ainda produzido um longa do nível da recente trilogia do Batman (obra da Warner, também responsável por, justiça seja feita, Jonah Hex e Mulher-Gato), a Marvel chega a seu terceiro filme sem grandes tropeços, numa constância elogiável.
Dirigido por Kenneth Branagh (ator e diretor mais ligado a filmes shakespereanos), Thor, o mais novo longa da “Casa das Idéias”, conta a história do orgulhoso Deus do Trovão, que é exilado na Terra por seu pai, Odin, após por fim à tênue paz entre os deuses e os Gigantes de Gelo. Acolhido por Jane Foster e sua equipe, Thor deve aprender uma lição de humildade, enfrentar a Shield e sobreviver ao ataque do seu irmão, loki, que planejou seu exílio e é o novo regente de Asgard.
Com uma trama simples (mas não simplória), temos um típico filme de origem, em que os personagens são apresentados ao público, mescla o estilo leve da Marvel (com personagens soltando piadinhas a cada dois minutos e uma ameaça física não muito expressiva) e um bom drama entre irmãos, e que consegue ser agradável, apresentando ao grande público um herói que poucos conhecem, mas que tem grande relevância nos quadrinhos.










