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19abr Luiz Jeronimo Stamboni

Wii HD

 

De acordo com a Game Informer, inúmeras fontes confirmam que a grande notícia da E3 envolvendo a Big N, será o sucessor do Wii. Um Wii HD? É o mais provável. O fato é que a cada dia, apesar do sucesso de vendas, a Nintendo se distancia mais de seus concorrentes no que diz respeito à qualidade técnica. Seu hardware já soa ultrapassado, e olha que entre Xbox 360 e Playstation 3, o Wii foi o console que chegou por último nessa geração.

Algumas dessas fontes trazem informações que, se confirmarem, revelarão na verdade o console mais poderoso da atualidade. A lista de novidades destaca: controles sensíveis a movimento superiores ao Move (Playstation 3); Tela HD no controle e uma coisa muito interessante, a promessa de que os jogos de third-parties lançados para o Wii valerão a pena. Finalmente.

Rumores ou não, a expectativa é das maiores, até por que trata-se da Nintendo. Agora já sonho jogando um novo game do Mario para essa plataforma. E imagino que você também deva estar com a mesma ansiedade, não?



 
09dez Luiz Jeronimo Stamboni

Donkey Kong Country Returns

 

Por muitas e muitas vezes cogitei a possibilidade de Donkey Kong Country, aquele clássico instantâneo lançado para Super Nintendo em 1994, ser meu jogo preferido. Na verdade, trata-se de algo mais que uma hipótese e muito provavelmente, junto das séries Zelda e Metal Gear Solid, a franquia DK esteja mesmo no topo dessa tríade. Até hoje – sem exagero algum – eu me impressiono com os gráficos e a jogabilidade de Donkey Kong Country.

Sendo assim, quando soube que a Big N estava ressuscitando a franquia, com a promessa de ser um retorno às raízes (esqueça aquele lixo que venderam na era do Nintendo 64…), fiquei com grande expectativa. E, depois de algumas boas horas de jogo, já posso escrever a respeito e testemunhar que Donkey Kong Country Returns é um jogo à altura do original.

A missão de trazer o gorila de volta ao triunfo foi dada à Retro Studios, a mesma da trilogia Prime de Metroid, já que a Rare, desde 2002, passou a desenvolver exclusivamente para a Microsoft. E apesar dessa grande mudança, o resultado foi primoroso. Tudo que fez de Donkey Kong um sucesso está lá. De sua inconfundível trilha sonora aos cenários nas minas. Do auxílio de outros animais aos chefes, grandes e bobos.

Um outro ponto de destaque é o multiplayer, cuja experiência é similar à vista em New Super Mario Bros. Wii, ou seja, interessante e divertida. O nível de detalhamento está espetacular e mesmo com o hardware um tanto quanto limitado do Wii, ainda mais se comparado diretamente com a concorrência, DKC Returns tem um dos melhores gráficos do console. Ah, o nível de dificuldade é insano o que, certamente, rende muito mais tempo de jogo. E nesse caso, ainda bem.

Por essas e outras, imagino que esse seja um jogo para os veteranos. Para quem jogou Donkey Kong Country horas a fio, perdeu muitas e muitas vidas nos carrinhos das minas e sofreu para passar com o Squawks pelos espinhos. Se você sabe bem do que estou falando, meu caro, esse jogo foi feito sob medida pra gente. Ponto pro Shigeru Miyamoto. De novo e de novo.


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13out Luiz Jeronimo Stamboni

Review: Metroid Other M

 

Samus Aran, a caçadora de recompensas que todos nós gostamos está de volta. E para nossa sorte, em Metroid: Other M (exclusivo para Wii), a big N se prestou ao trabalho de inovar em aspectos considerados intocáveis para a grande legião de fãs da série. Falo sorte por que, justamente por conta desses pontos de oportunidade, por assim dizer, Metroid foi levado a um outro patamar.

Agora a protagonista ganhou dublagem, artifício nunca antes usado para a personagem de Samus e um outro aspecto interessante foi o uso da recriação de episódios clássicos da franquia, como por exemplo, o final em CG de Super Metroid que, inclusive, é o ponto de partida de Other M. Os controles, a princípio, podem gerar alguns narizes torcidos, pois soa estranho adaptar-se a ambientação que ora é em 2D, ora em 3D. Mas passado o tempo habitual de costume, nota-se o quanto isso agrega de forma positiva ao conjunto da obra. Ousado? Sim, bastante. Mas interessante e recompensador na mesma medida.

Outra novidade – e essa pode ser tão grande quanto as demais mencionadas – é o fato de que, dessa vez, a Nintendo se uniu a Team Ninja (desenvolvedora da franquia Ninja Gaiden, em 3D) para trabalhar melhor a coreografia nas cenas de batalha, além é claro, do drama, outra grande característica da “ex-firma” do gênio Tomonobu Itagaki. A parceria valeu a pena e Metroid: Other M torna-se ainda mais marcante por conta dessa empreitada conjunta.

O enredo, como era de se esperar, também não decepciona. A expectativa era das mais altas, até por que em seu próprio encarte, o game estampa os dizeres: “A história de Samus, finalmente revelada”. E é a isso que o game se presta, é como se o interesse por trás de tudo fosse dar uma satisfação a quem acompanha a série Metroid desde o velho e saudoso NES. Por essas e outras, Metroid: Other M é um clássico baseado em outros clássicos. Ponto para a Nintendo. De novo e de novo.



 
08out Luiz Jeronimo Stamboni

NERF

 

Não sei você, mas apesar de eu não gostar nem um pouco de armas, fazia um tempo que andava com vontade de comprar uma NERF (Non-Expanding Recreational Foam). Pois bem, acabei comprando uma essa semana (Longstrike CS-6) e posso falar que você também fará bom investimento (apesar do alto custo) se puder adquirir uma, qualquer que seja, já que existem diversos tipos de armas.

Essas armas NERF têm um histórico interessante, criadas pela Parker Brother, no já longínquo ano de 1969, elas tiveram sua patente adquirida pela Hasbro e à partir disso, você já deve imaginar sua evolução e conseqüente participação na cultura pop (como os jogos lançados para Playstation 2, Nintendo DS e Wii). Por vezes me pego imaginando o uso de um milhão delas em um clipe do Weezer, seria a cara deles…

Aproveitando, recomendo que vejam esse vídeo, criado por usuários fanáticos pela NERF. Ele é de 2008, mas se você ainda não viu, também vai achar o máximo.



 
05jul Bruno O. Barros

Nível de facilidade

 

Lembra quando você ligava aquele jogo que acabou de comprar, apertava start e começava a jogar sem nem precisar ler o manual ou passar por qualquer tipo de tutorial? Lembra quando você ligou Mario Kart do SNES pela primeira vez e simplesmente presumiu que ao apertar o botão A, o kart aceleraria e ao apertar o B, o kart freiaria? Pois é… esse época ficou para trás. Hoje as grandes empresas da indústria do videogame partem do princípio de que o jogador é essencialmente um débil mental.

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10jun Luiz Jeronimo Stamboni

Rock Band 3

 

Por conta da E3, a indústria dos games tem limitado de forma considerável a quantidade de notícias sobre o fantástico universo do entretenimento eletrônico. Tudo para surpreender no maior evento destinado à categoria. E nesse ponto, justamente, entram os rumores. Alguns não passam de verdadeiros boatos, na mesma medida em que outros ganham força, como o caso do set list de Rock Band 3 e seu mais novo membro na família de instrumentos de plástico. Com vocês, o teclado.

O que era boato ganhou força quando no finalzinho de maio, em uma apresentação do episódio canônico da franquia, Green Day: Rock Band, um teaser sugeria um teclado entre os controles. O periódico USA Today já experimentou o jogo e confirma a inclusão do novo instrumento, dizendo se tratar de um keytar, um teclado portátil bem famoso nos anos 80.

Um novo modo de jogo também parece ser um dos grandes acréscimos dessa versão. A Harmonix afirma que quem encará-lo, estará apto para tocar instrumentos de verdade. Já o set list teve algumas de suas músicas liberadas. Mais uma vez me decepciono com o ingresso de músicas já vistas em jogos do gênero, como Crazy Train do Ozzy e I Love Rock And Roll, da Joan Jett. Por ora, Oh My God (Ida Maria), Walkin on The Sun (Smash Mouth), Just Like Heaven (The Cure), Bohemian Rhapsody (Queen) e Break on Trough (The Doors), também foram anunciadas.

Rock Band 3 chega no final do ano (data precisa ainda não anunciada) para Playstation 3, XBox 360, Wii e Playstation 2.


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17mai Luiz Jeronimo Stamboni

Games: Lançamentos da semana

 

Vamos passar a comentar aqui no Tarja Preta os lançamentos da semana, seja em games ou discos, filmes para o cinema ou em suas versões em Blu-ray/DVD. Claro, em formato de pílulas, mas não se preocupe, serão sempre sem qualquer contra-indicação, mas pontuadas com nossa expectativa em relação a cada um deles. Sem mais, fiquem com os games que abrem a semana, assim como estreiam essa nova aposta do blog. E olha que não poderia começar melhor.

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