
Se há alguma coisa que tentei aprender com Monty Phyton é sempre tentar ver o lado bom da vida (mesmo que se esteja crucificado… mas isso é outra história). Dessa forma, dá para encontrar até mesmo um lado positivo na série Crepúsculo. Há muito tempo os vampiros não estavam tão em alta na cultura pop americana e, entre produtos que visam apenas se aproveitar do sucesso da série teen (e que tem a mesma “qualidade”, vide The Vampire Diaries, exibido no Brasil pelo Warner Channel), surgem produções promissoras.
Com destaque, o vindouro filme de Will Smith (a quem, desde a Lenda, dou sempre um bom crédito de partida) que deve misturar a história bíblica de Caim e Abel com vampiros (muitos interpretam o castigo dado por Deus a Caim pela morte de Abel como o surgimento do vampirismo, e isto é base de muitas mitologias, influenciando o RPG “Vampiro: A Máscara”), a adaptação americana de “Deixe Ela Entrar” (e apesar de detestar essa mania dos americanos de fazer adaptações em vez de lerem legendas, o longa é bastante promissor) e, nos quadrinhos, American Vampire.


