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26jun Felipe Pinheiro

A Nova Liga da Justiça

 

Após um breve período relativamente ausente do Tarja Preta (graças a uma marca de computadores que não terá seu nome divulgado neste espaço), eis que estou de volta, para alegria de uns e… vamos ficar apenas na alegria, ok?

Neste final de semana, foi divulgada a imagem que traz a formação completa da nova Liga da Justiça, pilar do reboot (ou relaunch, ou seja lá como queiram chamar) da DC Comics em setembro. A formação principal já era conhecida (e podemos, agora, ver melhor os novos uniformes), com os medalhões Superman, Batman e Mulher-Maravilha, junto a Flash, Lanterna Verde, Aquaman e o recém promovido Cyborg.

A novidade, porém, está em outros personagens, que foram relacionados à equipe: Desafiador, Átomo, Mulher-Elemento, Nuclear, Arqueiro Verde, Gavião Negro, uma mulher que vem sendo identificada como Poderosa, Canário Negro ou Zaelot (da Wildstorm) e Mera. Basicamente, personagens que tiveram destaque nos últimos eventos da DC, como O Dia Mais Claro e Flashpoint. Vale notar que é tradição as melhores formações da Liga contarem com uma mistura dos ícones da editora com personagens mais desconhecidos.

Ainda não há maiores detalhes sobre a ilustração (o que se sabe é que é uma imagem promocional que será divulgada na San Diego Comic-Con) e a confirmação dos personagens alí encontrados ou se estes serão todos membros ou apenas importantes para os primeiros arcos da revista da Liga, que será produzida por Geoff Johns e Jim Lee.

Update: em tempo, eis a foto em boa resolução, do álbum da Comic-Con que serviu de fonte para o Bleeding Cool e vários outros sites.


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18mar Felipe Pinheiro

Azul da cor do mar

 

O Entertainment Weekly divulgou a primeira foto de Adrianne Palick como Mulher-Maravilha (clique no link para acessar a página da revista e dar uma conferida). Pode ser por causa da iluminação, mas as cores e o material deixam tudo com uma artificialidade gritante que em nada remete a uma guerreira mitológica ou uma vigilante urbana (a nova roupagem da personagem). A impressão que fica é de um cosplay, e dos ruins.

É clara a inspiração no visual atual da heróina, mas mesmo a polêmica arte de Jim Lee ainda é bastante superior, especialmente com o jogo de cores. Tudo bem que o uniforme da Mulher-Maravilha possui cores primárias, mas exageraram bastante no uso do azul e do amarelo, nos tons mais enjoativos possíveis.

No mais, elogiáveis os… pulmões da senhorita Palick. Se minha parca experiência com filmes e séries me diz algo, é que podemos esperar que estes dois…. suportes da águia sejam usados para distração de um figurino risível e de sabe-se lá o que venha pela frente.

De qualquer maneira, David E. Kelley, o produtor do programa, tem bastante crédito, por ter criado séries boas de audiência como Ally McBeal e Justiça Sem Limites. Além do mais, não dá para julgar um produto inteiro apenas por uma foto de divulgação. É preciso esperar para saber se teremos um novo Smallville pela frente. E isso não é um elogio.


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17fev Felipe Pinheiro

Adrianne Palicki

 

Mulher-Maravilha

A nova série com um personagem da DC Comics, a Mulher-Maravilha, enfrentou alguns percalços iniciais, como a dificuldade de encontrar um canal para recebê-la. Com o sinal verde dado pela NBC para um episódio-piloto, foi contratado o diretor Jeff Reiner (de Friday Night Lights) e, agora, escolhida a atriz para dar vida à personagem. Trata-se de Adrianne Palicki, que também participou de FNL, protagonizou a curta série Lone Star e esteve no filme Legion.

Esta não é a primeira incursão de Palicki na DC Comics. Em 2004, na terceira temporada de Smallville ela interpretou uma garota que alegava ser Kara, a prima de Clark, e que ostentava os mesmos poderes que ele.

A nova Mulher-Maravilha deve ter o ar mais jovial e inexperiente da atual encarnação da heroína nos quadrinhos (aliás, muito se especula que esta nova roupagem, incluindo o novo uniforme, seja em decorrência dos preparativos para sua transposição para a TV), e se dividirá em duas identidades secretas: de um lado, haverá Diana Themyscira, presidente das bilionárias indústrias Themyscira, e, do outro, Diana Prince, sua assistente.

A produção da série é de David E. Kelley (Ally McBeal), que garante que, apesar das modificações, muitos elementos originais como os braceletes, o laço mágico e o avião invisível estarão presentes, mesmo que atualizados.



 
18jan Felipe Pinheiro

Flashpoint

 

Flashpoint

Depois de A Noite Mais Densa, que tomou a editora em 2009/2010 e deu início ao Dia Mais Claro, fase que, além de uma revista quinzenal, vem repercutindo por vários títulos da casa, A DC Comics está preparando alguns pequenos eventos para o início de 2011. Enquanto os Lanternas Verdes se encaminham para uma guerra civil na tropa, Geoff Johns e o desenhista Andy Kubert prepara Flashpoint, saga que se concentrará no Flash, viagens temporais e realidades paralelas e cujas sementes já começaram a ser plantadas no novo título mensal do Corredor Escarlate (ainda inédito no Brasil).

A primeira edição da nova fase do Flash já havia trazido algumas imagens desta história, com Barry Allen utilizando o uniforme do Flash Reverso, Paris debaixo d’água, a Mulher-Maravilha em trajes de guerra em uma Londres em chamas, alguém portando o anel dos Lanternas Brancos, uma instalação militar com o símbolo do do Superman na porta e um Batman um pouco mais sinistro.

Ao longo da última sexta-feira, começaram a ser divulgados pelo The Source, blog oficial da DC, alguns teasers que dão uma idéia de como os principais personagens da editora estarão modificados na nova realidade proveniente dos eventos de Flashpoint. Todos tem como mote a pergunta “O que aconteceu aos maiores heróis do mundo?”

“Ele gasta seus dias cuidando dos Cassinos Wayne” se refere ao Batman (que em muitas histórias de realidade alternativa é apresentado como um verdadeiro playboy); “Onde está o anel?” se relaciona com o Flash (vale lembrar que ele guarda seu uniforme em um anel) e “O casamento deles foi arranjado para impedir a guerra” trata do enlace da Mulher-Maravilha com o Aquaman.

Duas respostas ainda não foram elucidadas: “Passaram anos fazendo experiências de laboratório com ele” deve envolver o Superman, de acordo com a imagem da tal base militar com o famoso escudo do S. Já “A espaçonave nunca caiu” pode fazer referência ao Lanterna Verde, envolvendo a nave de Abin Sur.

Flashpoint chega às bancas americanas em maio de 2011, e deve ser publicada no Brasil em 2012.



 
04out Felipe Pinheiro

Séries da DC Comics

 

Mulher-maravilha

Enquanto Geoff Johns divulgou em seu twitter imagens de testes de efeitos especiais para a série live action do Besouro Azul (cujo projeto estava sendo apresentado aos donos do estúdio como um substituto a Smallville) e o produtor de Sobrenatural, Eric Kripke, negocia com a Warner para encabeçar a adaptação de Sandman para a TV, de Neil Gaiman, outra série envolvendo um personagem da DC Comics pode estar começando seus trabalhos.

David E. Kelley, de Ally McBeal e Justiça Sem Limites, é o produtor da nova série da Mulher-Maravilha, o projeto mais adiantado (e até então desconhecido) da DCE. Até agora, não foi divulgado o elenco e o programa deve, em breve, começar a ser oferecido às emissoras de TV.

Vale lembrar que a Mulher-Maravilha quase ganhou os cinemas, mas, como boa parte dos personagens da DC, sua adaptação vinha patinando na indefinição até agora. Com uma série de sucesso nos anos 70, protagonizada pela linda Lynda Carter (Ha! trocadilho!), a TV pode ser um caminho um pouco mais seguro para a personagem, até mesmo para voltar a lhe dar destaque.

Em tempo: será que as recentes transformações sofridas pela super-heróina nos quadrinhos, nas mãos de J. M. Straczynski já visavam esse projeto? A Mulher-Maravilha se tornou mais jovem, mais esquentada e mais vestida (!) e apelando mais para a ação e o melodrama, o que certamente tem um bom apelo para a televisão.



 
01jul Felipe Pinheiro

A nova Mulher Maravilha

 

Mulher-Maravilha

Há um certo tempo, falamos da chegada do escritor J. M. Straczynski aos títulos do Superman e da Mulher-Maravilha, prometendo renovações para ambos, em especial para a última. Depois de anos em uma péssima fase com a escritora Gail Simone, o polêmico escritor (responsável por uma ótima revolução com o Thor, mas momentos ridículos em sua passagem pelo Homem-Aranha) prometia transformar a heroína em um personagem relevante.

A partir da edição 600 do título mensal da princesa amazona, publicada nesta quarta-feira, nos Estados Unidos, Straczynski resolveu fazer um grande “reboot” com o universo da personagem, desconsiderando anos e anos de cronologia (e despertando a ira de alguns escritores, como Mark Waid). Em sua nova história, os Deuses modificaram o passado e tiraram a proteção que haviam colocado sobre a Ilha Paraíso. As amazonas foram atacadas e poucas sobreviveram, fugindo e levando consigo a pequena Diana, que foi criada em nosso mundo. Assim, somos apresentados a uma jovem heroína, que mal passou da maioridade (enquanto, na cronologia regular, já deve ter chegado aos 40) e está aprendendo a controlar seus poderes, bem como descobrindo o que aconteceu com sua mãe e à sua terra natal.

Acompanhando o novo rumo, Jim Lee criou um uniforme menos patriótico e mais urbano, mas que já tem levantado inúmeras críticas dos leitores. Reclama-se que o uniforme original é icônico, uma marca (inclusive comercial) muito forte, e que poderia ser atualizado, mas não tão modificado. O modelo feito por Lee é muito estranho, pop demais para uma personagem quase mitológica, mas fica um pouco melhor na arte do novo desenhista regular da revista, Don Kramer.

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26mai Luiz Jeronimo Stamboni

Christopher Uminga

 

Christopher Uminga diz ver monstros em sua cabeça. E sabe o que ele faz com isso? Coloca-os no papel. E assim, ele diz ilustrar tudo o que o deixa feliz. Bom pra gente, que se inspira em alguns dos traços mais originais da atualidade.

Sem mais, fiquem com seu excelente portfólio que, aproveito para dar destaque às ilustrações do Coringa, Espantalho, Duas Caras, Colossus e Mulher-Maravilha.



 
27abr Felipe Pinheiro

Maravilha de Mulher, por J.M. Straczynski

 

Mulher-Maravilha

A Mulher-Maravilha, apesar de ser uma das personagens mais importantes da DC Comics, sempre amargou péssimas histórias, já que praticamente nenhum escritor sabe trabalhar com a heroína, especialmente em seu próprio título mensal. Com exceção da ótima fase de George Perez e algumas edições do “run” de Greg Rucka, o que vemos são histórias modorrentas, em que Diana é reduzida a apenas um de seus aspectos (princesa, embaixadora, super-heroína), mas nunca sendo retratada como uma verdadeira mulher, seja pela completa falta de sensualidade, seja pela falta de outros atributos, como temperamento ou sensibilidade.

Tais defeitos foram potencializados com sua atual escritora, Gail Simone, que, ironicamente, sendo uma das poucas representantes das mulheres no mercado americano de quadrinhos, nunca soube escrever personagens femininos, por mais que sempre insista no tipo, como em Birds of Prey, Sexteto Secreto e agora na Mulher-Maravilha. Sua personagem é masculinizada, assexuada… Enfim, um baita de um tédio. Tentando reverter este panorama, a DC resolveu usar uma de suas mais recentes aquisições, o ótimo Joseph Michael Straczynski.

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