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21mar Luiz Jeronimo Stamboni

Marvel vs Capcom 3

 

O maior e melhor crossover de todos os tempos retornou ao mundo dos games. E olha que, como grande fã da DC, nem mesmo a junção de seu universo com o de Mortal Kombat pôde fazer pela diversão o que a Marvel consegue fazer quando se une à Capcom. Marvel VS. Capcom é gigante em diversos aspectos, a começar pela quantidade de personagens. Caras conhecidas das duas casas estão lá, como Ryu, Chun-li, Wolverine e Homem-Aranha, mas há espaço (em que são muito bem-vindos) para personagens como Chris Redfield, Amaterasu (Okami), Phoenix e X-23, entre outros.

E quando digo gigante, leia-se como uma analogia livre para exagero. Sim, aquele mesmo exagero que estamos acostumados a ver em jogos do tipo, aqui, foi elevado à décima potência. Desde os especiais combinados à luta final contra (perdõe-me se soará como spoiler) Galactus! A lista de golpes também é extensa, e personagens como Dante e Deadpool parecem ter sido ainda mais privilegiados nesse quesito. Dante, inclusive, soa como o melhor selecionável do game.

Uma das grandes diferenças na verdade está para a ausência do sistema de controle em que há socos e chutes de diferentes potências, abandonando assim o que tínhamos nos games anteriores da franquia e se assemelhando ao sistema adotado em Tatsunoko VS. Capcom. Em se tratando de qualidade técnica, Marvel VS. Capcom 3 é impecável. Dos gráficos, mais lindos do que nunca aos efeitos sonoros, com destaque para a dublagem. Deadpool soa como um fanfarrão em suas falas.

Os pontos fracos se dão pelo roteiro, fraco e insosso e pelos finais. Estes são uma lástima, bem que a Capcom poderia ter dado a mesma atenção que deu à apresentação, deixando de lado esses finais estáticos, que em nada tem a ver com a nova geração. No mais, Marvel VS. Capcom 3: Fate of Two Worlds, que saiu para as plataformas Playstation 3 e Xbox 360 é garantia de diversão. Alguém aí esperava algo além disso?



 
17fev Luiz Jeronimo Stamboni

Dead Island

 

Dead Island é uma das grande promessas do ano. O trailer liberado hoje está aí para mostrar que isso é um fato. Pudera, carregado de polêmica, Dead Island alcançou o cobiçado TT worldwide no Twitter. O jogo, que está em produção desde 2007, é um FPS que vem para engrossar a lista de jogos do gênero para Playstation 3, Xbox 360 e PC.

A polêmica se deu por conta de uma cena do trailer em que há a morte de uma criança. Politicamente incorreto? Sim, bastante. Mas não é disso que a indústria precisa? Senão assim, como fugir do padrão… Há quem diga que isso ocorre por que não há regulamentação. Eu diria que há pudores demais, inclusive.

Dead Island, da produtora Techland (Chrome, Call of Juarez), tem previsão de lançamento para o final deste ano. Por ora, fique com o “famigerado” trailer.


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06ago Felipe Pinheiro

Batman: Arkham City

 

Arkham City

Não é exagero dizer que Batman: Arkham Asylum, produzido pelo Rocksteady Studios, foi o melhor jogo adaptando o personagem e um dos melhores do gênero. Sucesso de vendas e de crítica, teve sua continuação anunciada há um certo tempo, mas sem grandes detalhes.

Foram divulgadas, então, as primeiras novidades sobre o jogo, que até então estava sendo chamado de Arkham Asylum 2. Com seu novo nome, um pouco da trama foi revelado, e traz certa inspiração em eventos de Batman Begins. Os internos do Asilo Arkham fugiram e tomaram um bairro em Gotham, fazendo com que boa parte desse distrito seja cercada e transformada em um novo Asilo. Isso mesmo, agora Batman irá enfrentar vilões e alucinados por boa parte da cidade, que está tomada pelo caos. Foram confirmados personagens como Coringa, Arlequina, Mulher-Gato e Duas-Caras e devem surgir novos vilões dos quadrinhos.

Com promessa de uma jogabilidade ainda melhor (mantendo ainda o equilíbrio entre o Batman furtivo e o porradeiro) e lançamento programado para o fim de 2011, Arkham City estará disponível para PCs, Playstation 3 e Xbox 360.



 
19jul Luiz Jeronimo Stamboni

Megaman Universe

 

Quem não conhece Megaman que atire a primeira. Eu, por exemplo, tive o privilégio de controlar esse robô azul ainda no início dos anos 90, época em que vez ou outra, encontrava uma fita para o saudoso Nintendo 8 bits que imprimia os dizeres: Rockman (se você não sabe ou não se lembra, é como esse nosso velho amigo é conhecido no Japão).

Desde então, Megaman teve altos e baixos. E como esperado, alto em suas aventuras em 2D, baixo em conversões para o 3D. E por mais que tenham falhado em impor um mundo em 3 dimensões, o anúncio de que a Capcom está trazendo a série para os felizardos donos de um Playstation 3 e um Xbox 360, em 3D, me causou grata surpresa.

A idéia é de resgatar o início da série e para tanto, Megaman contará com um grupo de auxílio dos mais especiais, afinal, membros como Ruy e Arthur (Ghosts n´Globlins), fazem parte dele. Megaman Universe também promete se embebedar na fonte de referências aos grandes clássicos da Capcom. 1942, Final Fight, Bionic Commando e Darkstalkers, estão entre os games sugeridos.

Por ora, é o que se sabe a respeito. Maiores detalhes deverão ser revelados durante a Comic-Con, que acontece em San Diego no final dessa semana. É esperar pra ver.


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15jun Luiz Jeronimo Stamboni

Resumo da E3: Microsoft

 

A conferência da Microsoft no dia de ontem foi pontuada por altos e baixos. Por mais clichê que seja, não há maneira melhor para avaliar o que a própria empresa havia intitulado como tendência, desde sua apresentação na feira do ano passado. A grande aposta da Microsoft é o Kinect, antigo Project Natal – que teve esse nome por contar com um engenheiro de Natal, Rio Grande do Norte, envolvido no projeto – visando, obviamente, o público já crismado pela Nintendo.

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10jun Luiz Jeronimo Stamboni

Rock Band 3

 

Por conta da E3, a indústria dos games tem limitado de forma considerável a quantidade de notícias sobre o fantástico universo do entretenimento eletrônico. Tudo para surpreender no maior evento destinado à categoria. E nesse ponto, justamente, entram os rumores. Alguns não passam de verdadeiros boatos, na mesma medida em que outros ganham força, como o caso do set list de Rock Band 3 e seu mais novo membro na família de instrumentos de plástico. Com vocês, o teclado.

O que era boato ganhou força quando no finalzinho de maio, em uma apresentação do episódio canônico da franquia, Green Day: Rock Band, um teaser sugeria um teclado entre os controles. O periódico USA Today já experimentou o jogo e confirma a inclusão do novo instrumento, dizendo se tratar de um keytar, um teclado portátil bem famoso nos anos 80.

Um novo modo de jogo também parece ser um dos grandes acréscimos dessa versão. A Harmonix afirma que quem encará-lo, estará apto para tocar instrumentos de verdade. Já o set list teve algumas de suas músicas liberadas. Mais uma vez me decepciono com o ingresso de músicas já vistas em jogos do gênero, como Crazy Train do Ozzy e I Love Rock And Roll, da Joan Jett. Por ora, Oh My God (Ida Maria), Walkin on The Sun (Smash Mouth), Just Like Heaven (The Cure), Bohemian Rhapsody (Queen) e Break on Trough (The Doors), também foram anunciadas.

Rock Band 3 chega no final do ano (data precisa ainda não anunciada) para Playstation 3, XBox 360, Wii e Playstation 2.


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01jun Luiz Jeronimo Stamboni

Split Second: Review

 

Não é de hoje que falo sobre Split/Second. E espero sinceramente que não seja a última vez. Split/Second, título com jogabilidade arcade que saiu para Playstation 3, Xbox 360 e PC, é um show de elementos visuais, sonoros e emocionais (?). Quem garante essa experiência é a Black Rock Studio, subsidiária da Disney que já surpreendeu os gamers com Pure, em meados de 2008.

Trata-se de um jogo de extremos. A velocidade é extrema, as colisões e explosões são extremas. E isso é o que ele tem como seu grande diferencial. É certo que Split/Second bebe da fonte de Burnout, jogo que até então, era o melhor arcade que eu havia visto. Mas vale enfatizar que agora temos um novo competidor, um concorrente de peso e que, tão correto quanto afirmar que Burnout foi um divisor de águas, Split/Second chega para instituir um novo padrão em jogos do gênero.

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17mai Luiz Jeronimo Stamboni

Games: Lançamentos da semana

 

Vamos passar a comentar aqui no Tarja Preta os lançamentos da semana, seja em games ou discos, filmes para o cinema ou em suas versões em Blu-ray/DVD. Claro, em formato de pílulas, mas não se preocupe, serão sempre sem qualquer contra-indicação, mas pontuadas com nossa expectativa em relação a cada um deles. Sem mais, fiquem com os games que abrem a semana, assim como estreiam essa nova aposta do blog. E olha que não poderia começar melhor.

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14mai Dalton Menoncin

Test Drive Unlimited 2

 

Quem nunca quis ter uma vida de playboy? Melhor ainda… quem nunca quis ter uma vida de playboy em Ibiza? Essa é a proposta tunada do novo “massively open online racing game” da Eden/Atari, o Test Drive Unlimited 2, previsto para o fim de 2010, sairá para Playstation 3, Xbox 360 e PC.

E não se trata de mais do mesmo; a produtora promete uma reconstrução do jogo desde os alicerces e vai trazer mudanças drásticas comparadas ao primeiro título da série. O termo “Unlimited” será levado às últimas consequências nesse novo episódio, e agora não limita-se mais a apenas um jogo de carros luxuosos com um mapa aberto.

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12mai Luiz Jeronimo Stamboni

Desafio Rayovac

 

Informe Publicitário

É no mínimo curiosa essa nova campanha da Rayovac, em que ela mostra, por meio de testes feitos em laboratório – leia-se comprova – que suas pilhas duram tanto quanto as de sua maior concorrente, a Duracell. Sendo assim, qual o grande mote por trás dessa relação? O custo x benefício, claro, uma vez que a Rayovac oferta pilhas de mesma duração com até R$ 0,50 de diferença.

Lendo o release da campanha, uma informação adicional me chamou bastante atenção. Enquanto consumidores, somos carentes de informações referentes a produtos e a indústria raramente faz o seu papel, que é o de dar maiores esclarecimentos a respeito do que produz e comercializa.

E como um amante de gadgets e gizmos, sempre necessito de pilhas e a informação de que uma se sobressai em relação a segunda dessa forma, me parece bastante proveitosa, já que tenho de pôr pilhas nos instrumentos que acompanham Guitar Hero; na Turntable de DJ Hero; em controles, remotos ou de videogame (como os de Xbox 360) e em mais uma infinidade de outras coisas.

Diante disso, te convido a visitar o site do Desafio Rayovac que, além de mostrar qual o tipo de pilha indicado para cada produto, apresenta um relatório com o comparativo entre as duas marcas, com o resultado dos testes feitos em lanternas, gravadores, brinquedos, câmeras digitais e até escova de dentes. Por um mundo com pilhas mais baratas e duráveis, vale dar uma olhada e repassar a informação para seus amigos, obviamente.


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